RESPONSABILIDADE SOCIAL

10 mil kits de alimentação escolar estão sendo entregues pela Prefeitura de Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande por meio da Secretaria Municipal de Educação está distribuindo kit alimentação escolar, que contem 9 itens que vai servir para reforçar a alimentação das famílias em tempo de “Pandemia da Covid-19” para 10 mil famílias de alunos beneficiários do Programa Bolsa Família.

Os 10 mil kits são de alimentos não perecíveis, que contém 9 itens. A ação é respaldada na aprovação do Senado Federal, ao Projeto de Lei nº 786/2020, que autoriza, em caráter excepcional, durante o período de suspensão das aulas em razão de situação de emergência, no enfrentamento ao Coronavírus, o “COVID-19” , a distribuição de gêneros alimentícios adquiridos com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) aos pais ou responsáveis dos estudantes das escolas públicas de educação básica.

Os kits, integrados ao cardápio da alimentação escolar, contém arroz, feijão, óleo, macarrão, açúcar, farinha de trigo, farinha de mandioca, biscoitos e leite.

Estamos adotando diversas medidas para mitigar o distanciamento social e para responsavelmente dar a destinação correta a gêneros alimentícios que tem prazos de validade e são importantes para garantir alimentação nutritiva para os alunos e agora também para ajudar aos pais, mães e irmãos, pois muitos estão em isolamento social, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos.

Como explica o secretário da Pasta, Silvio Fidelis, os kits estão sendo distribuídos para as unidades escolares, e cada diretor, está fazendo ou já fez sua logística de distribuição, para que não haja aglomeração, em tempo de distanciamento social e todos os alunos cadastrados serão beneficiados e vão receber sua alimentação.

Durante o período de suspensão das aulas nas nossas escolas públicas de Educação Básica e em razão de situação de emergência nacional, contra o “Coronavírus“, a “COVID-19“, estaremos realizando a distribuição aos pais ou responsáveis dos estudantes, destes gêneros alimentícios. Serão tanto para os alunos matriculados em Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), quanto para as Escolas de Educação Básica (EMEBs) e do Campo.

Tanto a secretaria de Educação como a de Assistência Social possuem os cadastros dos alunos, e a principal exigência, para o recebimento do benefício é a frequência escolar do aluno.

É uma ação casada, respaldada pelo Governo Federal e pelo Senado da República, com a anuência dos Estados e municípios sendo louvável, visto que busca assegurar a alimentação das crianças e seus familiares que se encontram extremamente vulneráveis e que dependem da merenda escolar, durante o período de suspensão das aulas. Muitos alunos dependem da alimentação que é ofertada nas unidades de ensino públicas de Várzea Grande. Estamos fazendo nossa parte. Mais uma etapa de ação no fortalecimento da Educação Pública de qualidade“, disse o secretário.

Fidelis disse ainda que a secretaria de Educação publicou em Diário Oficial dos Municípios, Nota Técnica com orientações quanto à distribuição, que além da responsabilidade das Unidades Escolares em fazer sua programação da distribuição, por meio de comunicado aos responsáveis, sem gerar tumulto ou filas, toda a distribuição deverá ser registrada conforme protocolo entregue as unidades, no preenchimento de formulário, contendo o nome da unidade escolar, nome do aluno, nº do NIS (Número de Inscrição Social), ano, turno e assinatura por extenso dos pais ou responsáveis.

Essas novas regras contidas na Nota Técnica, são para prestação de contas, uma vez que são recursos federais e municipais, portanto públicos, de forma transparente. Em caso de dúvidas, os pais ou responsáveis devem ligar para a Coordenadoria de Alimentação escolar pelo telefone (65) 99324–8522 ou para a Gerência de Legislação e Normas pelo número (65) 3688–8152. Os pais ou responsáveis só devem ir até a unidade escolar quando a direção da escola que a criança estuda chamar“, alertou Fidelis.

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Geral

MEC vai repassar para as universidades e institutos federais R$ 200 milhões

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Recentemente o presidente da Republica, Jair Messias Bolsonaro disse que avalia a situação da Educação do Brasil no momento como “horrível”. No meio de uma crise gerada pela demissão do ministro Carlos Decotelli, que ficou dias no cargo e teve seu currículo acadêmico contestado pelas faculdades que passou.

A crise gerada pela “Pandemia do Coronavírus” deverá atingir todas as áreas da Educação, mas ainda é cedo para saber quais serão seus impactos.

Nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) anunciou o repasse de cerca de R$ 200 milhões para investimentos em infraestrutura e equipamentos nas universidades e institutos federais. As instituições receberão de R$ 800 mil a R$ 4 milhões, de acordo com o projeto selecionado.

O secretário executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, explicou que os recursos serão investidos em três frentes: segurança, com ações para combate a incêndio e pânico, acessibilidade e vigilância monitorada; redução de despesas futuras, como aquisição de placas de energia fotovoltaica e retomada de obras; e investimentos em equipamentos de tecnologia de informação e comunicação.

De acordo com Vogel, parte do montante também será utilizado para compra de equipamentos para escolas médicas, em campi sem hospitais universitários.

Inovação

Além disso, o MEC anunciou que vai incrementar o orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Ampliado de R$ 28 milhões para R$ 50 milhões, o orçamento que vai possibilitar a abertura de um edital para o credenciamento de novas universidades e institutos federais como unidades de inovação Embrapii.

O objetivo do projeto é estimular a relação entre as instituições de ensino e empresas privadas na pesquisa aplicada à indústria, com o desenvolvimento de projetos que atendam às demandas do setor.

A ideia é que a universidade sirva cada vez mais ao setor produtivo”, disse o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas.

Segundo ele, até um terço do valor dos projetos desenvolvidos pelas unidades de inovação pode ser financiado com recursos públicos. O restante vem do setor empresarial. Atualmente, 17 unidades de pesquisa de universidades e institutos federais são credenciados à Embrapii e a previsão é que o novo edital seja lançado até setembro.

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