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Alô Emanuel e Abílio: voto útil é decisão do eleitor, não de “caciques” políticos

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Faltando sete dias para a disputa para o comando da Prefeitura de Cuiabá de 2021/2024 entre Abílio e Emanuel a pergunta é: quem vencerá?

O quadro até o momento, domingo 22, é de indefinição por parte de 150 mil eleitores, 109 mil que não votaram no primeiro turno e 41 mil eleitores que estão “perdidos” já quem que votou não conseguiu avançar e não seguirão o apoio do mesmo para outro candidato.

Abílio, precisa do apoio do povo, do eleitor nesta reta final, está conversando com todos e nem quer saber se é direita ou esquerda. O que temos hoje é uma insatisfação com a gestão de um prefeito envolvido em escândalos“, disse uma liderança política.

Já pelo lado do candidato do MDB, Emanuel Pinheiro, da Coligação “A Mudança Merece Continuar, aliados o defende e mostra total confiança na reversão dos resultados do primeiro turno, “no segundo turno será possível comparar as ações entre ambos. Os números que temos vão mudar. A rejeição de Emanuel é de gestão, não é pessoal. Quando os eleitores souberem tudo o que fizemos, isso será revertido“, afirma.

PS: É realmente tem muita diferença, rejeição “pessoal” é, quando o candidato é réu e está envolvido em corrupção.

Apoio dos caciques

Em meio a uma disputa polarizada os prefeitáveis desidratam a cada dia nas intenções de votos. Enquanto algumas lideranças buscam alternativas, nada indica, hoje, quem será vencedor no dia 29, com o apoio de A ou B.

Tenham certeza, a esta altura os eleitores podem abrir mão dos candidatos pelo voto útil. Com isso ganha força Emanuel.

Além da eleição polarizada que estimula o “voto útil” que prejudica Abílio Junior já que enfrenta mais um obstáculo, não bastava a da madrasta, agora vem o apoio de Gisela Simona, no qual, por baixo perdeu 3 mil votos, ainda tem mais: dificuldades de chegar aos eleitores de baixa renda. Emanuel Pinheiro fez todo tipo de “obras” para beneficiar a população nos bairros periféricos.

Acorda Abílio o candidato é você

As pessoas próximas do candidato Abílio Junior da Coligação “Cuiabá para Pessoas do Podemos, lideranças políticas, caciques, bruxos, pajés, ainda não enxergaram que o MDB, em Mato Grosso, após Silval Barbosa ser eleito governador, eles, os emedebista “se especializaram” no Executivo. O MDB foi progressivamente migrando para o fisiologismo. É da natureza do partido e está se constituindo eleição a eleição

O partido se transformou em uma “sigla condomínio”, com um tipo de síndico liderança “imperial”, mas a pulverização municipal impede a “marcha unida”. A direção pode até definir um candidato a prefeito. Porém achar que esse decisão se desdobrará com políticos que detém o mandato ou nos militantes isso não acontece.

É parece que Emanuel Pinheiro…

Emanuel levou a sério o exemplo dos seus adversários no primeiro turno. Neste segundo turno Emanuel Pinheiro vem “sangrando” o seu oponente Abílio Junior a cada dia no horário político e nas inserções.

Bom registrar que a estratégia do primeiro turno de desqualificar a política baseado em episódios de corrupção, não surtiu efeito. A narrativa abriu sim um caminho de indignação e nas redes sociais e, os políticos não imaginavam que com isso desidrataria os candidatos que tinham tudo para reatarem no segundo turno: Roberto França Auad e Gisela Simona Viana de Souza. Esses movimentos deram força para o emedebista Emanuel Pinheiro.

No horário eleitoral Abílio/Antero e Emanuel/Rayel

Tudo ou nada de um lado um Antero Paes Barros, marqueteiro com cinco vitórias na disputa para a Prefeitura de Cuiabá, Dante Martins de Oliveira em 1985 e 1992; Wilson Santos em 2004; Mauro Mendes em 2012 e Emanuel Pinheiro em 2016 e do outro lado Carlos Rayel primeira vez com Emanuel Pinheiro, mas sempre ligado ao MDB, deste o tempo que morava em São Paulo.

Porque estamos abrindo espaço para estes dois marqueteiros aqui no Blog do Valdemir?

Porque está semana que se inicia poderemos reviver 2004. Este pleito ficou na história, foi uma eleição inusitada, o protagonismo de Antero, o Fake News, a segunda participação do comitê da maldade. Mudou a história de fazer política em Mato Grosso.

Nesta semana em jogo, quais as cartas que os marqueteiros vão jogar na mesa?

Vou somente alertar aos amigos: eles costumam apertar o detonador faltando 72 horas para as urnas começar receber os votos dos indecisos, o voto útil.

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Política

Deputado cobra informações sobre a distribuição de energia elétrica em MT

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O apagão no Estado do Amapá é considerado um dos maiores Blackouts do Brasil desde o Apagão de 1999, que atingiu parte do país. Teve seu início no dia 3 de novembro de 2020, atingindo 13 dos 16 municípios do estado, incluindo a capital Macapá.

O início da retomada da energia elétrica aconteceu em 7 de novembro de 2020 em alguns bairros de Macapá e uma parte de Santana, dando início ao sistema de rodízio, inicialmente de seis horas, com exceção de bairros que atendem serviços essenciais, que passaram a ter a energia por 24 horas. Em 12 de novembro, o racionamento é reduzido para 4 horas, ocorrendo em dias pares e ímpares e se estendendo nos outros 11 municípios atingidos.

No dia 17 de novembro de 2020, ocorre um segundo apagão após uma falha na distribuição de energia, com o problema sendo totalmente solucionado na madrugada do dia 18. Na madrugada do dia 24 de novembro de 2020, a energia foi totalmente estabelecida, chegando ao fim o sistema de racionamento após 22 dias de apagão.

Diante do apagão que deixou 13 dos 16 municípios do Amapá sem energia elétrica por 22 dias, o deputado federal José Antonio Medeiros (Podemos) solicitou informações sobre a distribuição de energia em Mato Grosso ao presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, e para o diretor presidente da Energisa, Ribeiro José Barbanera.

A intenção é prevenir que situações semelhantes a do Amapá ocorra em Mato Grosso. O setor de energia em Mato Grosso é líder de reclamações por parte dos consumidores. Além do alto valor da energia, a qualidade também é alvo de reclamações em praticamente todos os municípios do estado. Precisamos ficar atentos e cobrar ações que impeçam o risco de um apagão em nosso estado¨, explica Medeiros.

No documento encaminhado à Energisa e Eletrobras, o deputado federal solicita um parecer sobre alguns questionamentos, entre eles, se existe similaridade entre o sistema de energia de Mato Grosso com o do Amapá e se o nosso estado corre o risco de sofrer um apagão. Outro ponto abordado pelo parlamentar é sobre as medidas preventivas para evitar um blecaute e a regularidade na manutenção da rede de distribuição.

São alguns questionamentos que precisam ser esclarecidos. Não podemos ser surpreendidos com um apagão, pois isso causaria um enorme prejuízo para milhares de famílias e também para a economia de Mato Grosso“, frisa o vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal.

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