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MPMT e PJC firmam parceria para fortalecer localização de desaparecidos

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Parceria realizada entre o Ministério Público do Estado de Mato Grosso e a Polícia Judiciária Civil pretende fortalecer as redes municipal e estadual que atuam na localização de desaparecidos e identificação dos encontrados.

Equipes das duas instituições vão trabalhar de forma integrada, compartilhando informações e também buscando a melhoria dos serviços públicos.

De acordo com o coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAOP), promotor de Justiça José Mariano de Almeida Neto, bancos de dados aos quais a Polícia Judiciária Civil ainda não tem acesso, e vice-versa, serão compartilhados entre as duas instituições para complementar o trabalho investigatório desenvolvido pelo Núcleo de Desaparecidos.

Durante reunião realizada na sede da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), foi discutida a formalização do trabalho conjunto. O delegado de polícia Anderson Veiga destacou a importância do apoio e parceria do Ministério Público, que reforçará as atividades investigativas no que tange às ocorrências de desaparecimento de pessoas.

PROGRAMA:

No ano passado, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso instituiu, por meio do Ato Administrativo nº. 828/2019-PGJ, o Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID/MPMT), em adesão ao Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (SINALID) do CNMP.

O PLID/MPMT é um programa que tem como objetivo a localização e identificação de pessoas desaparecidas, vítimas de crimes ou não, por meio da coleta de informações, registro em banco de dados e promoção de ações integradas que fomentem a melhoria na busca e identificação de pessoas desaparecidas.

O programa está vinculado, na estrutura organizacional, aos Centros de Apoio Operacional (CAOs), sendo suas atividades desenvolvidas pela sua equipe multidisciplinar, sob supervisão da Coordenação-geral.

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Fumantes são prováveis pacientes do caso mais grave da “Covid-19”

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Neste domingo (31) é celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco, data que alerta sobre doenças e mortes relacionadas ao tabagismo. Diversas enfermidades pulmonares podem ser desencadeadas pelo consumo do produto e diante da pandemia do novo “Coronavírus“, a “Covid-19” o vício torna os fumantes prováveis pacientes do caso mais grave da doença infecciosa, conforme explica o pneumologista Clóvis Botelho, de Mato Grosso.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tabaco fumado, em qualquer uma das suas formas, é responsável por até 90% de todos os cânceres de pulmão. Além de ser fator para o desenvolvimento de doenças respiratórias crônicas, como asma, e doenças pulmonares obstrutivas crônicas, como bronquite e enfisema.

Clóvis Botelho observa que um fumante provavelmente também irá desenvolver as formas mais graves da infecção causada pelo novo coronavírus.

O fumante já é um paciente inflamado. Ele tem uma inflamação crônica nas vias aéreas e por isso quando ele pega qualquer tipo de doença, inclusive as virais, ele vai ter mais sintomas, vai ser mais grave. Hoje, o tabagismo é considerado grande fator de risco para complicações da doença“, explica o pneumologista.

Botelho ressalta que uma das principais formas de infecção é a má higienização das mãos, que quando levada ao rosto e através do toque na boca ou nos olhos transmite o vírus da Covid-19. O fumante está sempre levando as mãos ao rosto. Leva o cigarro até a boca. Por isso é essencial que ele faça a higienização corretamente.

O pneumologista também alerta para o uso de narguilé.

São várias pessoas que estão ali dividindo a piteira, mas muitos têm a doença de modo assintomático (sem sintomas), e transmite o coronavírus. Passando de boca a boca aumenta a chance de contaminação, se um desses amigos está doente, sem saber, ele passa para outras pessoas“.

Botelho explica que inalar e soltar a fumaça no ambiente também aumenta as chances de contrair ou se contaminar.

O especialista acredita que o cenário da pandemia só voltará à normalidade dentro de dois anos. Para ele, a partir do final de 2021 terá uma vacina e prevenção da doença em toda a população.

Esse é mais um motivo para o fumante deixar de fumar. Se eu tenho uma dependência eu devo procurar um médico, um profissional da saúde para tratar o tabagismo. Existem métodos de tratamentos. Muitos conseguem parar por si só, a pessoa deve fazer força e parar de fumar“, completa o médico, que integra a equipe da Clínica Vida Diagnóstico e Saúde.

Última pesquisa

O número de brasileiros que mantém o hábito de fumar caiu 38% no período de 13 anos. É o que aponta dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) divulgados no último mês de abril.

Em 2019, 9,8% dos brasileiros afirmaram ter o hábito de fumar, enquanto que, em 2006, ano da primeira edição da pesquisa, esse índice era de 15,6%.

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