NENHUMA NOVIDADE

Eleições 2022: quatro razões para você não perder a política nesta semana

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Se a semana passada, foi marcada pela abertura da “romaria” no Palácio Paiaguas, está promete não ser diferente. Os trabalhos na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e na Câmara Municipal de Cuiabá começam nesta terça-feira.

Discussões é o que nos resta neste final do ano pré-eleitoral, porém, na terra de Rondon nada mudará, ainda bem que no meio da semana vai “esquentar“.

Para o leitor ficar bem informado, elencamos para não perder nenhuma dessas situações em que o tempo na política vai estar bem quente, ou melhor, fervendo.

1 – MDB de Bezerra quem vai apoiar está semana?

As bocas malditas, dizem que o presidente do Diretório Estadual do MDB, o cacique Carlos Gomes Bezerra nesta semana estará dividido entre o líder do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, o deputado federal do Partido Progressista (PP), Neri Geller, e o também deputado federal pelo Podemos, José Antônio Medeiros.

Na realidade os emedebistas, não sabem o que querem. Mas quem conhece a sigla sabe muito bem que está tudo resolvido: vai liberar a “Mulher Maravilha” para apoiar seu sogro e caso Wellton Fagundes não dispute o Governo do Estado e vá para a reeleição, MDB seguirá a Mulher Maravilha e o apoiará de volta ao Senado da Republica.

2 – Neri Geller até quando estará enganando a si mesmo?

Para os desavisados, no dia que circulou a notícia da filiação de Bolsonaro no Partido Liberal (PL), o deputado federal Neri Geller do Partido progressista (PP), foi na “romaria” conversar com o ZERO 1. Falaram para Neri: recua e vá para a reeleição.

PS: não foi o ZERO 1 que falou para o Neri, mas sim quem desceu a escadaria do Palácio Paiaguas junto com ele. Tá bom você só vai na boa! Então fica assim: Neri vai disputar o pleito eleitoral de 2022 para Câmara Federal novamente.

Tá percebendo até agora nada de novidades… e nem terás.

3 – Wellton, quem diria o jogo mudando e você ressurgindo das cinzas

Não me venha com este discurso que, agora não é momento, piririm-pororó, blá-blá-blá. Sabemos que uma oportunidade assim não cai duas vezes em 8 anos. Em 2014 não encontrou dificuldade, agora a maioria tentando descarta-lo. Eis que surge o “capitão” que poderá salva-lo do afogamento na praia.

4 – Max Russi começa a se preocupar

Em busca de construir uma esquerda mais viável, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) está fortalecendo seu quadro de olho nas Eleições de 2022. Prestem atenção nas movimentações do presidente do Diretório Estadual do PSB, deputado estadual Max Joel Russi que poderá alçar voos mais altos que uma reeleição.

Max Russi sabe muito bem que as eleições de 2022 não é uma qualquer, não é uma a mais, porque é uma batalha fundamental em torno de tudo. A eleição de 2022 é um plebiscito entre àqueles que querem a continuidade da democracia com o povo. O PSB quer derrotar o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

A legenda por ser associada à esquerda não há a imagem “maculada da corrupção”. Em 2018, a justificativa da corrupção pesou para que muitos eleitores “indecisos” optassem por não voltar em alguns candidatos. Entendeu? Então não perca os próximos passos.

Nota da redação

Muito bem, vamos começar com a reeleição de Mendes. O governador sabe muito bem que um adversário que vier apoiado por Bolsonaro, ele terá que gastar mais sola do tênis. Assim, o desafio é resolver com o presidente para não interferir em Mato Grosso, apoiando Wellton para o Senado e Medeiros para federal. Em troca pediria para os ex-governador Blairo Borges Maggi do Partido Progressista (PP), recuar com a candidatura de Neri Geller ao Senado da República.

Em julho, o governador Mauro Mendes se reuniu com Jair Messias Bolsonaro para debater as conjunturas políticas de 2022.

Por outro lado, PSD, MDB e Progressistas, cada dia aparece na mídia com nenhuma novidade, porque sabem o final do ano pré-eleitoral.

Saibam que todos os dias surgem especulações, mas, por favor parem de brincar com a inteligência do leitor.

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Política

Vai faltar Júlio Campos no DEM em 2022?

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Em 1985, em meio as articulações no Congresso Nacional para a eleição indireta, dissidentes do Partido Social Democrático (PDS) deixaram a sigla para fundar o Partido da Frente Liberal (PFL).

A atenção dos brasileiros se voltou na época para uma votação realizada no Congresso Nacional, em Brasília. Em jogo, estava o cargo mais importante do país, a Presidência da República. Pela primeira vez desde o início da ditadura militar, em 1964, um presidente civil seria eleito. Mas não da forma como queria a multidão que foi às ruas no ano anterior durante o movimento Diretas Já, que pedia eleição direta.

Na disputa, apenas duas chapas. Pela Aliança Democrática, de oposição, Tancredo Neves (PMDB) e, como vice, José Sarney. Pelo Partido Democrático Social (PDS), o governista, Paulo Maluf e seu vice Flávio Marcílio. Como previsto pelos institutos de pesquisa, Tancredo saiu vencedor. Milhares de pessoas fizeram festa para comemorar não apenas a eleição de um presidente civil, mas também o fim de 21 anos de poder autoritário, de repressão e censura.

O Partido da Frente Liberal (PFL) nasceu forte, após apoiar a vitória de Tancredo sobre Maluf.

Na eleição de 1994, o pernambucano Marco Maciel se elegeu vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso.

Em 2007, o Partido da Frente Liberal (PFL) é rebatizado de Democratas (DEM), o rebatismo foi ironizado por partidos políticos, o petista Luiz Inácio “Lula” da Silva em 2010 disse que, mesmo mudando o nome, o partido tinha “a ditadura em seu DNA”.

O DEM é definido como um partido conservador nos costumes, um partido de centro direita, na época da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) estavam na direita porque não tinham alternativa. Hoje não são tão radicais.

O DEM giro de 300 graus

O partido depois de sucessivos reveses eleitorais e dissidências, as eleições municipais de 2020 marcaram o retorno dos Democratas ao clube dos grandes partidos. O partido chegou em 2021 no comando de 464 cidades, onde mais de 32,4 milhões de brasileiros vivem sob o comando da legenda.

O partido oriundo da Aliança Renovadora Nacional, partido de sustentação da ditadura o DEM, antigo PFL, vinha se desenhando como o partido de 2022. Se olharmos para alguns indicadores das eleições do pleito passado, a sigla conquistou força política nos grandes centros urbanos.

O Democratas (DEM) se tornou o maior partido da região Centro-Oeste em número de prefeituras municipais.

Apesar do partido chegar em 2022 com um peso político, a sigla não aprende com os erros e a insatisfação é nítida entre os ex-arenistas, peefelistas, pela fusão da sua legenda com o Partido Social Liberal (PSL) entre os “revoltados”, ele o ex-prefeito de Várzea Grande, ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal Júlio José de Campos.

Vai faltar Júlio no DEM em 2022?

A certeza que temos é que faltará apito para o tamanho de intrigas da fusão entre caciques, pré-candidatos e militantes. Mas na “Oca” do DEM, a grande expectativa é pelos sinais de fumaça de Júlio Campos e, com certeza a disputa pelo cocar será acirrada até abril.

A tribo ainda não se recuperou plenamente dos traumas pela possível fusão. Agora, os ex-peefelistas vão demonstrar força antes de se pintarem para a guerra.

À certeza que estamos vendo que a junção dos partidos “apaga a história” do DEM.

A Aliança Renovadora Nacional que se transformou no PDS, depois PFL, depois DEM e correndo sério risco em se transformar União Brasil, do 25 passa a ser 44.

Para aqueles que tem uma história construída na sigla é um momento muito triste. A fusão pode dar causa para saída dos Democratas, Júlio Campos e Dilmar Dal’Bosco.

Dia 5 de novembro Júlio Campos afirmou que os membros mais antigos do partido avaliam se vão continuar ou deixar a sigla após a fusão com o PSL.

Seria um blefe? Não. Foi um aviso, uma preliminar.

Sabemos que os autênticos terão dois caminhos: concordar com esta fusão, ou filiar em outro partido que se afine ideologicamente.

Já dizia Jayme Campos: Júlio Campos é fundador do DEM, do PFL, ele tem o direito de ser ouvido“.

O Blog do Valdemir pergunta: Será que está sendo ouvido? Será que foi ouvido?

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