Política

“Curtinhas e Apimentadas”

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Deu na Revista CrusuÉ

A Revista CrusÉ no ultimo dia 23, publicou uma matéria de que há uma disputa nos bastidores do Governo Federal pela presidência da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura.

O ex-secretário da Casa Civil do Distrito Federal, Eumar Novack tenta angariar apoios de parlamentares da bancada ruralista que cultivam boa relação com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, ou simplesmente Tereza Cristina, com o apoio do deputado federal Neri Geller, do Partido Progressista (PP) do Estado de Mato Grosso, e também do ex-deputado federal, Nilson Leitão, consultor especial da Presidência da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil.

Eumar Novack tem uma boa amizade com o federal Neri Geller, que também emplacou a sogra Vera Maria Dal Sotto como secretaria de parlamentar em seu gabinete. Dal Sotto esta nomeada, mas não costuma aparecer para trabalhar, conforme dizem os próprios funcionários que batem ponto no local.

Outro problema é que Eumar Novacki foi quem indicou o atual presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, cuja gestão foi questionada pelo próprio presidente da Republica Jair Messias Bolsonaro. (Com informações da Revista CrusuÉ)

MPE pede a condenação de dois ex-presidentes do Detran

A ação do Ministério Publico Estadual contra o médico Rodrigo Barbosa, filho do ex-governador Silval Barbosa, e mais quatro pessoas, por suspeita propina em um contrato da empresa Sal Locadora com órgãos do Estado, pede a condenação de dois ex-presidentes do Detran.

Conforme o Ministério Publico Estadual, tanto Teodoro Moreira Lopes, o “Dóia”, quanto Giancarlo da Silva Castrillon devem ser responsabilizados pelo superfaturamento de um contrato do Detran com a Sal, que faz locação de carros. O superfaturamento, segundo o MPE, possibilitou o pagamento de propina ao filho de Silval e ao ex-secretário de Administração Pedro Elias.

É inquestionável a responsabilidade de Teodoro Moreira Lopes pela prática de improbidade administrativa”, diz trecho da ação.

O Ministério Publico Estadual pede a indisponibilidade de bens de Dóia no valor de R$ 412 mil e o pagamento de R$ 206 mil para reparação de danos.

Sobre Giancarlo Castrillon, o promotor Arnaldo Justino da Silva diz que ele também deve ser responsabilizado porque, a despeito de ter sido alertado sobre o superfaturamento do contrato, “permaneceu inerte”.

O Ministério Publico Estadual pediu de Castrillon, a indisponibilidade no valor de R$ 281 mil e pagamento de R$ 140 mil para reparação do dano ao erário.

Dando o que falar

Os carros oficiais disponibilizados pela Mesa Diretora mal foram entregues aos vereadores e já dão o que falar. A denúncia de que um dos carros da Câmara Municipal de Cuiabá a disposição de vereadores estaria sendo usado para transportar eleitores durante eleição de bairros que ocorreu neste domingo, no bairro Pedregal, na Capital.

Um Onix branco placa QCF 2825, o que facilita a apuração pela Mesa Diretora, já que o telefone da Ouvidoria (3617-1571) não atende aos chamados de quem liga.

Emanuel e Mãe Dináh

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), brincou que deve apelar para forças ocultas para tentar entender o que levou a rixa que teve início com o governador Mauro Mendes (DEM).

O gestor da Capital mato-grossense afirmou que pretende até procurar a Mãe Dináh para saber o que fez o governador se comportar desta forma.

Infelizmente, esta consulta o emebista não irá conseguir marcar, já que a vidente morreu em agosto deste ano. Pelo menos por enquanto, o motivo da rusga entre os dois permanece oculto.

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Política

Eleições 2020: não basta pedir voto, tem que convencer o eleitor sair para votar

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Enquanto os marqueteiros estão ligados nos bastidores da política para apresentar os seus candidatos no Horário Eleitoral Gratuito, os candidatos a Prefeitura de Cuiabá, estão ligados, que nesta reta final é conquistar o voto do eleitor que ainda não escolheu um candidato e convencer o eleitor a sair pra votar.

Faltando 27 dias para o pleito eleitoral os partidos e políticos tentam evitar que o eleitor insatisfeito com o atual cenário político core nulo, branco ou não compareça na sua sessão eleitoral para votar no dia 15 de novembro.

Abstenção, brancos e nulos

As abstenções, votos brancos e nulos vem numa crescente se consideradas as últimas eleições municipais em Cuiabá.

Em 2008 foram 20,7%, em 2012 foi de 35,62%, em 2016 no primeiro turno, somados esses percentuais de brancos, nulos e abstenções chegaram a 33,55%.

No segundo turno de 2016, chamou a atenção 41,03%, desse total a maior parte é de abstenção. Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), foram 104.235 eleitores, que corresponde a 25,11%, não compareceu às urnas.

O percentual de votos nulos também é significativo 11,77% um total de 36% eleitores rejeitaram os candidatos Emanuel Pinheiro e Wilson Santos. Outros 4,15% representados por 12.909 eleitores cuiabanos votaram em branco.

Somados, esse número, incluindo os que se abstiveram de votar é de 153.738 mil eleitores.

Percebe-se que, naquele ano, houve a terceira alta seguida de abstenção nas eleições municipais em Cuiabá.

Um fenômeno que indica um aumento de “desalento” dos eleitores, ou seja, uma menor confiança na política e no valor do seu voto.

O que diz o TRE-MT

Embora o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), do Estado de Mato Grosso, desembargador Gilberto Giraldelli, tenha garantido que o processo eleitoral ocorrerá de forma segura, respeitando todas as normas de segurança, mesmo com os números elevados da Pandemia de Covid-19, ainda é grande o receio das pessoas em comparecer às urnas em novembro.

Especialista na área da Saúde procurado pelo Blog do Valdemir, teme que a doença crie também uma “desesperança” na população em relação ao futuro, além de provocar “insegurança” nos eleitores em se expor ao exercer a cidadania.

Inicialmente, as eleições estavam previstas para 4 e 25 de outubro, mas foram adiadas, devido ao avanço da Covid-19, para 15 e 29 de novembro. Neste ano, com o agravamento da Pandemia, a própria Justiça Eleitoral fez ampla campanha para atrair voluntários para trabalhar no processo eleitoral, temendo possível debandada de auxiliares.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Gilberto Giraldelli disse que se preocupa com abstenções em percentual elevado por causa da Pandemia do Coronavírus.

Sobre abstenção, há a necessária legitimamente aos candidatos eleitos. Estamos vivendo um período de Pandemia, que é um fenômeno que não podemos ignorar. Isso pode afastar os eleitores do grupo de risco e por uma questão de saúde pública podem deixar de comparecer“, disse o presidente Gilberto Giraldelli.

O aumento de abstenção pode impactar o desfecho das eleições que estiverem acirradas?

O impacto de um aumento na abstenção sobre o resultado das eleições dependerá de como esse fenômeno afetará diferentes segmentos da sociedade.

Exemplificando: se a pandemia afastar das urnas especialmente idosos (grupo de risco da Covid-19) e os mais pobres, que historicamente tem taxas maiores de abstenção, naturalmente candidatos que tenham apoio maiores desses segmentos, perderão mais votos com a abstenção.

Uma pesquisa realizada pelo PoderData mostra que, mesmo com o adiamento do 1º turno para 15 de novembro, praticamente metade, cerca de 49% dos brasileiros acha arriscado ir votar presencialmente por causa da Pandemia da Covid-19. Outros 43% dizem haver segurança para realização do pleito. Os que não souberam responder são 8%.

Nota da redação

Estamos no momento de decisão onde está em jogo o futuro da nossa cidade e o futuro das próximas gerações, dos nossos filhos e netos. Votar ou abster-se é transferir essa decisão para outras pessoas, é deixar que outras pessoas decidissem por nós.

Senhores (as) candidatos (as): não basta somente pedir voto, tem que convencer o eleitor a sair para votar.

Não se esqueçam que a abstenção vem crescendo e, o que vamos precisar ver, depois das eleições, é se a pandemia vai aumentar mesmo essa abstenção ou será a desculpa de vez.

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