ON-LINE COM A POPULAÇÃO

Cansou das Lives? Vem aí Nenel na sua página do Facebook

Publicados

em

A cada dia as Lives ganham mais adeptos, e nesse novo cenário pós pandemia, os Eventos On-line estão cada vez mais populares, uma prova disso são as redes sociais, que estão investindo em ferramentas que possibilitam a transmissão ao vivo de forma on-line, viabilizam uma comunicação para qualquer lugar do planeta e alcançam rapidamente um maior número de pessoas.

INTERATIVIDADE

Um dos pontos mais relevantes da transmissão ao vivo é a possibilidade de interação com os usuários, enquanto os telespectadores assistem a Live, conseguem participar em tempo real comentando, compartilhando e passando um feedback de tudo o que está acontecendo.

AO VIVO COM PINHEIRO

E com o desenvolvimento dessas novas tecnologias da comunicação, faz com que, cada vez mais, surjam novas práticas discursivas, bem como o inverso também se faz verdadeiro, sobretudo em relação aqueles ligados ao uso das redes sociais, que parecem promover um estreitamento da relação entre cidadãos e instâncias do poder democrático.

A partir disso, somos instados a nos questionar sobre as categorias que utilizamos para observar, principalmente o discurso digital.

Buscaremos compreender como a utilização de uma Live por parte do Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, o emedebista Emanuel Pinheiro.

A verdade é que o cuiabano Nenel Pinheiro orquestra um rearranjo de práticas política discursivas, que podem se materializar em novas objetos de analise para análise do discurso.

Leia Também:  64 municípios com baixo índice de vacinação recebe recomendação do TCE

Nenel Pinheiro busca adotar as Lives como forma de “fonte de informação para o povo” faz com que haja um novo modo de se fazer política e de se criar um efeito de proximidade por meio de um discurso verdadeiro.

Que falta faz um palanque

Se na falta de palanque, a massa se aglomerava e constituía uma unidade, a partir do Rádio o processo passa a ser individualizado, fazendo com que as pessoas deixem de se reunir junto ao político e passam a ter acesso a ele de maneira individual em seu domicílio. Nesse sentido, por um lado, as redes levam à potência máxima o movimento que começou com o Rádio, (época do nosso editor em 1958), em que as pessoas têm acesso ao corpo político, de maneira individualizada no celular ou computador, simbolicamente acessível a um clique.

Não é necessário aglomerar-se para o que quer seja e, além disso, não é necessário nem mesmo ser você, as redes permitem a escolha de pseudônimos, avatares, fazendo com que o usuário possa escolher quem ele quer ser.

Quinta com Nenel

O que muitos queriam, o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro vai realizar, vai dialogar semanalmente com a população. A transmissão será realizada somente pelo Facebook (emanuelpinheiromt) terá duração de 30 minutos. Neste primeiro dia (hoje quinta feira as 17:30horas) a Saúde, investimento e as ações corretivas para o saneamento, irão embasar a primeiro Live do gestor.

Durante a pandemia causada pelo Coronavírus, o mundo adaptou-se as inúmeras ferramentas digitais para garantir a transparência das injúrias. Em um período tão conturbado, de tantas incertezas, recorri a tecnologia para dar satisfação à minha gente, ao meu povo, realizarmos Lives e anunciarmos normativas. Aperfeiçoando essa ideia, à gestão, mais um compromisso inquebrantável que é o zelo ao erário, vai dar ainda mais exposição ao trabalho realizado ao longo de cinco anos. Nesse formato, será a nossa primeira experiência. A nossa projeção e sempre aperfeiçoamos o processo“, disse o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro.

Nota da redação

Em um momento como esse, as pessoas têm medo de ser esquecidas e querem se sentir parte de um todo. Deve se reconhecer, portanto, que o excesso é em grande parte motivado por um desejo genuíno de conexão e pela preocupação em apoiar e acolher as outras pessoas num momento tão delicado.

Somente algumas perguntas: o assunto tem conexão real com universo da sua administração?

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Mesmo cassado, Bezerra poderá disputar as eleições de 2022

Publicados

em

Em novembro de 2021, o Ministério Público Eleitoral (MPE), pediu a cassação do mandato do deputado federal e presidente estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, Carlos Gomes Bezerra, por supostos gastos ilícitos nas Eleições de 2018.

Conforme denuncia do Ministério Público Eleitoral (MPE), diz que o deputado federal Carlos Bezerra montou um gabinete paralelo ao comitê de campanha, o que o beneficiou na disputa. O argumento está no parecer final, assinado pelo procurador regional eleitoral, Eric Raphael Masson, ao processo que investigava Carlos Gomes Bezerra por crimes eleitorais.

Conforme o procurador, o gabinete foi vinculado ao MDB, partido do qual Bezerra é presidente em Mato Grosso, e o parlamentar teria se valido desse cargo para omitir declaração de gastos.

Masson cita dois casos em que as despesas reais de campanha não teriam sido informadas. O dinheiro considerado com origem em Caixa 2 soma R$ 183,7 mil.

A despesa com material gráfico informada à Justiça Eleitoral foi de R$ 142 mil, porém o gasto real teria ficado em R$ 262 mil. Com combustíveis, foram informados R$ 48 mil. O valor real, contudo, teria ficado R$ 134 mil.

Os valores a mais foram identificados em apuração dos documentos de campanha.

Não se ignora que o investimento, pelo partido, até poderia vir a ser legítimo, se não fosse o fato de que absolutamente nada foi declarado à Justiça Eleitoral! Esse ponto é de suma importância, porque decorrem os contornos de caixa dois”, diz o parecer.

Fora do cargo

Por unanimidade, o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT), por crimes eleitorais na campanha de 2018. O MPE afirmou em documento que, apesar da quebra de sigilo bancário não ter sido deferida pela Justiça, as provas colhidas na investigação demonstram que o deputado montou um “gabinete paralelo”.

Nova derrota

Mauro Campbell Marques, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sua decisão nessa quarta (25), acabou negando medida liminar e manteve a cassação do deputado federal Carlos Bezerra.

O acórdão regional acolheu a tese da Procuradoria Regional Eleitoral do Ministério Público Federal (MPF), de que houve omissão contábil do candidato Carlos Bezerra em relação a recursos estimáveis em dinheiro provenientes do Diretório Regional do MDB.

Leia Também:  MDB me diz como se sente, Emanuel pensa diferente?

Apontou ainda, omissões de despesas e receitas de campanha e realização de gastos irregulares pagos com recursos públicos e privados.

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Bezerra e o MDB Nacional interpuseram, isoladamente, recursos ordinários contra o acórdão regional. Em seu apelo, o MDB pleiteou a concessão de tutela de urgência para o fim de atribuir efeito suspensivo ao respectivo recurso, considerando a proximidade do Pleito Eleitoral de 2022, contexto no qual o deputado Carlos Bezerra deve ser considerado um potencial candidato do partido.

Contudo, ao negar o pedido e manter a ação, bem como a cassação do mandato, o ministro destacou não vislumbrar, neste momento processual, a probabilidade do direito invocado, já que, segundo o ministro, o recurso ordinário manejado pelo MDB já possui o efeito desejado, sendo certo que “o efeito suspensivo cessa com o julgamento do feito pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Conforme o ministro, o registro da ocorrência no cadastro eleitoral não implica declaração de inelegibilidade nem impede a obtenção da certidão de quitação eleitoral, ou seja, o deputado federal Carlos Bezerra poderá disputar as eleições de 2022, mas na condição de sub judice.

Registro, ainda, que, conforme o art. 16-A da Lei das Eleições, ao candidato é garantido concorrer ao pleito na condição de sub judice, mesmo nos casos em que o pedido de registro de candidatura tiver sido negado”.

Por fim, o ministro enfatizou que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) julgou procedente representação fundamentada no art. 30-A da Lei nº 9.504/1997, de modo que, como cediço,uma vez julgada procedente a representação, a única sanção aplicável é a negativa ou a cassação do diploma”.

Portanto, sendo certo que, no caso, não houve, e nem poderia haver a imposição da sanção de inelegibilidade, não prospera a afirmação do MDB de que “[…] a imposição imediata da sanção de inelegibilidade revela-se uma restrição desproporcional ao direito fundamental do candidato concorrer nas eleições que se avizinham […]” (ID 157500469), haja vista que não condiz com a realidade jurídica extraída do acórdão regional”, ressaltou. – (Com VG Noticias)

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA