AÇÃO JUDICIAL

“Emanuel protagonizou uma cena “hilária e lamentável””

Publicados

em

Com uma Ação encaminhada contra o governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, junto a 8ª Vara Cível de Cuiabá, o Prefeito de Cuiabá, o emedebista Emanuel Pinheiro tenta com isso impedi-lo de proferir qualquer mensagem e fala que possam “macular” sua imagem.

Mauro Mendes tem disparado repetidas vezes declarações “caluniosas” com objetivo de “macular” a imagem do prefeito e candidato a reeleição”. Disse o advogado José Patrocínio de Brito Junior.

Conforme José do Patrocínio, o Governador de Mato grosso vem por vários meses ofendendo o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, ainda mais com chegada das eleições municipais, mostrando claramente que ele é um verdadeiro cabo eleitoral nesta eleição, e se tornou adversário numero 1 de Emanuel Pinheiro.

Nota-se que as afirmações caluniosas, difamatórias e injuriosas proferidas pelo requerido têm como único desiderato macular a campanha eleitoral do Requerente, deixando evidente seu papel de cabo eleitoral de adversários políticos do atual prefeito. Mauro Mendes, ora Requerido, tem se valido de seu cargo para minar a figura pública do atual Prefeito (candidato a reeleição), extrapolando assim os limites de crítica pura à uma figura pública“.

Recentemente, o Governador do Estado, Mauro Mendes Ferreira, chamou Emanuel Pinheiro de “malandro de carterinha” e que o prefeito “está envolvido em esquema de corrupção” e criticou também dizendo eu Prefeitura de Cuiabá virou um “antro de corrupção”.

O fim de Emanuel Pinheiro será igual ou pior que o de Silval Barbosa, não tenho dúvida disso”.

A ação requer que Mendes seja proibido de emitir declarações a respeito de Emanuel, que causem constrangimento perante seus amigos, familiares, correligionários, eleitores e população em geral ou ainda que tenham o condão de influenciar a escolha do eleitor, mantendo a liminar concedida até o transito em julgado da ação principal a ser proposta.

Nesta quinta-feira (8), o Democrata Mauro Mendes falou sobre a Ação Judicial movida por Emanuel Pinheiro para que ele (Mendes) evite fazer qualquer tipo de declaração que maculem a sua imagem.

Para Mendes, isso é apenas uma estratégia de campanha de Emanuel Pinheiro contra a sua pessoa e destacou que suas críticas ao candidato a reeleição do MDB são ancoradas em “fatos e evidências”, e que Emanuel protagonizou uma cena “hilária e lamentável”, ao se referir a um vídeo em que aparece Emanuel Pinheiro no Palácio Paiaguás recebendo maços de dinheiro do chefe de gabinete Sílvio Corrêa e colocando dentro do paletó quando ainda ocupava o cargo de deputado estadual.

Isso é normal! Isso faz parte de uma estratégia, não sei se é jurídica ou de comunicação, é uma cena tão hilária e tão lamentável, o que eu tenho falado é ancorado em fatos e evidências que é público e notório. Ele protagonizou talvez um dos mais épicos episódios de corrupção, poucos políticos brasileiros tiveram uma cena tão hilária e tão lamentável como aquela que ele protagonizou recebendo dinheiro e botando no paletó”.

Mauro Mendes disse ainda que na sua administração, quatro secretários foram afastados por investigação de supostos casos de corrupção.

Isso é fato ou é conversa fiada? Tem quatro secretários afastados ou não? É verdade ou não? É a mais absoluta verdade. Quem afastou fui eu ou foi o Ministério Público, a Justiça? Ele está querendo acusar a Justiça e Ministério Público de serem eleitoreiros? Então diga claramente isso, o que eu estou dizendo são fatos que todos vocês conhecem e sabem que é a mais pura verdade”.

Na administração dele, também é fato público e notório, quatro secretários foram afastados de seus cargos, estão envolvidos com corrupção. Esses fatos falam por si só”.

Os secretários da Prefeitura de Cuiabá, Emanuel Pinheiro que foram afastados durante a sua gestão, alvos de “Operações” são:

Educação Alex Vieira Passos,
Procuradoria Municipal Marcus Brito,
SaúdeHuark Douglas Correa e Luiz Antônio Possas de Carvalho.

O Democrata que apoia o candidato do Partido Patriota, Roberto França Auad negou que as suas críticas tenham cunho eleitoreiro.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Executiva do Patriota em Mato Grosso se reúne com Bolsonaro e discute Eleições de 2018
Propaganda

Política

Vai faltar Júlio Campos no DEM em 2022?

Publicados

em

Em 1985, em meio as articulações no Congresso Nacional para a eleição indireta, dissidentes do Partido Social Democrático (PDS) deixaram a sigla para fundar o Partido da Frente Liberal (PFL).

A atenção dos brasileiros se voltou na época para uma votação realizada no Congresso Nacional, em Brasília. Em jogo, estava o cargo mais importante do país, a Presidência da República. Pela primeira vez desde o início da ditadura militar, em 1964, um presidente civil seria eleito. Mas não da forma como queria a multidão que foi às ruas no ano anterior durante o movimento Diretas Já, que pedia eleição direta.

Na disputa, apenas duas chapas. Pela Aliança Democrática, de oposição, Tancredo Neves (PMDB) e, como vice, José Sarney. Pelo Partido Democrático Social (PDS), o governista, Paulo Maluf e seu vice Flávio Marcílio. Como previsto pelos institutos de pesquisa, Tancredo saiu vencedor. Milhares de pessoas fizeram festa para comemorar não apenas a eleição de um presidente civil, mas também o fim de 21 anos de poder autoritário, de repressão e censura.

O Partido da Frente Liberal (PFL) nasceu forte, após apoiar a vitória de Tancredo sobre Maluf.

Na eleição de 1994, o pernambucano Marco Maciel se elegeu vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso.

Em 2007, o Partido da Frente Liberal (PFL) é rebatizado de Democratas (DEM), o rebatismo foi ironizado por partidos políticos, o petista Luiz Inácio “Lula” da Silva em 2010 disse que, mesmo mudando o nome, o partido tinha “a ditadura em seu DNA”.

O DEM é definido como um partido conservador nos costumes, um partido de centro direita, na época da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) estavam na direita porque não tinham alternativa. Hoje não são tão radicais.

O DEM giro de 300 graus

O partido depois de sucessivos reveses eleitorais e dissidências, as eleições municipais de 2020 marcaram o retorno dos Democratas ao clube dos grandes partidos. O partido chegou em 2021 no comando de 464 cidades, onde mais de 32,4 milhões de brasileiros vivem sob o comando da legenda.

O partido oriundo da Aliança Renovadora Nacional, partido de sustentação da ditadura o DEM, antigo PFL, vinha se desenhando como o partido de 2022. Se olharmos para alguns indicadores das eleições do pleito passado, a sigla conquistou força política nos grandes centros urbanos.

O Democratas (DEM) se tornou o maior partido da região Centro-Oeste em número de prefeituras municipais.

Apesar do partido chegar em 2022 com um peso político, a sigla não aprende com os erros e a insatisfação é nítida entre os ex-arenistas, peefelistas, pela fusão da sua legenda com o Partido Social Liberal (PSL) entre os “revoltados”, ele o ex-prefeito de Várzea Grande, ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal Júlio José de Campos.

Vai faltar Júlio no DEM em 2022?

A certeza que temos é que faltará apito para o tamanho de intrigas da fusão entre caciques, pré-candidatos e militantes. Mas na “Oca” do DEM, a grande expectativa é pelos sinais de fumaça de Júlio Campos e, com certeza a disputa pelo cocar será acirrada até abril.

A tribo ainda não se recuperou plenamente dos traumas pela possível fusão. Agora, os ex-peefelistas vão demonstrar força antes de se pintarem para a guerra.

À certeza que estamos vendo que a junção dos partidos “apaga a história” do DEM.

A Aliança Renovadora Nacional que se transformou no PDS, depois PFL, depois DEM e correndo sério risco em se transformar União Brasil, do 25 passa a ser 44.

Para aqueles que tem uma história construída na sigla é um momento muito triste. A fusão pode dar causa para saída dos Democratas, Júlio Campos e Dilmar Dal’Bosco.

Dia 5 de novembro Júlio Campos afirmou que os membros mais antigos do partido avaliam se vão continuar ou deixar a sigla após a fusão com o PSL.

Seria um blefe? Não. Foi um aviso, uma preliminar.

Sabemos que os autênticos terão dois caminhos: concordar com esta fusão, ou filiar em outro partido que se afine ideologicamente.

Já dizia Jayme Campos: Júlio Campos é fundador do DEM, do PFL, ele tem o direito de ser ouvido“.

O Blog do Valdemir pergunta: Será que está sendo ouvido? Será que foi ouvido?

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Lucimar alerta; "Caso "Pandemia da Covid-19" piorar, medidas serão revistas"
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA