APRESENTAÇÕES EM 2 HORÁRIOS

Show das Águas voltam a ocorrer no Parque das Águas

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A Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) informa à população que retomou a programação de duas apresentações, por noite, do Show das Águas, conforme ocorria antes da Pandemia da Covid-19. A estrutura, que faz parte das atrações do Parque das Águas, está funcionando, atualmente, nos horários de 19h e 21h15.

Como medida de biossegurança e prevenção ao contágio da Covid-19, as exibições foram suspensas durante 2020, ano em que os números relacionados aos casos da doença estavam elevados. Em dezembro de 2021, o Show das Águas voltou a funcionar em horário especial para o fim de ano, com três apresentações.

A fonte luminosa tem 70 metros de extensão e está instalada no centro da Lagoa Paiaguás. Durante as apresentações, são lançados jatos de água de até 70 metros de altura, todos iluminados coloridamente e que “dançam” conforme o ritmo de três músicas, que fazem parte de um repertório de 20 canções incluídas na programação do equipamento.

Por determinação do prefeito Emanuel Pinheiro tomamos todas as providências necessárias para retomar o Show das Águas. Foram feitos os reparos necessários, já houve um desgasta natural causado pelo tempo, e uma programação voltada para o fim de ano. Agora, as apresentações voltam ao normal, sempre abrilhantando ainda mais esse cartão postal, que é o Parque das Águas”, explica o diretor-presidente da Limpurb, Vanderlúcio Rodrigues.

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Médica orienta cumprir esquema vacinal para evitar casos de meningite

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Meningites e pneumonias podem ser causadas por vírus, fungos e bactérias. No caso desse último agente infeccioso, existem vacinas que oferecem proteção contra alguns dos sorotipos mais comuns de meningococos e pneumococos, responsáveis por manifestações graves dessas doenças”.

Considerada pelo Ministério da Saúde como doença endêmica no Brasil, a meningite ocorre com maior intensidade na forma bacteriana no inverno e na forma viral no verão. No entanto, o que preocupa é que apesar de ter cobertura, os dados do Plano Nacional de Imunização (PNI) evidenciam que 73% do público-alvo da vacina meningocócica forma mais grave da doença e distribuída gratuitamente pelo SUS não tomou todas as doses dos imunizantes.

A responsável pelo setor de terapia intensiva do sistema Hapvida, Franciane Gonçalves, explicou que a meningite é uma doença tratável.

E que, por isso, parte do problema está exatamente no não cumprimento do esquema vacinal completo, principalmente nas crianças.

É importante que tomem o reforço, pois com o tratamento incompleto fica mais suscetível da pessoa ser acometida de uma infecção”.

A médica reforça ainda que esta é uma doença que pode ser evitada.

Porém, para isso precisamos manter o calendário de proteção atualizado”, reafirmou.

Para evitar confusões, ela pontua que na hora de consultar o cartão de vacinação é recomendável pedir ajuda a atendentes.

Eu sempre explico que às vezes a pessoa lê e não compreende as doses que faltam. O ideal é que o paciente peça auxílio para identificar o que ainda precisa ser feito”, recomendou.

A profissional ainda destacou que na meningite ocorre uma inflamação da meninge, que é uma espécie de película que recobre o cérebro. Ela pode ser causada por vírus, bactérias, parasitas ou fungos.

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Os sintomas são variados quando o tipo é viral e são parecidos com um resfriado comum; febre, falta de apetite e fadiga. Já quando é bacteriana os sintomas são mais fortes.

É importante lembrar que a meningite meningocócica é a mais grave, podendo inclusive levar à morte. Então essa é a mais preocupante e é preciso ficar atento aos principais sintomas que são febre alta e persistente, dificuldade de colocar o queixo no pescoço, rigidez de nuca da criança e umas manchas vermelhas que aparecem pelo corpo”, completou.

Ela orienta que, neste caso, é necessário levar o paciente de imediato para o atendimento médico.

A doença é tratável, mas não pode ficar em casa, com esses sintomas”, resumiu.

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