EVASÃO ESCOLAR

TCE/MT solicita dados sobre permanência escolar à 54 município

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A fim de mapear a situação de permanência dos estudantes nas redes municipais e estaduais durante a Pandemia de Covid-19, o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) solicitou aos gestores da Educação de 54 municípios do Estado, além do gestor da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), o preenchimento do questionário referente ao projeto Permanência Escolar na Pandemia.

O levantamento, feito por meio do Indicador de Permanência Escolar (IPE), é fruto de parceria com o Comitê Técnico da Educação do Instituto Rui Barbosa (CTE-IRB) e com o Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (IEDE). Por meio dele, será possível diagnosticar casos críticos e proporcionar um panorama da evasão em cada região do país.

Até o momento, o projeto conta com a adesão de 26 Tribunais de Contas brasileiros com jurisdição nas esferas estadual e municipal e do Tribunal de Contas da União (TCU). Para a realização deste trabalho, os técnicos entraram em contado com a Secretaria de Educação orientando sobre o preenchimento do questionário eletrônico e encaminhamento da documentação correspondente à frequência dos alunos.

No Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), a ação é conduzida pela Secretaria de Controle Externo (Secex) de Educação e Segurança, que informa que, eventualmente, esses dados poderão ser complementados por entrevistas a distância, via telefone ou videoconferência, conforme a necessidade de cada município.

De acordo com a titular da Pasta, Mônica Acendino, é importante destacar que o estudo não constitui um procedimento de auditoria, mas, um instrumento de coleta de informações, dados e documentos que evidenciem a situação da frequência escolar em Mato Grosso.

O objetivo é apoiar a gestão e o planejamento nesse período tão sensível, trazendo subsídios para a atuação administrativa”, diz.

Desta forma, o documento apontará as redes de ensino onde as medidas de enfrentamento da exclusão escolar são inexistentes ou ineficazes, de forma a embasar e direcionar a atuação dos órgãos de controle na fiscalização e acompanhamento dos jurisdicionados no que diz respeito ao tema.

Essa nova realidade vem afetando de forma drástica o vínculo aluno-escola. Neste contexto, a cooperação entre os órgãos envolvidos resultará em uma estimativa de alunos que correm o risco de deixar as salas de aula, trazendo dados que servirão como suporte aos gestores na elaboração de políticas para a mitigação dos prejuízos causados à educação decorrentes das medidas de distanciamento social”, conclui a secretária.

Evasão escolar durante a pandemia

Se a exclusão escolar no Brasil já era um problema a ser enfrentado, o cenário de crise sanitária piorou esse quadro. Uma pesquisa da Pnad Covid-19 / IBGE indicou que, em novembro de 2020, cerca de 5,1 milhões de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não tiveram acesso à educação. Embora as aulas remotas sejam um desafio para os alunos e suas famílias, os que vivem em situação de vulnerabilidade são os mais afetados.

Uma vez desfeito o vínculo com a escola, aumenta consideravelmente a chance de essa criança ou adolescente se afastar permanentemente dos ambientes de ensino. Assim, é necessário um amplo esforço para não apenas resgatar os estudantes excluídos do sistema educacional, mas também atuar preventivamente nos casos em que haja risco de evasão ou abandono.

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Geral

“Segunda dose da vacina será no polo mais próximo de sua casa”

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A partir da segunda quinzena do mês de julho a campanha de vacinação em Cuiabá começou a receber a maior concentração de aplicação de dose 2 da vacina da Astrazeneca, que tem um intervalo de 12 semanas entre as duas doses.

Já a vacina da Pfizer, que tem o mesmo tempo de espera entre as duas doses, começará a ter um fluxo grande de pessoas para tomar a segunda vacina no começo do mês de agosto.

As pessoas que tomaram a primeira dose tanto da Astrazeneca, quanto da Pfizer já saíram com a data para tomar a segunda marcada no cartão de vacinação e lançada no sistema. Com o fechamento do polo do Centro de Eventos do Pantanal, as pessoas que estavam com a segunda dose marcada para tomar no local tiveram as agendas apagadas do sistema.

Passamos a reagendar estas pessoas para outros polos, mas caso alguém não tenha recebido a nova agenda no cadastro da vacinação, ela pode ir ao polo mais próximo de sua residência, na data e horário marcado no cartão. É imprescindível levar o cartão de vacinação para tomar a segunda dose, explica Valéria de Oliveira, coordenadora da campanha.

Aqueles que tomaram a primeira dose em outros polos precisam olhar o agendamento da segunda dose no cadastro da vacinação e devem receber a segunda aplicação no dia, horário e local marcado na agenda.

A partir da próxima semana teremos um volume grande de pessoas que vão tomar a segunda dose, além de continuarmos com a aplicação da primeira para os grupos prioritários e para a população de 18 a 39 anos com as vacinas dos faltosos. É uma logística grande e precisamos que todos cooperem e compareçam aos polos de vacinação nas datas e locais corretos para que possamos manter a campanha funcionando de forma organizada, disse a coordenadora.

Dose 1

Quem está cadastrado no site e ainda não tomou a primeira dose está aguardando em uma fila de espera virtual. Quando a pessoa for agendada, o sistema do site enviará uma mensagem de WhatsApp automática e/ou um e-mail informando que ela já está confirmada para ir tomar sua vacina.

No dia da vacinação, ela deve levar o QR Code do agendamento impresso, um documento com foto e o comprovante de endereço de Cuiabá. A pessoa também deve estar com o cartão do SUS atualizado.

No caso de vacinação pela categoria profissional, também é preciso apresentar declaração de vínculo funcional. Já no caso das pessoas que se cadastraram pelos grupos de comorbidades ou deficiência permanente grave, além de gestantes, puérperas e lactantes, é preciso apresentar o laudo médico.

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