EVITAR CONTAMINAÇÃO DOS PRESOS

Equipes de Saúde tem implementado ações de prevenção e disseminação do “Coronavírus” nas unidades penais estaduais

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O Sistema Penitenciário de Mato Grosso registrou até esta quinta-feira (23), duas mortes de reeducandos por “Covid-19”. Atualmente, 11.260 pessoas, entre homens e mulheres, estão custodiadas nas 48 unidades penais de Mato Grosso.

Desde meados de março, período em que começaram as ações de prevenção ao novo “Coronavírus“, a atuação tem sido para evitar a contaminação dos recuperandos. Dentre as medidas tomadas está o tratamento precoce, conforme protocolo do Ministério da Saúde, triagem e isolamento das pessoas que adentram as unidades. Além de testagem, medidas orientativas quanto a higiene pessoal, lavagem das mãos, uso de álcool em gel e máscaras.

Na condução das demandas de atendimentos às Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) estão os servidores da área de saúde que atuam dentro das unidades. Desde o início da pandemia, os reeducandos tem recebido tratamento no local onde cumprem a medida de privação de liberdade. Atualmente, 310 servidores, entre efetivos e contratados, atuam no Sistema Penitenciário.

A pandemia no contexto penitenciário colocou os envolvidos um novo formato para atender Pessoa Privada de Liberdade. Antes, a equipe de saúde aguardava as queixas para o atendimento. Hoje os profissionais vão até as pessoas, seja nos raios, nas celas ou nas alas, enfatiza a coordenadora de Saúde do Sistema Penitenciário, Lenil da Costa Figueiredo.

Fazem parte da área da saúde do Sistema Penitenciário médicos, enfermeiros, psicólogos, auxiliar de enfermagem, assistentes sociais, farmacêuticos, odontólogos, auxiliar de consultório dentário, nutricionistas, entre outros.

Números da doença

As duas mortes de internos ocorreram no município de Alta Floresta (a 600 km ao Norte de Cuiabá). Somente nesta unidade, 193 pessoas foram testadas. Destas, tiveram resultado: 65 positivos, entre os quais 54 estão curados, 128 negativos e duas mortes. Em todo o Estado, quase mil testes já foram realizados entre os reeducandos.

Foi uma experiência que nunca passamos antes, mas conseguimos agir rápido. O resultado só ocorreu porque os servidores foram engajados no atendimento. Temos um médico e uma enfermeira na unidade, mas foi preciso pedir apoio na Superintendência e outros profissionais vieram ajudar no trabalho. Junto a isso, foi necessário intensificar as medidas de segurança, como por exemplo, o isolamento. Acredito que se nossa ação não tivesse sido coordenada e precisa, os números de óbitos seriam ainda maiores“, revela a diretora da Cadeia Pública de Alta Floresta, Cilene Mateus da Silva.

Na maior unidade penal de Mato Grosso, a Penitenciária Central do Estado (PCE), a equipe de saúde passou a trabalhar inclusive aos finais de semana. Até o momento já foram realizados mais 420 testes rápidos, acusando 219 casos positivos e 201 negativos.

Enfermeira há dois anos na PCE, L.P.A, ressalta que este é o momento mais desafiador da carreira.

Desde o início da pandemia, as nossas ações têm sido no sentido de evitar surtos na unidade. Buscamos antecipar novas medidas e condutas internas e, aqui destaco, a interrupção das visitas para evitar aglomeração, a antecipação da vacina influenza, a triagem e isolamento de novos reeducandos, dentre outras ações. Vale ressaltar que todo atendimento tem sido feito internamente“.

Na PCE, até hoje, não houve a necessidade da internação de nenhum preso na rede de saúde pública. Os casos não foram agravados.

Faço o agradecimento especial aos profissionais da saúde do sistema penitenciário, graças ao empenho e dedicação de todos, temos alcançado índices exitosos no combate à doença“, sintetiza a Superintendente de Política Penitenciária, Michelli Egues Dias Monteiro.

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Bill Gates financia projeto de proporções catastróficas: quer escurecer o Sol para “salvar” a Terra

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O bilionário e fundador da Microsoft, Bill Gates, está financiando um projeto que pretende escurecer o Sol, espalhando milhões de toneladas de poeira na estratosfera para impedir a fábula globalista do “aquecimento global” na Terra. No entanto, especialistas temem que isso possa, na verdade, provocar uma calamidade global.

Segundo o Daily Mail, o plano parece ficção científica, mas pode se tornar realidade em uma década; todos os dias, mais de 800 aeronaves gigantes levantariam milhões de toneladas de pó de giz a uma altura de 19 km acima da superfície da Terra e, em seguida, as espalhariam ao redor da estratosfera.

Em teoria, a poeira suspensa no ar criaria uma espécie de guarda-sol gigantesco, refletindo alguns dos raios solares e o calor de volta ao espaço, escurecendo aqueles raios que passam, e assim, “salvando” a Terra do suposto “aquecimento climático”.

O projeto, financiado por Bill Gates, está sendo desenvolvido por cientistas da Universidade de Harvard.

O teste inicial de US $ 3 milhões, conhecido como Experimento de Perturbação Controlada Estratosférica (Stratospheric Controlled Perturbation Experiment – SCoPEx) usaria um balão científico de alta altitude para elevar cerca de 2 kg de pó de carbonato de cálcio, o tamanho de um saco de farinha para a atmosfera 19 km acima do deserto do Novo México, nos EUA.

De fato, os planos estão tão avançados que os experimentos iniciais de “nuvens do céu” deveriam ter começado meses atrás.

Os experimentos semeariam uma área de céu em forma de tubo com 800 metros de comprimento e 100 metros de diâmetro. Durante as 24 horas seguintes, o balão seria dirigido por hélices através dessa nuvem artificial, seus sensores a bordo monitorando tanto a capacidade de reflexão do sol da poeira quanto seus efeitos no ar rarefeito ao redor.

No entanto, o projeto SCoPEx está paralisado, em meio a temores de que possa desencadear uma série desastrosa de reações em cadeia, criando um caos climático na forma de secas e furacões graves e levando a morte de milhões de pessoas em todo o mundo.

Segundo o Daily Mail, um painel consultivo de especialistas independentes deve avaliar todos os possíveis riscos associados ao projeto de Bill Gates. Pois, criar o que equivale a um guarda-sol gigante para a Terra pode ter um preço alto, apresentando riscos e danos irreversíveis.

O ser humano não vive sem o Sol, de onde nós também extraímos a vitamina D, essencial para bom desenvolvimento dos ossos e para a prevenção de certas doenças. É o Sol que nos dá calor, luz e nos faz estar mais bem dispostos. É o sol que faz crescer os vegetais e os frutos que nos servem de alimento. Sem o sol não haveria vida na Terra. Por isso, impedir que raios solares cheguem à Terra, poderia baixar a nossa imunidade, propiciando o surgimento e o agravamento de doenças.

Outro temor é que espalhar poeira na estratosfera possa danificar a camada de ozônio que nos protege da radiação ultravioleta perigosa que pode danificar o DNA humano e causar câncer.

Os climatologistas também estão preocupados que tais remendos possam interromper involuntariamente a circulação das correntes oceânicas que regulam nosso clima. Isso por si só poderia desencadear um surto global de eventos climáticos extremos que podem devastar terras agrícolas, exterminar espécies inteiras e promover epidemias de doenças.

O potencial de desastre não termina aí

Tentar diminuir os raios do Sol provavelmente criaria cenários favoráveis a certas regiões do planeta, mas grandes secas em outras, como por exemplo, na África. Pois não é possível mudar a temperatura em uma parte do mundo e não perturbar uma outra. Tudo no clima do mundo está interligado.

Além disso, uma mudança na temperatura média global, por sua vez, mudaria a maneira como o calor é distribuído ao redor do globo, com alguns lugares aquecendo mais do que outros.

Isso, por sua vez, afetaria os níveis de chuva. O calor impulsiona o ciclo da água no qual a água evapora, forma nuvens e cai como chuva. Qualquer alteração de calor causaria uma mudança nos padrões de chuva. Mas como e onde exatamente não há como prever.

A tecnologia pode até desencadear guerras terríveis. Pois, mexer no clima poderia elevar ao alto o potencial de suspeita internacional e conflito armado.

Digamos, por exemplo, que o governo comunista chinês que já tem feito experiências com tecnologias que alteram o clima usou seu crescente conhecimento científico da era espacial para tentar espanar a estratosfera para proteger seus próprios rendimentos agrícolas. Então, dois anos depois, as monções falham na vizinha Índia, causando fome e doenças generalizadas. Mesmo se a ação chinesa não tivesse realmente causado o fim das monções, bilhões os culpariam.

Existe um perigo adicional

A tecnologia envolvida é sedutoramente barata, talvez menos de US $ 10 bilhões por ano. Isso significa que uma nação individual pode usá-la para seus próprios fins talvez como arma de guerra ou chantagem.

O que impede um governo comunista como o da China de interferir em nosso clima por interesses geopolíticos e econômicos?

Questões ainda maiores surgem. Como se desliga um sistema de “refrigeração global”? E que consequências imprevistas surgiriam se o desligamento fosse feito de repente?

Este projeto de Bill Gates de “salvar” a Terra parece ter muito potencial para se tornar um pesadelo global. “Brincar de ser Deus” poderá levar a consequências desastrosas e a longo prazo. – (ConexãoPolitica)

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