ENTREGA DAS CASAS NICO BARACAT

Residencial Nico Baracat II será entregue no dia 07 de agosto

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O Residencial Nico Baracat II encontra-se em fase final de obras. A entrega será realizada no dia 07 de agosto pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização em conjunto com a Caixa Econômica Federal. Em decorrência da pandemia do novo Coronavírus, as chaves serão entregues de maneira gradual, para grupos de 50 pessoas, garantindo o cumprimento das medidas de biossegurança.

Em junho de 2019 o prefeito Emanuel Pinheiro entregou o Nico Baracat I e, solidário como sempre, se comprometeu a entregar o dois. Então, por determinação dele temos trabalhado para realizar a entrega o quanto antes. Agora chegou o momento e estamos nos dedicando para que a entrega seja feita com segurança para todos. Os 443 sorteados serão divididos em grupos de 50 pessoas para que as medidas de biossegurança sejam cumpridas no ato da entrega”, declarou o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Air Praeiro.

A entrega da segunda etapa, com 443 casas deve acontecer no dia 07 de agosto seguindo normas de biossegurança e distanciamento mínimo, de maneira que não aja aglomeração. O cronograma de entrega será divulgado nos próximos dias pela Prefeitura de Cuiabá.

O mutirão para finalização do residencial contou com a parceria da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), Águas Cuiaba, Energisa e Caixa Econômica Federal.

Em novembro de 2019, o Executivo Municipal conseguiu a aprovação da Câmara para realizar aporte de recursos no valor de R$ 5 milhões para a finalização e entrega dos Residenciais Nico Baracat II e III.

A conquista foi fruto de ação do Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro e do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, que trabalhou em Brasília nas negociações junto ao Governo Federal e Caixa Econômica Federal. A proposta havia sido assinada pelo prefeito no dia 21 de outubro e sido encaminhada à Casa de Leis Municipal de Cuiabá logo em seguida para votação.

Há sete anos foi assinado o contrato para a construção do residencial Nico Baracat. Desde que assumiu o mandato, em 2017, Emanuel Pinheiro estabeleceu como uma das prioridades, destravar o processo junto ao Governo Federal para concretizar a entrega das chaves às famílias contempladas.

Em 17 de junho de 2019, a Prefeitura de Cuiabá e a Caixa Econômica Federal entregaram 360 casas do Residencial Nico Baracat I. Já o Residencial Nico Baracat III segue com as obras de acordo com as recomendações de biossegurança, assim como o atendimento dos sorteados, que está sendo realizado por agendamento para finalização do processo de análise de documentos.

O residencial está inserido no programa Minha Casa, Minha Vida, que tem diretrizes próprias e é coordenado pelo Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal, em parceria com a Prefeitura de Cuiabá.

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Bill Gates financia projeto de proporções catastróficas: quer escurecer o Sol para “salvar” a Terra

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O bilionário e fundador da Microsoft, Bill Gates, está financiando um projeto que pretende escurecer o Sol, espalhando milhões de toneladas de poeira na estratosfera para impedir a fábula globalista do “aquecimento global” na Terra. No entanto, especialistas temem que isso possa, na verdade, provocar uma calamidade global.

Segundo o Daily Mail, o plano parece ficção científica, mas pode se tornar realidade em uma década; todos os dias, mais de 800 aeronaves gigantes levantariam milhões de toneladas de pó de giz a uma altura de 19 km acima da superfície da Terra e, em seguida, as espalhariam ao redor da estratosfera.

Em teoria, a poeira suspensa no ar criaria uma espécie de guarda-sol gigantesco, refletindo alguns dos raios solares e o calor de volta ao espaço, escurecendo aqueles raios que passam, e assim, “salvando” a Terra do suposto “aquecimento climático”.

O projeto, financiado por Bill Gates, está sendo desenvolvido por cientistas da Universidade de Harvard.

O teste inicial de US $ 3 milhões, conhecido como Experimento de Perturbação Controlada Estratosférica (Stratospheric Controlled Perturbation Experiment – SCoPEx) usaria um balão científico de alta altitude para elevar cerca de 2 kg de pó de carbonato de cálcio, o tamanho de um saco de farinha para a atmosfera 19 km acima do deserto do Novo México, nos EUA.

De fato, os planos estão tão avançados que os experimentos iniciais de “nuvens do céu” deveriam ter começado meses atrás.

Os experimentos semeariam uma área de céu em forma de tubo com 800 metros de comprimento e 100 metros de diâmetro. Durante as 24 horas seguintes, o balão seria dirigido por hélices através dessa nuvem artificial, seus sensores a bordo monitorando tanto a capacidade de reflexão do sol da poeira quanto seus efeitos no ar rarefeito ao redor.

No entanto, o projeto SCoPEx está paralisado, em meio a temores de que possa desencadear uma série desastrosa de reações em cadeia, criando um caos climático na forma de secas e furacões graves e levando a morte de milhões de pessoas em todo o mundo.

Segundo o Daily Mail, um painel consultivo de especialistas independentes deve avaliar todos os possíveis riscos associados ao projeto de Bill Gates. Pois, criar o que equivale a um guarda-sol gigante para a Terra pode ter um preço alto, apresentando riscos e danos irreversíveis.

O ser humano não vive sem o Sol, de onde nós também extraímos a vitamina D, essencial para bom desenvolvimento dos ossos e para a prevenção de certas doenças. É o Sol que nos dá calor, luz e nos faz estar mais bem dispostos. É o sol que faz crescer os vegetais e os frutos que nos servem de alimento. Sem o sol não haveria vida na Terra. Por isso, impedir que raios solares cheguem à Terra, poderia baixar a nossa imunidade, propiciando o surgimento e o agravamento de doenças.

Outro temor é que espalhar poeira na estratosfera possa danificar a camada de ozônio que nos protege da radiação ultravioleta perigosa que pode danificar o DNA humano e causar câncer.

Os climatologistas também estão preocupados que tais remendos possam interromper involuntariamente a circulação das correntes oceânicas que regulam nosso clima. Isso por si só poderia desencadear um surto global de eventos climáticos extremos que podem devastar terras agrícolas, exterminar espécies inteiras e promover epidemias de doenças.

O potencial de desastre não termina aí

Tentar diminuir os raios do Sol provavelmente criaria cenários favoráveis a certas regiões do planeta, mas grandes secas em outras, como por exemplo, na África. Pois não é possível mudar a temperatura em uma parte do mundo e não perturbar uma outra. Tudo no clima do mundo está interligado.

Além disso, uma mudança na temperatura média global, por sua vez, mudaria a maneira como o calor é distribuído ao redor do globo, com alguns lugares aquecendo mais do que outros.

Isso, por sua vez, afetaria os níveis de chuva. O calor impulsiona o ciclo da água no qual a água evapora, forma nuvens e cai como chuva. Qualquer alteração de calor causaria uma mudança nos padrões de chuva. Mas como e onde exatamente não há como prever.

A tecnologia pode até desencadear guerras terríveis. Pois, mexer no clima poderia elevar ao alto o potencial de suspeita internacional e conflito armado.

Digamos, por exemplo, que o governo comunista chinês que já tem feito experiências com tecnologias que alteram o clima usou seu crescente conhecimento científico da era espacial para tentar espanar a estratosfera para proteger seus próprios rendimentos agrícolas. Então, dois anos depois, as monções falham na vizinha Índia, causando fome e doenças generalizadas. Mesmo se a ação chinesa não tivesse realmente causado o fim das monções, bilhões os culpariam.

Existe um perigo adicional

A tecnologia envolvida é sedutoramente barata, talvez menos de US $ 10 bilhões por ano. Isso significa que uma nação individual pode usá-la para seus próprios fins talvez como arma de guerra ou chantagem.

O que impede um governo comunista como o da China de interferir em nosso clima por interesses geopolíticos e econômicos?

Questões ainda maiores surgem. Como se desliga um sistema de “refrigeração global”? E que consequências imprevistas surgiriam se o desligamento fosse feito de repente?

Este projeto de Bill Gates de “salvar” a Terra parece ter muito potencial para se tornar um pesadelo global. “Brincar de ser Deus” poderá levar a consequências desastrosas e a longo prazo. – (ConexãoPolitica)

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