PROTEÇÃO

Barreiras sanitárias para enfrentamento da “Covid-19” em Leverger

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A Prefeitura de Santo Antônio de Leverger, através da Secretaria Municipal de Saúde está tomando medidas mais severas, como forma de combater e prevenir a população da “Pandemia do Coronavírus“, realizando barreiras sanitária na principal via de acesso ao município.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), juntamente com a Secretaria Estadual de Saúde do Estado de Mato Grosso (ES/MT), orienta os municípios à realização de barreiras sanitárias para prevenção e controle do “Covid-19“, doença causada pelo “Coronavírus“.

As barreiras são realizadas em pontos estratégicos, pelas vigilâncias sanitárias estadual e municipais em conjunto com servidores remanejados de outras secretarias, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e voluntários, para reforçar a vigilância nas portas de entrada das cidades.

A barreira é muito importante para orientação dos viajantes em relação ao que o decreto estabelece, principalmente no que tange o isolamento social de 15 dias. Além das orientações sobre sinais e sintomas de “Covid-19“, e, em caso de sintoma, há a orientação de comunicar imediatamente à vigilância epidemiológica do município“, disse uma das integrante da barreira sanitária na entrada do município de Santo Antonio do Leverger.

Ela ainda reforça que na abordagem também são coletados dados dos viajantes para que haja uma rápida rastreabilidade em caso de confirmação de casos suspeitos.

Na ação, os profissionais da Saúde que estão devidamente equipados, além de aplicar álcool na mão das pessoas, orientam sobre o uso das máscaras e os cuidados com a higienização. Na oportunidade, falam sobre as novas medidas dos Decreto Municipal, que restringe o funcionamento de pesqueiros e restaurantes da região, como forma de evitar aglomerações.

A barreira sanitária está sendo realizada todos os dias, nos horários de pico, nas proximidades do Posto Policial da MT 040, onde até temperaturas estão sendo aferidas nas pessoas que passam pela via“.

O objetivo desta barreira é de orientar tanto os visitantes, quantos os moradores sobre as medidas preventivas e protetivas, individuais e coletivas acerca da COVID-19 na cidade.

Caso alguém apresente os sintomas do vírus, a equipe irá promover o encaminhamento dos casos suspeitos de COVID-19 à Unidade de Saúde, para realização de exames e isolamento dos pacientes.

Sintomas COVID-19“: temperatura corporal igual ou superior a 37,8º, tosse seca, dor de garganta, dor muscular (mialgia), dor de cabeça (cefaleia) e prostração, dificuldade para respirar.

O município de Santo Antônio de Leverger teve um registro de caso confirmado de COVID-19, porém, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o paciente já se recuperou e passa bem.

Hoje o município não apresenta nenhum caso confirmado de “COVID-19“.

O prefeito Valdir Castro Filho desde o princípio da Pandemia do Coronavírus no Estado, vem tomando medidas seguindo as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS), com objetivo de proteger a vida do povo de Leverger.

Pedimos a todos que tomem cuidado, estamos fazendo a nossa parte, mas um tem que cuidar do outro, não esqueçam de lavar constantemente as mãos, evitar aglomerações, só sair de casa se for necessário e com as máscaras, tenho fé em Deus, e em Santo Antônio que logo iremos sair mais fortalecidos desta situação, explicou Valdirzinho.

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Geral

Piracema em Mato Grosso será entre 1º de outubro de 2020 e 31 de janeiro de 2021

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O pleno do Cepesca decidiu, por unanimidade, manter a data com base nos estudos de Monitoramento Reprodutivo dos Peixes de Interesse Pesqueiro no Estado

O Conselho Estadual de Pesca (Cepesca) definiu que o período de Defeso da Piracema em Mato Grosso será entre 1º de outubro de 2020 e 31 de janeiro de 2021. O Pleno decidiu, por unanimidade, manter a mesma data dos últimos anos nos rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Tocantins-Araguaia com base nos estudos de Monitoramento Reprodutivo dos Peixes de Interesse Pesqueiro no estado.

A reunião online, conforme as regras de distanciamento social, foi conduzida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da Sema Mato Grosso, nesta quinta-feira (28). A decisão respeitou o contraditório e o debate em plenária entre os conselheiros, que são representantes de diversos órgãos e instituições governamentais, empresariais e sociais.

Os dados técnicos sobre o monitoramento Reprodutivo dos Peixes de Interesse Pesqueiro no Estado foram apresentados pela doutora em Ciências Biológicas e professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) , Lúcia Aparecida de Fatima Mateus. Mato Grosso é o único estado a utilizar dados científicos para definir o período de Defeso da Piracema.

Os banco de dados abrange informações desde 2004 e a cada ano vem sendo aprimorado, abrangendo mais locais e aumentando o número de indivíduos analisados, foram mais de 10 mil peixes neste estudo. Pela primeira vez, foram observadas a distribuição e abundância temporal de ovas e larvas de peixes na Bacia Alto Paraguai.

Cada bacia é analisada separadamente por meses do ano e depois integradas para um melhor resultado. Foi realizada também uma análise detalhada sobre o período reprodutivo das espécies pacu, pintado e cachara pela relevância para a pesca e a importância econômica destes peixe. O estudo traz ainda uma separação entre peixes de escama, que desovam mais cedo e peixe de couro, nessa categoria entra especialmente o bagre, que desovam mais tarde, conforme foi observado durante monitoramento.

Nosso banco de dados possui informações de 16 anos, uma escala temporal interessante para fazer esse tipo de estudo. Pelas análises podemos dizer, com confiança, que outubro, novembro e dezembro são os meses mais importantes para atividade reprodutiva considerando as três bacias do Estado”, concluiu a professora Lucia durante sua apresentação.

O secretario Executivo de Meio Ambiente, Alex Marega, que presidiu a reunião, destacou a relevância de estudos técnicos feitos por pesquisadores.

A ciência pode nos ajudar a tomar decisões mais confiáveis. São 16 anos de dados coletados e monitoramento do comportamento reprodutivo dos peixes. Este estudo vem sendo aprimorado a cada ano e vai nos dando cada vez mais certeza de estarmos tomando a decisão correta”. Marega também citou a importância da publicidade, transparência e amplo debate da reunião.

Outras Propostas

A reunião abriu espaço também para a exposição das ações realizadas pela Associação do Segmento da Pesca do Estado de Mato Grosso (ASP/MT), apresentada pela sua presidente, Nilma Silva, que defendeu uma redução no período da Piracema 2020/2021 na qual a pesca ficaria proibida entre os meses de dezembro e fevereiro, considerando a excepcionalidade da Pandemia da Covid-19.

As duas propostas de período foram colocadas em votação durante a reunião extraordinária do Cepesca deste ano. A da Secretaria de Meio Ambiente, que preside o conselho e se baseou nos dados de monitoramento reprodutivo para defender a manutenção do período entre outubro e janeiro foi a escolhida pelo conselho pleno.

O conselho também deliberou pela redação de uma moção de apoio ao setor de pesca durante a “Pandemia”, que será encaminhada ao governo do Estado de Mato Grosso.

Cepesca

Atualmente, compõem o Conselho, que atua como órgão colegiado deliberativo e consultivo auxiliando o Poder Executivo na propositura de políticas públicas para a pesca, dezoito entidades entre representantes das Secretarias de Meio Ambiente, Desevolvimento Econômico, Cultura, Ministério Público Estadual, UFMT, Unemat, colônias de pescadores, entidades do terceiro setor, Ibama e representantes do setor empresarial do turismo da pesca.

Proteção

A Sema alerta que nas unidades de conservação da categoria de proteção integral, a atividade da pesca é proibida durante todo o ano. Ao todo, Mato Grosso abriga 68 áreas protegidos sob a jurisdição da União, do Estado ou do Município.

Portanto, quem irá pescar no rio Paraguai ou Juruena, por exemplo, deve estar atento aos trechos dos rios que cortam as áreas de Unidades de Conservação. No caso do Juruena, há restrição no trecho que corta o Parque Nacional do Juruena e o Parque Estadual Igarapés do Juruena.

Já para o Rio Paraguai, o pescador deve estar atento às áreas do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense e do Parque Estadual do Guirá. E se a intenção for pescar no Rio das Mortes, fica proibida a prática da pesca no trecho do curso d’água que cruza o Refúgio da Vida Silvestre Quelônios do Araguaia.

As unidades de conservação da categoria proteção integral visam a proteção da biodiversidade e por isso as regras são mais restritivas. Nesse grupo é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais; ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou danos aos recursos naturais. Entre os usos indiretos dos recursos naturais podemos ter a recreação em contato com a natureza, turismo ecológico, pesquisa científica, educação e interpretação ambiental, entre outras.

Denúncias

O cidadão pode denunciar a pesca depredatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838 ou via WhatsApp no (65) 99281- 4144. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7394 (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

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