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“Coronel Fernanda” visita lideranças evangélicas e recebe apoio e oração pela sua candidatura ao Senado

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Candidata dedicou o sábado para visitar e dialogar com pastores e membros de Igrejas evangélicas em Cuiabá

Lançada na política pelo presidente da República Jair Bolsonaro para disputar a eleição suplementar de 26 de abril, a candidata ao Senado da Republica pelo Patriota, Rúbia Fernanda Diniz Siqueira, a “Coronel Fernanda” como é conhecida na corporação, dedicou o dia de sábado (14) para visitar unidades de Igrejas Evangélicas em Cuiabá, recebendo manifestações de apoio ao seu projeto político. Na ocasião, foi apresentada aos membros e pastores que se dedicam à obra de Deus.

A “Coronel Fernanda”, segundo a militar, nunca teve pretensões políticas, mas que ao receber o convite no mês de fevereiro do presidente da Republica, Jair Messias Bolsonaro, (sem partido), resolveu aceitar sem hesitar, como “uma boa militar” cumprindo uma ordem.

Segundo a “Coronel Fernanda”, depois da ligação de Jair Bolsonaro, ela permaneceu em silêncio sem muito alarde. Não comentou nem com o marido, que também é militar, o que estava por vir.

Conforme a “Coronel Fernanda”, o presidente Jair Bolsonaro pediu a ela apenas uma coisa: que escolhesse os suplentes que comporiam sua chapa com idoneidade, sem problemas com a Justiça, com princípios cristãos, que valorizem a família e sem nenhum envolvimento com corrupção.

Visita a lideranças evangélicas

Rúbia Fernanda Diniz Siqueira, acompanhada do primeiro suplente e correligionário Victório Galli, compareceu à sede da Igreja “Voz da Verdade, no bairro CPA II, na Capital, onde foi recebida pelo conselho de pastores que participava de uma reunião com o pastor Oscemário Daltro e Osmário Daltro. Ambos são membros do Conselho de Pastores de Cuiabá e Mato Grosso (Comec).

Uma pessoa que aceita este desafio é porque com certeza tem garra, coragem e disposição para mudar conceitos da política nacional. E ainda deixou claro o compromisso de defender a família e os valores cristãos. Que Deus lhe abençoe nesta missão“, disse o pastor Osmário Daltro.

Em seguida, a candidata “Coronel Fernanda” compareceu à sede do Grande Templo, localizada na Avenida do CPA, para acompanhar a reunião do Conselho Ministerial que agrega pastores evangélicos de Cuiabá e municípios do interior de Mato Grosso.

Na ocasião, o pastor Rubens Ciro destacou que a política nacional enfrenta momentos de turbulência com o Congresso Nacional resistente a mudanças drásticas que permitam a moralidade da administração pública onde muitos parlamentares colocam o interesse público em último plano.

Apesar disso, o Brasil ainda está mudando a passos lentos. Nestes momentos de turbulência, Deus convoca pessoas de bem para fazer a política necessária e o combate à politicagem. Espero que a coronel Fernanda possa trabalhar em paz, com fé em Deus, e ter sucesso em seu projeto político“, declarou.

A candidata “Coronel Fernanda” que congrega na Igreja Restaurar, agradeceu a recepção e as orações dos pastores ao seu projeto político.

Como cristão, não poderia deixar de valorizar a fé em um momento onde sou convocada a participar de um projeto tão relevante a nossa sociedade“.

Após ser recebida pelos pastores do Conselho Ministerial da Assembleia de Deus a “Coronel Fernanda” foi apresentada às irmãs evangelistas e integrantes dos círculos de oração das igrejas de Várzea Grande.

Ao final da manhã, a candidata “Coronel Fernanda” fez uma visita de cortesia ao pastor Sebastião Rodrigues de Souza, presidente da Convenção dos Ministros da Assembleia de Deus de Mato Grosso (Comademat) e a sua esposa irmã Nilda.

O encerramento do ciclo de visitas se deu às 17h com uma visita à Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança localizada na Estrada do Moinho, em Cuiabá, onde foi recepcionada pelo pastor Edivaldo Gonzaga de Melo e demais pastores e membros do campo.

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Política

“CPI do Paletó”; Relatório pede afastamento e cassação do prefeito Emanuel Pinheiro

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro por quebra de decoro e obstrução de justiça, aprovou um relatório paralelo ao oficial em que pede o afastamento do prefeito do cargo durante o prazo de 180 dias, bem como a abertura de comissão processante contra Pinheiro, que pode culminar na cassação de seu mandato.

O relatório foi apresentado durante a última reunião da CPI do Paletó nesta sexta-feira (10), pelo vereador Sargento Joelson (SD) e teve o voto favorável do vereador Marcelo Bussiki (DEM), presidente da CPI. O vereador Toninho de Souza (PSD), relator da comissão, apresentou um relatório também, mas foi voto vencido.

Em seu documento, Toninho apontou ser “impossível” responsabilizar o prefeito Emanuel Pinheiro, pois o vídeo em que Emanuel aparece recebendo maços de dinheiro e os colocando no paletó ocorreu na época em que ele era deputado estadual e não no cargo de prefeito. O dinheiro, segundo oitiva do governador Silval Barbosa, e de seu ex-chefe de gabinete, Sílvio Corrêa à CPI do Paletó, era fruto de propina e foi pago para Emanuel para que ele apoiasse os projetos do Executivo.

Diante do exposto e considerando que os supostos crimes elencados no ponto nº 2 na presente CPI, qual seja o suposto recebimento de valores ilícitos durante o exercício do mandato de deputado estadual, o senhor prefeito Emanuel Pinheiro, não tendo os supostos fatos ligação com o mandato atual e tendo sido cometidos em relação as funções do cargo de prefeito, entendo que não é possível o julgamento desses fatos por essa CPI por limitação de competência impondo óbice constitucional, disse Toninho.

No entanto, o vereador Sargento Joelson discordou e elaborou um relatório paralelo, em que apontou que o vídeo, independentemente do período em que foi gravado, comprova que Emanuel Pinheiro agiu com conduta incompatível com a dignidade e o decoro do cargo que ocupa.

Segundo ele, Emanuel inclusive cometeu infrações éticas, já que tal vídeo atinge a credibilidade e a respeitabilidade da Prefeitura de Cuiabá perante a sociedade e demais instituições.

Além disso, o relatório apontou que Emanuel atuou para dificultar os trabalhos da CPI do Paletó. Por essa razão, Joelson pediu pela abertura de processo político-administrativo e o afastamento de Emanuel Pinheiro durante o período em que o processo ocorrer.

Com respaldo no que estabelece na Constituição do Estado de Mato Grosso e considerando os diversos embaraços criados pelo prefeito Emanuel Pinheiro, em parceria com o senhor Allan Zanata, para dificultar a colheita de provas e até mesmo para anular as poucas existentes, voto pela suspensão liminar do exercício do mandato do prefeito municipal de Cuiabá pelo prazo de até 180 dias, ou até a conclusão do processo, disse Joelson.

Já o vereador Marcelo Bussiki votou acompanhando o relatório de Joelson, pedindo ainda a inclusão do crime de improbidade administrativa no rol de acusações, já que Emanuel Pinheiro se enriqueceu ilicitamente e causou prejuízo ao erário ao ter recebido dinheiro fruto de propina. Além disso, apontou que Pinheiro fez parte de uma organização criminosa, já que estava junto ao grupo de deputados que, agindo de forma associada, obtiveram vantagens indevidas e cometeram crimes graves, que foram flagrados no vídeo.

Em razão de todo o exposto, bem como das robustas e evidentes provas produzidas no decorrer de todo o transcurso dessa Comissão Parlamentar de Inquérito, acompanho o relatório produzido pelo membro dessa Comissão Vereador Sargento Joelson, no sentido de que o acusado cometeu os delitos de obstrução de justiça, bem como quebra de decoro do cargo, por receber dinheiro oriundo de propina, concussão, organização criminosa e ato de improbidade administrativa. Consequentemente, voto pela abertura de uma comissão processante em desfavor do acusado e que seja o mesmo condenado à cassação do cargo que ocupa, de Prefeito de Cuiabá“, disse Bussiki.

Além da abertura de comissão processante e do afastamento, o relatório apontou ainda a necessidade de que todo o trabalho apurado ao longo da CPI seja encaminhado ao Ministério Público Federal, à Polícia Federal, ao Ministério Público Estadual e à Delegacia Fazendária, para as providências que o caso requer.

Com a aprovação do relatório na comissão, o documento será encaminhado ao presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Misael Galvão, que deve colocar à votação dos demais parlamentares, em sessão plenária.

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