COVID-19

Comportamento perigoso dos gestores de Mato Grosso, trará consequências lamentáveis

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O Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), nos últimos vem mandando recado direto para a população, pedindo mais responsabilidade e consciência para que não haja aglomerações.

Não podemos brincar com esse vírus, infelizmente tem uma faixa da população que ainda acha que vive no mundo de Alice no País das Maravilhas. Que está acima do bem e do mal e não se preocupa com a sua saúde de quem mais ama, da sua família“, palavras do prefeito Emanuel Pinheiro.

Pois muito bem, para quem não entendeu o recado, vamos decifrar este recado “entrelinhas“: a população está consciente de como o vírus é propagado; a população está consciente de como se proteger; a população está ciente de como se comportar, entenderam?

Ou seja, está lavando as mãos e que estes aumentos de casos registrados nos últimos 20 dias não é culpa do número 1 do Palácio Alencastro.

Eu também acho. A culpa é do editor do Blog do Valdemir.

Assim sendo a equipe de reportagem afirma ao alcaide cuiabano, antigo morador da Rua Joaquim Murtinho: qual a causa que sempre foge dos problemas que aflige a população? Qual o motivo que sempre joga a sua responsabilidade para outros? O que sua gestão está fazendo para endurecer as fiscalizações? A sua equipe está elaborando nova eleição a fim de evitar aglomerações nas casas noturnas e bares?

O Blog do Valdemir vem alertando à 10 meses: transferência de responsabilidade no combate a Pandemia, dificulta na prática as medidas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Senhores gestores públicos, caso não saibam, ficam cientes que está havendo uma grande preocupação da população sobre as ações de combate a Pandemia de Coronavírus no Estado de Mato Grosso.

Está havendo muitos “diz me diz” na tomada de decisão. Nos últimos dias houve aumento exponencial da curva epidemiológica e se os gestores não tiverem respostas rápidas e uniformes, Mato Grosso perderá totalmente o controle do combate à pandemia justamente no momento mais crítico que estamos passando.

A culpa é um sentimento aflitivo que diz respeito a nós próprios, isto é, ao nosso interior. Ela surge quando cometemos alguma ação ou mesmo quando pensamos ou desejamos algo que é contrário às normas da sociedade ou da comunidade em que vivemos“.

Existem várias teorias dentro da psicologia que explicam a culpabilidade, ou seja, colocar a culpa no outro. Uma delas é a impossibilidade de a pessoa reconhecer seu papel nos acontecimentos da vida, já que isto implica um enfrentamento psíquico.

As experiências que temos nos causam, no mínimo, consequências psíquicas como sentimentos e pensamentos. Assim, reconhecer o que se passa consigo mesmo exige do sujeito estratégias de apropriação e de enfrentamento, das quais alguns sujeitos carecem mais que outros“.

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Política

MPF consegue na Justiça que trecho da BR-158 que intercepta a TI Maraiwatsédé (MT) seja fechado

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O Ministério Público Federal (MPF) garantiu na Justiça Federal o fechamento do traçado da rodovia BR-158, que corta o interior da reserva indígena Marãiwatsédé, localizada na região de Barra do Garças. O procurador da República Everton Pereira Aguiar Araujo ajuizou ação civil pública (ACP) contra a União, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A ACP foi motivada pela não resolução consensual entre os entes, e inclusive foi realizada audiência pública promovida pela Câmara dos Deputados em 2018. Na ocasião, o procurador ressaltou que o traçado cortando o interior da Terra Indígena (TI) foi uma das causas e um dos catalisadores da ocupação da área por não indígenas, bem como por novos posseiros.

Conforme a ACP, o traçado da BR-158, que intercepta de norte a sul a TI Marãiwatsédé, afeta diretamente aspectos culturais e existenciais dos povos Xavantes ali residentes. Além disso, o trânsito interno de veículos pesados, além de ocasionar a morte de espécies da fauna nativa, traz risco de acidentes para a população indígena.

O MPF argumentou também que a presença de pessoas alheias à cultura indígena no interior da TI pode gerar conflitos com os residentes. Da mesma forma, uma rodovia que serviria para escoar a produção agrícola da região, de alta demanda, embaraçaria o livre exercício da posse de terra tradicionalmente ocupada.

Nesse sentido, uma rodovia pavimentada no interior desse território facilitaria a perpetração de delitos ambientais como, incêndios e desmatamentos, que prejudicam sobremaneira as atividades de subsistência dos povos indígenas, mormente considerando que eles utilizam preponderantemente a caça para obter alimentos.

Na sentença, a juíza federal Danila Gonçalves de Almeida afirma que a medida mais importante e urgente para preservar os interesses dos indígenas de forma definitiva seria a conclusão do traçado leste, extraindo o trânsito de veículos do interior da TI Marãiwatsédé.

Dessa forma, a União e o Dnit devem abster-se da pavimentação do trecho que corta a TI Marãiwatsédé, promover o seu fechamento e reflorestamento para garantir a recuperação ambiental.

Devem também iniciar, de forma urgente, as obras referentes ao traçado leste da BR-158, respeitando, na elaboração do trajeto, as aldeias antigas, cemitérios e demais locais sagrados para a comunidade indígena. Devem ainda, no prazo de dezoito meses, apresentar o Plano Básico Ambiental e o Estudo de Componente Indígena, como condicionante para a licença de instalação.

Em relação ao Ibama, a instituição não deve expedir licença ambiental quanto ao trajeto da BR-158 que corta a TI Marãiwatsédé.

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