DENÚNCIA DO SINDIMED/MT

“Empresa cuiabana é uma verdadeira “caixa preta””

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Após vários episódios de médicos sem receber por terem assinados contratos de Pessoa Jurídica, o Sindicato dos Médicos do Estado de Mato Grosso (Sindimed/MT) foi convidado pela Câmara de Vereadores de Cuiabá para participar da Tribuna Livre de forma online e falar sobre o tema “Pejotização do Trabalho Médico“.

O Sindicato dos Médicos, em várias ocasiões já se posicionou ser contra a “Pejotização do Trabalho Médico“, visto que o profissional não tem nenhum direito trabalhista e nem aposentadoria, já que os contratos são por CNPJ.

E em Cuiabá está cada vez mais comum médicos ficarem sem receber meses dessas empresas e hospitais que fazem esse tipo de contratação dificultando a atuação do Sindicato já que se trata de contratos pessoas jurídicas.

Durante a Tribuna Livre na Câmara Municipal de Cuiabá, o presidente do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (SIndimed/MT), Adeíldo Lucena denunciou que a empresa cuiabana que administra o Hospital Municipal de Saúde (HMC) e o Hospital São Benedito é uma verdadeira “caixa preta”.

Os médicos hoje são contratados como pessoas jurídicas e como sócios ocultos ficando 3 meses e até mais sem receber e não tento como cobrar já que as empresas que os contratam não tem lastro e os médicos não são contratados em regime CLT nem, processo seletivo e nem concurso público como previsto no Estatuto Social da empresa“, alerta Adeildo.

Para boa parte dos médicos que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 no Brasil, adoecer não é uma opção. Contratados como Pessoa Jurídica (PJ), ou em regime temporário, os profissionais não são protegidos por garantias em caso de adoecimento ou licença-maternidade. Caso fiquem afastados, não são remunerados pelo período de ausência. A vulnerabilidade trabalhista se soma a um contexto de desgaste físico e psicológico, em uma pandemia que se arrasta por mais de um ano.

Segundo o Sindicato dos Médicos, os profissionais estão sendo contratados em regime de quarteirização, ou seja, terceirização da terceirização. E todos sem nenhum direito trabalhista.

Entramos com uma ação pedindo que o Empresa Cuiabana cumpra a decisão judicial e convoque o concurso público que aliás está previsto no regimento dela e não está cumprindo“, disse o presidente.

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“Operação Lei Seca” prende sete motoristas e apreende 49 veículos

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Na “Operação Integrada da Lei Seca“, realizada na Avenida do CPA, próxima ao bairro Baú, na noite desta quarta-feira (15), foram fiscalizados 116 veículos e aplicados 116 testes de alcoolemia. Sete motoristas foram presos dirigindo embriagados e 49 veículos foram removidos, sendo 41 carros e oito motocicletas. A ação começou as 23h30.

Dez pessoas foram flagradas conduzindo veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 22 estavam dirigindo sob efeito de álcool (quantidade inferior para caracterizar crime de trânsito), outros 19 motoristas estavam com veículo sem registro ou sem o licenciamento. Ao todo foram aplicados 76 Autos de Infração de Trânsito.

Doze motoristas se recusaram a realizar o teste do bafômetro.

Em Cuiabá, a Operação Lei Seca foi realizada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp), Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), Detran, Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e a policiais penais do Serviço de Operações Especiais Penitenciárias (SOE).

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