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“Mais agilidade no serviço do transporte coletivo na Capital”

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O crescimento acentuado do meio urbano gerou dificuldades para as cidades em diversas áreas como o transporte, o trânsito, o meio ambiente, entre outras. A complexidade destas áreas permite uma série de estudos que constitui uma engenharia que representa um complexo sistema integrado que atuando entre si deve proporcionar aos usuários acessibilidade a todos os serviços necessários para sua sobrevivência. O sistema de transporte coletivo é fundamental para diminuir as distâncias entre as áreas, pois interfere diretamente sobre todas as demais.

Com isso, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), da Prefeitura Municipal de Cuiabá, a fim de prestar um serviço de qualidade e mais agilidade àqueles que utilizam dos serviços do transporte coletivo oferecido na Capital, realizou alguns ajustes no planejamento de trabalho que vem sendo executado nesse período e enfrentamento à “Pandemia” do novo “Coronavírus“.

Sete novos veículos foram incluídos na frota em circulação, principalmente para suprir as demandas das linhas troncais, ou seja, aquela de maior procura pelos usuários.

Tivemos conhecimentos de alguns problemas pontuais. Nesse sentido, reunimos com as empresas que prestam os serviços e definimos essa nova estratégia. O controle do tráfego e quantidade de usuários transportados são realizados diariamente”, explicou o diretor de Transporte, Nicolau Budib.

Algumas linhas que receberam reforço e extensão no horário de atendimento são a 115, 605, 711, 517, 313, 311 e 609. No entanto, reforça Nicolau, para que possamos alcançar êxito nos resultados, precisamos da colaboração da população.

Algumas linhas estão fazendo com intervalo de menos de dez minutos entre uma e outra, o que corresponde a dez viagens em menos de 01 (uma) hora. Então, com um pouco de paciência, o usuário pode esperar o próximo ônibus e com isso evitar a superlotação. Uma vez que, é impossível a fiscalização estar em todos os pontos e estações”, ressaltou.

A fiscalização do controle de acesso dos usuários do transporte coletivo na capital continua. Com a retomada de forma gradativa e segura dos setores econômicos, o monitoramento é realizado para evitar aglomerações, o que possibilita à disseminação do novo Coronavírus. Se comparado com o número total de passageiros registrados em tempos normais, o equivalente a 250 mil pessoas, o fluxo diário registrou uma redução de 70% desde o início da adoção de medidas especiais e de controle ao novo Coronavírus.

Antes da publicação do último decreto municipal, que dispõe sobre a retomada de setores econômicos, na primeira quinzena do mês de junho, conforme levantamento feito pelo Diretoria de Transportes, o número de usuários que estavam sendo transportados era de 75 mil. Após essa última medida de disseminação do Covid-19, o número de transportados saltou para 85 mil, um pequeno acréscimo de 10 mil passageiros.

Válido lembrar que todos os veículos são devidamente higienizados após término de cada viagem. Os coletivos estão circulando, seguindo a determinação judicial, com 50% de sua capacidade total.

Para um maior rigor na fiscalização, controle de acesso e exigir o uso de máscaras tanto dentro dos ônibus como nos terminais e paradas de ônibus, as equipes de agentes estão atuando de forma volante. Nos horários considerados de pico, os agentes permanecem nas estações Alencastro, Bispo e Maria Taquara. Após isso, os agentes são deslocados para os principais corredores como as Avenidas do CPA, Trabalhadores e Fernando Côrrea, a fim de garantir a fluidez e a tranquilidade do trânsito, concluiu Nicolau.

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MEC vai repassar para as universidades e institutos federais R$ 200 milhões

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Recentemente o presidente da Republica, Jair Messias Bolsonaro disse que avalia a situação da Educação do Brasil no momento como “horrível”. No meio de uma crise gerada pela demissão do ministro Carlos Decotelli, que ficou dias no cargo e teve seu currículo acadêmico contestado pelas faculdades que passou.

A crise gerada pela “Pandemia do Coronavírus” deverá atingir todas as áreas da Educação, mas ainda é cedo para saber quais serão seus impactos.

Nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) anunciou o repasse de cerca de R$ 200 milhões para investimentos em infraestrutura e equipamentos nas universidades e institutos federais. As instituições receberão de R$ 800 mil a R$ 4 milhões, de acordo com o projeto selecionado.

O secretário executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, explicou que os recursos serão investidos em três frentes: segurança, com ações para combate a incêndio e pânico, acessibilidade e vigilância monitorada; redução de despesas futuras, como aquisição de placas de energia fotovoltaica e retomada de obras; e investimentos em equipamentos de tecnologia de informação e comunicação.

De acordo com Vogel, parte do montante também será utilizado para compra de equipamentos para escolas médicas, em campi sem hospitais universitários.

Inovação

Além disso, o MEC anunciou que vai incrementar o orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Ampliado de R$ 28 milhões para R$ 50 milhões, o orçamento que vai possibilitar a abertura de um edital para o credenciamento de novas universidades e institutos federais como unidades de inovação Embrapii.

O objetivo do projeto é estimular a relação entre as instituições de ensino e empresas privadas na pesquisa aplicada à indústria, com o desenvolvimento de projetos que atendam às demandas do setor.

A ideia é que a universidade sirva cada vez mais ao setor produtivo”, disse o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas.

Segundo ele, até um terço do valor dos projetos desenvolvidos pelas unidades de inovação pode ser financiado com recursos públicos. O restante vem do setor empresarial. Atualmente, 17 unidades de pesquisa de universidades e institutos federais são credenciados à Embrapii e a previsão é que o novo edital seja lançado até setembro.

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