NOVO (velho) GRUPO NA PRAÇA

Campanha do pré-candidato Flavio Frical esta sendo trabalhada por “condenados”

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Restrição de atividades ou separação de pessoas suspeitas de contaminação das pessoas que não estejam doentes ou de bagagens, contêineres, animais, meios de transporte ou mercadorias suspeitos de contaminação, de maneira a evitar a possível contaminação ou a propagação do “Coronavírus””

Este é o texto aprovado no Senado da Republica do Projeto que previa regras de quarentena e medidas de enfrentamento ao “Coronavírus“.

Só que em pleno período de quarentena, devido a Pandemia do Coronavírus, as regras não esta sendo cumpridas, é que várias personalidades do setor empresarial e político de Várzea Grande, estão com suas atividades a todo vapor nos bastidores, buscando formação de grupos, para disputar a próxima eleição municipal.

De acordo com informações de bastidores, um grupo liderado pelos empresários Flávio Vargas e Sebastião dos Reis Gonçalves, o “Tião da Zaeli”, está buscando lideranças, para fortalecer a composição de uma chapa, que venha disputar as próximas eleições.

De acordo com informações de bastidores, um grupo liderado pelos empresários Flávio Vargas (PSB) e Tião da Zaeli (PSDB) está buscando lideranças, para fortalecer a composição de uma chapa, que venha disputar as próximas eleições.

Para muitos, essa nova chapa que esta sendo trabalhada, é considerada na Cidade Industrial como imbatível com a dupla de empresários Vargas, do Frigorífico Frical como cabeça de chapa, e Tião como seu vice.

E segundo fontes dos bastidores da cidade de Várzea Grande, querem vir forte para derrotar o Clã dos irmãos Jayme e Júlio Campos nesta eleição de outubro. Até o momento, nenhum nome do grupo dos Campos foi apresentado pelos Democratas para substituir a atual Prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos (DEM) que não pode se candidatar a reeleição.

“Condenados trabalham campanha de pré-candidato Flavio Frical”

Mesmo estando em um período considerado impróprio, já que enquanto o mundo está preocupado em sobreviver, esses empresários estão preocupados com política, com poder, com dinheiro, com eleição, vindo de quem vem, não é novidade, o espanto ficou por conta das “personalidades” que estão sendo citadas na suposta composição do grupo, como:

Formação de grupo

Jajah Neves Condenado pela Justiça.

Ex-suplente deputado estadual, Ueiner Neves de Freitas, conhecido popularmente no nome artístico como “Jajah Neves” que em 2018 foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por abuso de poder e uso indivíduo de meio de comunicação social.

Caso:

Na eleição de 2016, os irmão Jajah Neves e Ademar Jajah utilizaram da comunicação para burlar o eleitor, quando colocaram a foto do apresentador de televisão Jajah Neves em adesivo, em cima da foto do santinho de Ademar Jajah, que foi eleito, mas teve seu mandato cassado.

Dr. Wallace GuimarãesCondenado pela Justiça a 12 anos.

O ex-prefeito, ex-deputado estadual, ex-vereador Dr. Wallace Guimarães desde quando ingressou na vida pública, que escândalos marcam a sua vida política, com casos como foi a informatização da Câmara Municipal de Várzea Grande, quando Wallace foi presidente da Casa de Leis, que até hoje não se sabe ao certo onde foi parar o recurso.

As atitudes de Wallace como deputado, pelo processo que foi condenado, não mudaram de parâmetros, ainda mais porque tinha livre acesso ao então ex-governador Silval Barbosa, que as suas ações com o recurso público, são extremamente conhecida pelo povo de Mato Grosso.

Caso:

Acusado de participar no desvio de R$ 2 milhões dos cofres públicos para financiar campanha eleitoral, Wallace responde por formação de organização criminosa e corrupção ativa, (Operação Sodoma II).

Wallace foi também condenado por porte munição de uso restrito, a dois anos de reclusão, mais pagamento de multa de R$ 4,4 mil.

Wallace teve o mandato de Prefeito de Várzea Grande cassado por abuso de poder político, econômico e caixa 2.

Sebastião dos Reis Gonçalves – Tião da Zaeli

É condenado pela Justiça pela prática de improbidade administrativa, a justiça condenou o ex-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli a pagar multa de quase R$ 1 milhão e direitos políticos suspensos por cinco anos.

“Prefeito Ilustrativo”

Caso:

O Ministério Público do Estado (MPE), moveu uma ação contra o ex-gestor, Tião é acusado de doar, em ano eleitoral (2012), área ilegal para uma empresa particular.

Tião foi também condenado pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), por pagamentos indevido a pessoal. (Com multa e devolução pagamento estimado ultrapassa dos R$ 3 milhões).

Maksuês LeiteCondenado na Justiça.

O ex-deputado estadual, jornalista e apresentador de televisão, é outro que desde o início da sua vida pública teve seu nome envolvido com escândalos, quem não se lembra da suposta venda, troca ou barganha na vaga para disputar a Prefeitura de Várzea Grande, quando Maksuês despontava na época. Como deputado estadual, a sua conduta também não foi considerada ilibada, mas o caso mais famoso envolvendo o ex-deputado foi o esquema de desvio de recurso público, em parceria com o então ex-vereador e presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, João Emanuel.

Maksuês Leite, teve pena fixada em 04 anos, 01 mês e 20 dias além do pagamento de 67 dias multa pelos crimes de peculato e falsidade ideológica”.

Maninho de Barros Condenado na Justiça. (A barriga mais famosa de Várzea Grande).

A cidade de Várzea Grande já teve uma dupla no comando digna de “Gotham City”, Maninho de Barros e Eder Morais popularmente conhecidos como “Pinguim e Charada”. Segundo informações de bastidores, naquela época na cidade tudo podia…, menos deixar a dupla desfavorecida.

Maninho de Barros tem várias condenações na justiça, entre elas, uma por improbidade administrativa, quando fez a doação de um terreno, neste caso Maninho ficou com os direitos políticos cancelados por cinco anos, além de ter que pagar aproximadamente R$ 600 mil de multa.

“Eder Morais só Batman mesmo pra dar jeito no corpo dele”

Como se pode dizer, “diga-me com quem tu andas que direi quem tu és, uma frase popular com um simbolismo que afeta ou atenua as características de uma pessoa, seja ela no âmbito social, político, econômico e até mesmo afetivo.

Abençoado é o homem que não anda no conselho do ímpio, nem fica no caminho dos pecadores, nem assenta na cadeira dos escarnecedores”. (Salmo 1:1 KJF).

Em uma pré-campanha, será que vale a pena fazer tudo pelo poder, ou até mesmo o “pacto com o diabo”, já que o caminho escolhido pelo Grupo dos Condenados, não é de flores, repleto de anjos, com ações ilibadas, límpidas, humanas, puras e cristalinas.

Pelo que tudo indica, é mais propicio para o pré-candidato Flávio Frical construir um novo caminho, do que insistir na velha estrada.

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Política

MPF consegue na Justiça que trecho da BR-158 que intercepta a TI Maraiwatsédé (MT) seja fechado

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O Ministério Público Federal (MPF) garantiu na Justiça Federal o fechamento do traçado da rodovia BR-158, que corta o interior da reserva indígena Marãiwatsédé, localizada na região de Barra do Garças. O procurador da República Everton Pereira Aguiar Araujo ajuizou ação civil pública (ACP) contra a União, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A ACP foi motivada pela não resolução consensual entre os entes, e inclusive foi realizada audiência pública promovida pela Câmara dos Deputados em 2018. Na ocasião, o procurador ressaltou que o traçado cortando o interior da Terra Indígena (TI) foi uma das causas e um dos catalisadores da ocupação da área por não indígenas, bem como por novos posseiros.

Conforme a ACP, o traçado da BR-158, que intercepta de norte a sul a TI Marãiwatsédé, afeta diretamente aspectos culturais e existenciais dos povos Xavantes ali residentes. Além disso, o trânsito interno de veículos pesados, além de ocasionar a morte de espécies da fauna nativa, traz risco de acidentes para a população indígena.

O MPF argumentou também que a presença de pessoas alheias à cultura indígena no interior da TI pode gerar conflitos com os residentes. Da mesma forma, uma rodovia que serviria para escoar a produção agrícola da região, de alta demanda, embaraçaria o livre exercício da posse de terra tradicionalmente ocupada.

Nesse sentido, uma rodovia pavimentada no interior desse território facilitaria a perpetração de delitos ambientais como, incêndios e desmatamentos, que prejudicam sobremaneira as atividades de subsistência dos povos indígenas, mormente considerando que eles utilizam preponderantemente a caça para obter alimentos.

Na sentença, a juíza federal Danila Gonçalves de Almeida afirma que a medida mais importante e urgente para preservar os interesses dos indígenas de forma definitiva seria a conclusão do traçado leste, extraindo o trânsito de veículos do interior da TI Marãiwatsédé.

Dessa forma, a União e o Dnit devem abster-se da pavimentação do trecho que corta a TI Marãiwatsédé, promover o seu fechamento e reflorestamento para garantir a recuperação ambiental.

Devem também iniciar, de forma urgente, as obras referentes ao traçado leste da BR-158, respeitando, na elaboração do trajeto, as aldeias antigas, cemitérios e demais locais sagrados para a comunidade indígena. Devem ainda, no prazo de dezoito meses, apresentar o Plano Básico Ambiental e o Estudo de Componente Indígena, como condicionante para a licença de instalação.

Em relação ao Ibama, a instituição não deve expedir licença ambiental quanto ao trajeto da BR-158 que corta a TI Marãiwatsédé.

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