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Visitas às unidades prisionais serão reduzidas a partir desta segunda-feira (16)

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Cada pessoa privada de liberdade poderá receber um visitante por vez, a cada 15 dias, visando à prevenção ao contágio da doença

A partir desta segunda-feira (16), visitas serão reduzidas nas unidades penais de Mato Grosso. Cada pessoa privada de liberdade poderá receber um visitante por vez, a cada 15 dias. Estas e outras providências foram tomadas pela Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). Medidas adotadas levando em consideração o fato de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter decretado pandemia para o “Coronavírus” (Covid-19).

Também constam na Nota Técnica Orientativa n° 001/2020, que o acesso de visitantes de outros estados ou de países com casos confirmados não será permitido, assim como de pessoas com sintomas de gripe (tosse, coriza, olhos avermelhados, entre outros), e de pessoas com idade acima de 60 anos, asmáticos, com pressão alta, diabetes ou com outras enfermidades que reduzam a capacidade do sistema imunológico.

Grávidas, lactantes e crianças também não poderão entrar nas unidades penais.

O documento orienta ainda a manter separadas e em monitoramento de sinais e sintomas, as pessoas privadas de liberdade oriundas de outros estados ou países com casos confirmados, por sete dias. Ainda, dar publicidade por meio de afixação de cartazes orientativos quanto às medidas de prevenção; caso apresente algum sintoma da doença, encaminhar imediatamente o(a) reeducando(a) ao setor de saúde da unidade e, no caso de não haver, ao serviço de saúde municipal, para avaliação e adoção dos protocolos pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

Todas as orientações atendem à necessidade de preservar a população privada de liberdade da contaminação, além de evitar a disseminação da doença entre as pessoas que trabalham ou circulam nas unidades penais. A Nota Técnica também está baseada na Portaria nº 356/GM/MS, de 11 de março de 2020, que dispõe sobre a regulamentação e operacionalização do disposto na Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, que estabelece as medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus.

Recomendação aos servidores

Também consta na Nota Técnica a recomendação aos servidores que estiveram em visita a locais onde está ocorrendo o foco da doença. Ou que tenham tido contato com pessoas que possam estar contaminadas, apresentando ou não os sintomas da doença, que procurem uma unidade de saúde pública ou particular e relatem a situação.

Caso o médico sinta necessidade de o servidor permanecer em quarentena, deverá solicitar atestado médico no qual deve constar a Classificação Internacional de Doenças (CID) e o prazo de isolamento. Um familiar, de posse do atestado, bem como documentos do servidor (RG, CNH ou identidade funcional), deve se dirigir à Gerência de Saúde e Segurança/SUGP-SESP, solicitando a guia de encaminhamento para a perícia médica. Depois, é preciso fazer o agendamento da perícia pelo telefone 0800 647 3633 e o representante do servidor comparecer no dia e horário agendados.

O servidor que tiver dúvidas deverá entrar em contato pelos telefones (65) 3613-5545/ 9 9989-8578 ou pelo e-mail [email protected].

Confira aqui a íntegra da Nota Técnica Orientativa e as medidas de prevenção indicadas.

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Pipas e rede elétrica não combinam

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Os meses de férias motivados pela “Pandemia do Coronavírus” devem ser de diversão e não de constrangimentos. Uma das práticas comuns e adorada pelos jovens nesse período é o de soltar pipas. Por isso, fazem-se necessários alguns cuidados para que elas possam brincar em segurança. O principal deles é afastar-se das redes elétricas. Quando as pipas enroscam nos fios podem provocar curtos-circuitos e acarretar desde interrupções no fornecimento de energia em bairros inteiros até acidentes fatais.

Soltar pipas perto da rede elétrica é extremamente perigoso, sob risco da linha ou da pipa enroscar nos fios, ocasionando descarga elétrica. Além disso, materiais metálicos não devem ser utilizados na fabricação da pipa, pois conduzem eletricidade, aumentando a chance de choque elétrico, com risco de morte.

A Energisa registra anualmente um número significativo de ocorrências relacionadas a objetos na rede elétrica, especialmente pipas. Com as crianças e adolescentes em casa por causa da Pandemia da Covid-19, a recomendação é de cuidado redobrado para evitar acidentes.

Quando objetos ficam presos aos fios de energia elétrica, eles podem ocasionar diversos problemas, como queda de energia, choques, incêndios, queimaduras graves e até mesmo acidentes fatais. O ideal é que a brincadeira ocorra em locais abertos e afastados da rede elétrica para evitar acidentes. Nunca use fios metálicos ou cerol, e caso a pipa fique presa nos cabos de energia, não tente retirá-la.

Para brincar de pipa com segurança, confira mais orientações da Energisa:

– Crianças não devem soltar pipa sem a supervisão de um adulto;
– Procure locais distantes da rede elétrica, como parques e campos abertos;
– Não utilize materiais cortantes, como a linha chilena e o cerol;
– Nunca tente remover a pipa que tenha ficado enroscada na rede elétrica. Apenas os profissionais autorizados pela Energisa, munidos de todos os itens de segurança e treinamentos necessários, podem fazer a manutenção na rede elétrica;
– Não solte pipa próximo a ruas e avenidas. A linha pode ser perigosa para os condutores, causando, principalmente, acidentes com motos e bicicletas;
– Alerte outras pessoas sobre o risco de soltar pipas sem os devidos cuidados. A conscientização é fundamental para reduzir transtornos e acidentes.

Outros objetos nos fios

Quando há chuva ou ventos fortes, as rajadas de vento podem jogar objetos maiores contra a rede elétrica, como placas, lonas e até mesmo árvores. Quando isso acontece, não se aproxime e avise imediatamente a Energisa.

Em casos de objetos na rede entre em contato com a distribuidora por meio do 0800 646 4196 e caso haja princípio de incêndio, acione também o Corpo de Bombeiro – 193.

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