ELEIÇÃO EM 2020

Eduardo Botelho nesta crise vira “noiva da vez” e desperta a ciumeira no DEM

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Os rumores de que o Partido Democrata (DEM) estaria articulando o nome do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho para figurar como candidato do partido na sucessão municipal em Cuiabá tem deixado alguns dos filiados veteranos da agremiação incomodados.

Não bastassem os outros contratempos provocados pela crise do novo “Coronavírus”, a credibilidade no meio político, desgaste de gestores públicos no combate ao “Covid-19”, desgaste de uma eleição atípica, agora surge a ciumeira por parte de alguns políticos, correligionários, tudo por causa da “noiva da vez“, deputado estadual do Partido Democrata (DEM), e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho.

Um dos problemas que o Blog do Valdemir identificou é a quantidade de candidatos na possível chapa encabeçada por Eduardo Botelho, é muita gente.

Outro problema na sigla dos Democratas é a crise de ansiedade. Dividido entre Palácio Paiaguas e Palácio Dante de Oliveira (Assembleia Legislativa). Os Democratas de Cuiabá vivem a sua maior expectativa, após 20 anos longe do comando da Prefeitura de Cuiabá e não tem nenhum vereador na Câmara Municipal de Cuiabá para representar a sigla diante da população.

A tensão é grande, o clima de ciumeira é de se espantar. Haja “Lexotam”.

Entendam o que está acontecendo nos bastidores da política cuiabana nas últimas 48 horas. Desde que o nome de Eduardo Botelho surgiu como uma das alternativas do Partido do DEM para disputar a cadeira numero 1 da Prefeitura de Cuiabá, se instalou se uma “onda” de leva e trás, uma demissão de um aliado dos Campos, já se instalam racha, e por aí vai…

Mas como nossa reportagem quando entra nos acontecimentos, trás a causa e o causador do blá…blá…blá.

Neste domingo conversamos com um militante e membro do diretório estadual do DEM, e o mesmo afirmou:

Servidor público pode ser demitido. Não existe contrato entre governo e partido em que não pode haver demissão. Mas saiba que é ao contrário, disse um militante democrático.

Agora vamos lá: não é demissão, que leva os irmãos Campos a se opor a um governo, saibam que os Democratas tem a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), saibam que neste final de semana Jayme Campos e Mauro Mendes se falaram por bom tempo no telefone e o assunto foi momento que Mato Grosso vem passando.

Então sendo assim o Blog do Valdemir afirma e reafirma: o que existe são fortes indícios de ciumeira, por conta da “noiva da vez“, Eduardo Botelho.

De acordo com levantamento da nossa reportagem, o sentimento de dá por conta por conta de que cada um sabe de sua parcela de participação na gestão Mauro Mendes.

Não existe racha no DEM, o que está havendo é uma crise de ciumeira, diz nossa fonte.

Eita… começou as plantações

Em ano eleitoral todos os “pingos” viram interpretações, conforme o que lhe interessa, algumas lógicas e muitas infundadas. Mas, vamos pensar um pouquinho. O DEM tem um Senador da Republica, comanda o Palácio Paiaguas, tem tudo para ganhar a Prefeitura da Capital, no qual muitos eram, muitos desistiram, o que resta: ciumeiras, plantações, preocupações.

Oras amigos internautas, ninguém faz nada sozinho, a eleição de Mauro Mendes para governo não foi por acaso, foi com fruto de trabalho dos Democratas, de homens e mulheres liderados pelos irmãos Jayme e Júlio Campos e pelo direcionamento e experiência de cada um.

O que está acontecendo nos bastidores dos Democratas é que aliados ligados a grupo de Mauro Mendes e Jayme Campos, estão surpresos como está caminhando as eleições de Cuiabá, está caindo nas mãos dos Democratas, sem fazer esforço e, a articulação de Eduardo Botelho e a desenvoltura que transita muito bem entre os demais partidos.

O que existe de verdade é que não haverá racha, senão vejamos e convenhamos.

O presidente do Diretório Municipal de Cuiabá é Alberto Machado, o “Beto Dois a Um” é ligado ao parlamentar estadual e presidente da Casa de Leis, José Eduardo Botelho.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso é ligado a família Campos e cada dia que se passa, ganha a confiabilidade e respeito do Palácio Paiaguas, devido a sua articulação nas matérias do Executivo.

Hei não existe racha existe ciumeira.

Racha? Como assim?

Não existe racha, no partido é ciumeira, a pior coisa é ciúme de homem. Quem faz a verdadeira política mato-grossense, sabe muito bem como a família Campos faz política. Não é com perdas e sim com objetivos, assim caminha a família Campos na política.

Nota da redação

Não se assustem a tensão e o estresse que vão dominar as negociações para a escolha dos principais protagonistas, coadjuvantes e figurantes da possível eleição 2020.

Todos serão contaminados pelo vírus da ansiedade pré-nominata, pouco importa a colaboração partidária. Vai ser um barata voa.

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Política

Apesar dos protestos, PEC da Previdência é aprovado por 16 votos favoráveis

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A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera as regras de aposentadoria dos servidores estaduais replica as novas normas já aprovadas para os servidores federais vai possibilitar que o Estado de Mato Grosso reduza em R$ 25 bilhões o déficit financeiro da previdência previsto para os próximos 10 anos.

Dos R$ 31 bilhões estimados, apenas R$ 6 bilhões precisariam ser pagos com recursos dos cofres públicos no período, conforme relatório técnico do Mato Grosso Previdência (MT/Prev).

Caso não fosse aprovada a reforma para conter o déficit de Mato Grosso, implicaria ainda em restrições ao Estado junto à União, o que impediria Mato Grosso de receber transferências do governo federal, firmar convênios, e até de receber parcelas de convênios já celebrados.

Nesta quarta-feira (12), mesmo sob protestos dos servidores estaduais, que realizaram também uma carreata pelas ruas do Centro Político e Administrativo (CPA), na Capital, por 16 votos favoráveis e 8 contrários, os parlamentares mato-grossenses aprovaram em sessão ordinária, o Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, a PEC da Previdência.

José Eduardo Botelho (DEM), presidente da Casa de Leis, depois de votar a PEC, colocou em votação as emendas que tiveram pedido de destaque. A PEC da Previdência teve 112 emendas apresentadas.

Foi uma PEC amplamente debatida, está aqui desde o início de março. Foi discutidos, todos tiveram oportunidade de apresentar emendas, votamos em destaque, o que nem é permitido pelo regimento, mas concedemos o destaque para dar oportunidade de o plenário decidir. O que foi votado é a vontade da maioria dos deputados. Eu acredito que é o melhor. Não saiu como muitos queriam, mas foi a posição da maioria”.

Em relação à emenda 75, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), disse que participou da articulação da emenda de autoria das lideranças partidárias.

Essa emenda 75, eu mesmo participei da articulação ela, ela faz justiça com o trabalhador que se aposenta com um salário melhor. A pessoa trabalha um pouco mais, porém, se aposenta com um salário melhor”, afirmou o presidente da Casa de Leis.

Das emendas que seguiram para votação em destaque, os deputados aprovaram apenas uma, a emenda 75, de autoria das lideranças partidárias. A emenda acrescenta o parágrafo único ao Art. 6º do Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, mensagem 16/2020, com a seguinte redação:

Art. 6º (…) Parágrafo único, para efeitos da aplicação do disposto no artigo 26 da Emenda Constitucional n.º 103/19, mencionado no caput, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado o servidor, correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994, ou desde a do início da contribuição, devendo-se observar, ainda, as demais regras nele contidas. Os deputados rejeitaram as emendas 27, 58, 65, 66, 90, 68, 111, 98, 100, 70, 102, 74, 82, 83, 86, 102, 104, 105 e 106“.

Entre as principais mudanças propostas, está o aumento da idade mínima de aposentadoria de 55 anos para 62 para mulheres, e de 60 para 65 anos para homens. As carreiras da área de segurança e dos professores também ganham regras próprias, se aposentando mais cedo do que as carreiras do regime geral. A aposentadoria compulsória permanece aos 75 anos para todos os servidores.

Votaram contra a PEC da Previdência os deputados; Thiago Alexandre Rodrigues da Silva (MDB), Lúdio Frank Mendes Cabral (PT), Claudinei de Souza Lopes, o “Delegado Claudinei” (PSL), Elizeu Francisco do Nascimento (DC), Janaína Greyce Riva (MDB), Allan Kardec Pinto Acosta Benitez, mais conhecido como Professor Allan, (PDT), Valdir Mendes Barranco (PT) e Max Joel Russi (PSB).

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