ELEIÇÃO EM LUCAS DO RIO VERDE

Aliança pró Delegacia da Mulher marca lançamento do “Grupo Mulheres que Fazem” de apoio a Miguel Vaz

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Evento contou com a presença do candidato a prefeito Miguel Vaz e sua esposa Janice Ribeiro, do deputado estadual Silvio Fávero e de mais de 200 mulheres luverdenses.

Uma mulher que sofre agressão precisa se sentir segura e acolhida e a responsabilidade de criar esse ambiente é do poder público.

Por isso é que hoje estamos solicitando a criação e instalação da Delegacia da Mulher em Lucas do Rio Verde”, disse Janice Ribeiro, esposa do candidato a prefeito Miguel Vaz (Cidadania), durante o lançamento do “Grupo Mulheres que Fazem“.

O evento foi promovido pela Coligação “Gente que Faz”, aliança que reúne nove partidos políticos, e contou com a presença do deputado estadual, Silvio Fávero (PSL) e de mais de duzentas mulheres luverdenses.

A iniciativa de criar um grupo de mulheres e definir prioridades como garantir proteção às vítimas de violência doméstica, segundo Janice, é para dar o “start” em uma longa caminhada coletiva em direção ao futuro.

Uma mulher agredida física ou psicologicamente precisa ser atendida por outra mulher. É muito constrangedor chegar abalada e muitas vezes machucada em uma delegacia e ter que ser atendida por um homem. Queremos cuidar e proteger todas as mulheres que sofrem violência doméstica em nosso município, disse.

Grande apoiador e defensor da causa das mulheres, Miguel Vaz lembrou que trazer uma Delegacia da Mulher para a cidade de Lucas do Rio Verde é um projeto antigo.

Sempre sonhamos com essa Delegacia aqui e por isso eu faço um compromisso hoje. Vou aprovar todas as políticas públicas voltadas para as mulheres durante a minha gestão”, declarou.

O candidato destacou a importância da união feminina em busca da defesa dos direitos da categoria.

Estou aqui para trabalhar pela sociedade, para trabalhar pelas mulheres. Estou aqui para servir, me doar por essa causa”, afirmou.

O deputado estadual, Silvio Fávero (PSL) é autor da indicação para o funcionamento 24 horas da Delegacia da Mulher em Cuiabá e garantiu que já na próxima semana vai conversar com Delegado Geral da Polícia Civil em Mato Grosso, Mário Dermeval Aravechia de Resende.

Vou verificar a possibilidade do envio de uma delegada para Lucas do Rio Verde o mais rápido possível”, anunciou.

Janice afirma que o projeto é construir em conjunto novas possibilidades para e pelas mulheres luverdenses.

A força feminina está representada na nossa história que foi construída a muitas mãos e por muitas mulheres guerreiras que, ao lado dos maridos, participaram da construção dessa cidade. Em reconhecimento a todas elas, lançamos hoje o grupo Mulheres que Fazem. Esse grupo é apartidário e veio para ficar, informou.

A coligação tem Márcio Pandolfi (PDT) para vice-prefeito e ele também participou do evento junto com a esposa Noeli Alberti. Noeli considera que só existe representatividade se houver oportunidade e lembrou emocionada da história da mãe, que se sentia inferior, por não ter tido oportunidade de estudar.

Minha mãe foi a minha maior incentivadora. Ela me deu a oportunidade de estudar e me transformar na profissional que sou hoje. É isso que também queremos em Lucas, garantir que as mulheres tenham oportunidades de estudar, de se qualificar”, explicou.

Noeli fez questão de compartilhar com as mulheres um fato que a faz admirar ainda mais Miguel Vaz.

Um dia Miguel me contou que a Janice não sabia andar de bicicleta e que ele, o Miguel, comprou uma bicicleta para ela e passava os domingos a ensinando a pedalar. Isso mostra a sensibilidade e o respeito dele pelo sonho de uma mulher. Nós estamos diante de homens que respeitam, confiam e acreditam na capacidade feminina, disse.

Também fazem parte da aliança para eleger Miguel Vaz as legendas PSDB, que tem o maior número de filiados da cidade, PSL, DEM, Republicanos, DC, PV e PSC.

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Política

Pinheiro e Pátio na mira de Medeiros

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Enquanto ocorrem as primeiras eleições no governo Bolsonaro, é possível perceber que em grande medida as questões nacionais estão presentes e se misturam com o debate local, seja por conta da Pandemia que mata centenas de milhares, do desemprego de milhões, da Saúde, da volta da inflação e da fome que cresce, e não é só o destino das cidades que estão em jogo, o futuro da classe trabalhadora é uma questão central. E isso nós não estamos vendo acontecer entre os postulantes a cadeira numero 1 de Cuiabá.

Seja nos blocos do horário eleitoral, veiculados de manhã e à tarde, ou nos comerciais que entram na programação, as campanhas aumentam o tom dos ataques em propagandas no rádio. O mesmo acontece nas publicações na internet. Na comparação com a televisão, que tem o maior alcance e audiência entre o eleitorado, há mais citações aos rivais, críticas e até ironia.

José Antônio Medeiros, deputado federal e candidato ao Senado da Republica pelo Podemos, anunciou que vai pedir, por meio do Diretório Estadual da sigla em Mato Grosso, a cassação dos prefeitos Emanuel Pinheiro (MDB) de Cuiabá, e de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (SD), por improbidade administrativa durante o período mais crítico da Pandemia do novo Coronavírus em Cuiabá.

O pedido deve ser protocolado nos próximos dias na Câmara Municipal de Vereadores.

Nesta sexta-feira (23), em live, com o candidato a Prefeito de Cuiabá, vereador Abílio Júnior (Podemos), José Medeiros afirma que existem elementos suficientes para pedir o afastamento de Emanuel Pinheiro da Prefeitura de Cuiabá.

Abílio e Medeiros apontam alguns motivos que podem levar a cassação do prefeito cuiabano, entre eles, o decreto municipal que reduziu em 30% da frota do transporte coletivo para evitar aglomeração. No entanto, a redução aumentou os riscos de contaminação, pois as pessoas se aglomeraram dentro dos poucos ônibus que estavam disponíveis na cidade.

Outro fator seria a diminuição do horário de funcionamento do comércio. De acordo com Abílio, as pessoas foram obrigadas a aglomerar nos horários reduzidos. O vereador também cita o fracassado rodízio de placas de carros pelo CPF implantado pela prefeitura.

As medidas que o prefeito de Cuiabá tomou ajudaram muito mais ao Covid do que a população, lamenta Abílio.

O candidato a prefeito ainda comenta que Emanuel Pinheiro pode ser responsabilizado pela contaminação das pessoas, por promover aglomeração em horários específicos, pelo fechamento de empresas, aumento do desemprego e por medidas que prejudicaram a economia de Cuiabá.

Ele [Emanuel Pinheiro] errou, não agiu tecnicamente e sim politicamente. Muitos prefeitos agiram assim com objetivo de buscarem mais recursos federais“, critica o vereador.

Para o deputado federal José Medeiros, que é vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, a negligência de alguns gestores públicos durante a pandemia foi levantada pelo presidente da República, que enviou milhões de reais para os municípios e muitos não abriram nenhum leito novo de UTI como foi o caso de Cuiabá.

Alguns prefeitos, como o prefeito Pátio, pegaram os recursos enviados pelo Governo Federal para combater o Covid-19 e fizeram asfalto pensando em faturar eleitoralmente. Eu chamo isso de asfalto de sangue. Enquanto eles faziam asfalto, as pessoas morriam por falta de atendimento. Qual o pai de família vai arrumar a calçada de sua casa enquanto o filho está precisando de saúde? Ele pega o dinheiro e aplica na calçada? Não! Ele aplica o dinheiro na saúde. Aqui foi diferente. Desde o início da pandemia entrou R$ 500 milhões no cofre da Prefeitura de Cuiabá e quase R$ 80 milhões enviados pelo Governo Federal e não fizeram nenhum leito de UTI, enquanto tem cidade que fez seis leitos com menos de um milhão. Diante de tudo isso, se faz necessário pedir o afastamento dos dois prefeitos pelo bem da população, comenta Medeiros.

O vice-líder de Bolsonaro lembra que a gestão de Emanuel Pinheiro foi marcada por escândalos, entre eles o do Paletó e o afastamento e até a prisão de secretários. O mais recente foi o afastamento do ex-secretário de Saúde, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho por suspeita de ter superfaturado a compra de remédios para o tratamento da Covid-19. Já em Rondonópolis, Medeiros cita a compra de respiradores falsos e o pedido de Pátio para utilizar os recursos federais da Covid para fazer asfalto.

Pátio e Emanuel deviam estar presos por negligência no atendimento das vítimas do Coronavírus“.

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