4º PROCEDIMENTO

MT realiza 4º procedimento de transplante de rim

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Hoje no Brasil ma fila de espera é muito grande de pessoas que precisam de um transplante de rim. Além de existir um numero grande de pessoas esperando para receber um rim, encontrar um doador compatível é como procurar uma agulha no palheiro: entre pessoas que não são da mesma família, as chances de compatibilização são de 1 em 100 mil.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Central Estadual de Transplantes (CET), viabilizou neste fim de semana mais um transplante de rim em Mato Grosso. O procedimento proporcionará mais qualidade de vida a um paciente de Cuiabá, que estava no sistema como apto para o recebimento do órgão.

Este é o quarto procedimento realizado após a retomada do serviço no Estado, que esteve paralisado de março a setembro deste ano devido à Pandemia pela Covid-19. Em outubro, após o pico no número de casos de coronavírus, o trabalho foi reativado e, em menos de um mês, já beneficiou quatro pacientes que aguardavam por um rim na fila da Central Estadual.

O primeiro transplante ocorreu no dia 24 de outubro, o segundo no dia 29 de outubro, o terceiro no dia 05 de novembro e o quarto no último sábado (14). Os procedimentos ocorreram no Hospital Santa Rosa, em Cuiabá, que atua como unidade credenciada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de cirurgia em Mato Grosso. Os órgãos foram disponibilizados de outro Estado por meio da Central Nacional de Transplantes.

As nossas equipes técnicas estão absolutamente empenhadas na realização dos transplantes. Esperamos que muitas outras vidas sejam beneficiadas por meio deste serviço ofertado pelo SUS, disse o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

A coordenadora de Acompanhamento e Controle de Transplantes da SES, Anita Ricarda da Silva, explica que para chegar na etapa da cirurgia existe um processo importante e célere realizado pelos profissionais da Central Estadual, que são treinados para atuar no processo de captação e doação de órgãos e tecidos.

Ela explica que as equipes são divididas em três núcleos: a primeira trata dos credenciamentos junto ao Sistema Nacional de Transplantes, orientação e formação; a segunda equipe fica responsável pelo acompanhamento necessário aos pacientes pós e pré transplantados e a terceira treina as equipes hospitalares e também recebe as ofertas de órgãos de outros Estados, repassa para a equipe transplantadora e acompanha o processo de retirada e implantação do órgão.

Com toda essa força tarefa o resultado só podia ser de grande vitória para o Estado de Mato Grosso e para os pacientes que precisam desse serviço. Parabenizo a equipe da Central Estadual. Graças a uma gestão que valoriza a vida, recuperamos de volta a confiança da população, que no passado não contava com esse importante serviço no Estado”, celebra a coordenadora.

O transplante renal estava paralisado há mais de 10 anos e foi reativado em janeiro deste ano pela SES. O retorno do serviço foi marcado pelo transplante entre as irmãs Glacelise Bettini da Silva Medrado, receptora do órgão, e Carmem Regina da Silva Medrado, doadora.

A equipe que realizou o transplante no sábado foi composta pelos cirurgiões Carlos Eduardo Bouret, Valter Torezan, Pedro Ernesto Pulcherio, Samuel da Silva Barretos; pelos nefrologistas Vitor Vieira, Walid Omais e José Carlos Muniz; pelos anestesistas Alexandra Gonzaga do Nascimento e Eder Hollen; pelo instrumentador Luiz Carlos da Silva.

Também integrou a equipe a enfermeira Marilsa Souza dos Santos, além dos circulantes Márcio Benedito de Morais e Kenia Siqueira Costa.

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Geral

5ª Fase da “Operação Tapiraguaia” acontece em Mato Grosso

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A Controladoria Geral da União (CGU) participa, nesta terça-feira (24), em Mato Grosso, da Operação Tapiraguaia – 5ª Fase. O trabalho é realizado em parceria com a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF).

O objetivo é desarticular um possível esquema criminoso que ocasionou fraudes e desvio de recursos públicos nas áreas da educação e saúde no âmbito da Prefeitura Municipal de Serra Nova Dourada (MT).

As investigações da Operação Tapiraguaia tiveram início a partir de fiscalização realizada pela Controladoria Geral da União durante o 4º Ciclo do Programa de Fiscalização em Entes Federativos (FEF).

Essa 5ª Fase busca subsidiar trabalhos de apuração relacionados a fraudes na execução de obra de Unidade Básica de Saúde e de quadra escolar coberta com vestiário no município de Serra Nova Dourada (MT). O montante dos recursos avaliados é de aproximadamente R$ 900 mil.

Dentre as irregularidades investigadas, cabe destacar, indícios de montagem e direcionamento de contratação; inexistência de empregados e maquinário em nome da empresa contratada; supostos pagamentos por serviços não realizados ou realizados de modo diverso ao contratado; e indicativos de pagamento de vantagens indevidas à agentes públicos da Prefeitura.

A PF apurou um prejuízo, em valores atualizados, de cerca de R$ 360 mil.

Impacto Social

As irregularidades praticadas com recursos da Educação e Saúde têm potencial impacto, quantitativa e qualitativamente, na prestação de serviços de Educação e Saúde à população, principalmente a de baixa renda. Assim, fraudes influenciam negativamente os resultados das ações governamentais e levam à degradação dos indicadores sociais.

Diligências

A Operação Tapiraguaia – 5ª Fase consiste no cumprimento de 2 mandados de busca e apreensão em residência e sede de empresa, sendo todos no município de Barra do Garças (MT), e a indisponibilidade de bens de 7 investigados. Além disso, a Justiça decretou a proibição cautelar de contratar ou renovar contrato com a Administração Pública de um investigado. O trabalho conta com apoio da CGU.

A Controladoria Geral da União, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém o canal Fala.BR para o recebimento de denúncias.

Quem tiver informações sobre esta Operação ou sobre quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico. A denúncia pode ser anônima, para isso, basta escolher a opção Não identificado.

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