NOVO DECRETO

Cuiabá edita novo Decreto: aulas na rede pública possivelmente dia 28 de junho

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Será publicado em edição suplementar do Diário Oficial dos Municípios desta segunda feira (11), o Decreto 7.898, com atualização das medidas à “Pandemia do Coronavírus“, a “Covid-19“, assinada pelo prefeito Emanuel Pinheiro neste sábado (9) que vai representar uma economia mensal de R$ 220 mil, chegando a R$ 660 mil no período de 90 dias.

Com o Novo Decreto, o prefeito da Capital adota ações com prazos prorrogáveis de até 30 dias. Todas as medidas adotadas estão em conformidades com orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS), Ministério da Saúde (MS) e Governo do Estado de Mato Grosso.

Cada gestor vai definir por portaria o funcionamento de sua secretaria. Manteremos o funcionamento em regime presencial apenas dos serviços essenciais. É importante que vocês compreendam que tudo isso não é vontade pessoal do prefeito, é necessidade, é responsabilidade com a saúde e a vida das pessoas”.

E por determinação do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), também está suspenso o pagamento do Prêmio Saúde à todos os servidores da área administrativa. Os valores serão redistribuídos aos profissionais da Saúde que trabalham diretamente no enfrentamento da pandemia.

O Blog do Valdemir destaca algumas medidas que foram transmitidas pelo Facebook na manhã deste sábado pelo prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro:

Upa do verdão

A nova unidade está aparelhada e permanecerá fechada até 31 de maio, pois será decidido se funcionará realmente como Upa ou será unidade de apoio ao hospital referência da Covid-19 (o antigo Pronto-Socorro).

Transporte

Até dia 17 de maio o transporte público, irá funcionar com até 75% da frota circulando. A nova medida mantém a suspensão de passe livre para estudantes e idosos, até dia 19 de maio.

Praças públicas

Parques municipais, quadras esportivas, campos de futebol e miniestadios continuam fechados por mais 30 dias. O município irá reforçar a fiscalização nas praças e parques.

Volta as aulas

O decreto novo não aborda a educação, porém o prefeito Emanuel Pinheiro disse que, está inclinado a não liberar o início das aulas na rede pública municipal a partir do dia 18 de maio. O alcaide cuiabano disse que dependerá do comportamento da curva da Covid-19, nos próximos dias e, dos contatos junto ao Ministério da Saúde.

PS: Fonte do staff de Emanuel Pinheiro, revelaram para a equipe do blog do Valdemir que, as aulas na rede pública Municipal, possivelmente retornarão somente dia 28 de junho.

Fornecedores

A Prefeitura de Cuiabá, esta lançando ação de negociação dos contratos vigentes com fornecedores, no qual, um comitê fiscal se debruçara em cada secretaria.

Meta: redução de 25%não queremos quebrar nenhuma empresa, mas precisamos nos preparar para as vagas magras“, pontuou Emanuel em transmissão on-line.

Recomendação

O prefeito recomenda que condomínios também evitem uso de quadras com aglomerações “síndicos, colaborem com Cuiabá”, disse ainda que evitará confrontos judiciais e, que isso, é apenas um apelo.

Dentre as novas tratativas estão a suspensão também por 90 dias de pagamento de Verba Indenizatória (VI) para secretário, vice-prefeito e prefeito de Cuiabá; prorrogação do “home office” de servidores até o dia 28 de junho e manutenção da frota de ônibus da capital em 70% de funcionamento.

Nota da redação

Informação que chegou a nossa equipe é que: tem umas partes do decreto que permitem usar fundos sem prestar conta.

Nossa equipe vai acompanhar de perto esta informação. Afinal bastidores é com o Blog do Valdemir.

Confira o Decreto

http://www.cuiaba.mt.gov.br/download.php?id=111258

http://www.cuiaba.mt.gov.br/download.php?id=111257

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Política

Vai faltar Júlio Campos no DEM em 2022?

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Em 1985, em meio as articulações no Congresso Nacional para a eleição indireta, dissidentes do Partido Social Democrático (PDS) deixaram a sigla para fundar o Partido da Frente Liberal (PFL).

A atenção dos brasileiros se voltou na época para uma votação realizada no Congresso Nacional, em Brasília. Em jogo, estava o cargo mais importante do país, a Presidência da República. Pela primeira vez desde o início da ditadura militar, em 1964, um presidente civil seria eleito. Mas não da forma como queria a multidão que foi às ruas no ano anterior durante o movimento Diretas Já, que pedia eleição direta.

Na disputa, apenas duas chapas. Pela Aliança Democrática, de oposição, Tancredo Neves (PMDB) e, como vice, José Sarney. Pelo Partido Democrático Social (PDS), o governista, Paulo Maluf e seu vice Flávio Marcílio. Como previsto pelos institutos de pesquisa, Tancredo saiu vencedor. Milhares de pessoas fizeram festa para comemorar não apenas a eleição de um presidente civil, mas também o fim de 21 anos de poder autoritário, de repressão e censura.

O Partido da Frente Liberal (PFL) nasceu forte, após apoiar a vitória de Tancredo sobre Maluf.

Na eleição de 1994, o pernambucano Marco Maciel se elegeu vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso.

Em 2007, o Partido da Frente Liberal (PFL) é rebatizado de Democratas (DEM), o rebatismo foi ironizado por partidos políticos, o petista Luiz Inácio “Lula” da Silva em 2010 disse que, mesmo mudando o nome, o partido tinha “a ditadura em seu DNA”.

O DEM é definido como um partido conservador nos costumes, um partido de centro direita, na época da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) estavam na direita porque não tinham alternativa. Hoje não são tão radicais.

O DEM giro de 300 graus

O partido depois de sucessivos reveses eleitorais e dissidências, as eleições municipais de 2020 marcaram o retorno dos Democratas ao clube dos grandes partidos. O partido chegou em 2021 no comando de 464 cidades, onde mais de 32,4 milhões de brasileiros vivem sob o comando da legenda.

O partido oriundo da Aliança Renovadora Nacional, partido de sustentação da ditadura o DEM, antigo PFL, vinha se desenhando como o partido de 2022. Se olharmos para alguns indicadores das eleições do pleito passado, a sigla conquistou força política nos grandes centros urbanos.

O Democratas (DEM) se tornou o maior partido da região Centro-Oeste em número de prefeituras municipais.

Apesar do partido chegar em 2022 com um peso político, a sigla não aprende com os erros e a insatisfação é nítida entre os ex-arenistas, peefelistas, pela fusão da sua legenda com o Partido Social Liberal (PSL) entre os “revoltados”, ele o ex-prefeito de Várzea Grande, ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal Júlio José de Campos.

Vai faltar Júlio no DEM em 2022?

A certeza que temos é que faltará apito para o tamanho de intrigas da fusão entre caciques, pré-candidatos e militantes. Mas na “Oca” do DEM, a grande expectativa é pelos sinais de fumaça de Júlio Campos e, com certeza a disputa pelo cocar será acirrada até abril.

A tribo ainda não se recuperou plenamente dos traumas pela possível fusão. Agora, os ex-peefelistas vão demonstrar força antes de se pintarem para a guerra.

À certeza que estamos vendo que a junção dos partidos “apaga a história” do DEM.

A Aliança Renovadora Nacional que se transformou no PDS, depois PFL, depois DEM e correndo sério risco em se transformar União Brasil, do 25 passa a ser 44.

Para aqueles que tem uma história construída na sigla é um momento muito triste. A fusão pode dar causa para saída dos Democratas, Júlio Campos e Dilmar Dal’Bosco.

Dia 5 de novembro Júlio Campos afirmou que os membros mais antigos do partido avaliam se vão continuar ou deixar a sigla após a fusão com o PSL.

Seria um blefe? Não. Foi um aviso, uma preliminar.

Sabemos que os autênticos terão dois caminhos: concordar com esta fusão, ou filiar em outro partido que se afine ideologicamente.

Já dizia Jayme Campos: Júlio Campos é fundador do DEM, do PFL, ele tem o direito de ser ouvido“.

O Blog do Valdemir pergunta: Será que está sendo ouvido? Será que foi ouvido?

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