SEM AGLOMERAÇÃO

1.424 moradores do Residencial Santa Bárbara em VG recebem suas chaves

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O governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira e a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, além do superintende da Caixa Econômica Federal, José Antônio da Silva inauguram nesta terça-feira, 28, o Residencial Santa Bárbara com 1.424 apartamentos, localizadas no Jardim Maringá II, Grande Parque do Lago, próximo a área do Aeroporto Internacional Marechal Rondon.

Diante do atual cenário da “Pandemia da COVID-19“, a solenidade restrita vai iniciar as chaves por etapas, evitando assim aglomerações de pessoas e futuros moradores do residencial que já esteve com suas obras paralisadas por mais de dois anos.

Aos poucos estamos transformando sonhos em realidade”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos, assinalando que em maio de 2015 quando assumiu a administração municipal, existiam mais de 5 mil residências em obras paralisadas por problemas na relação contratual das construtoras com os bancos financiadores.

O conjunto agrega 1.424 unidades divididas em quatro etapas com 18 prédios de cinco pavimentos. Os apartamentos fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida e são destinadas as famílias que possuem renda de até R$ 1.800,00.

A vistoria do imóvel, assinatura do contrato e a entrega das chaves são as últimas etapas de um processo que começou com a idealização do projeto e construção das unidades. Um sonho que será efetivado para milhares de famílias de baixa renda, que deixarão de pagar aluguel e que terão de fato a sua moradia”, destacou o secretário de Desenvolvimento Urbano, Econômico e Turismo, José Roberto Castro Pinto.

O gestor lembra que o Residencial Santa Bárbara é o segundo conjunto entregue no município de Várzea Grande.

O São Benedito, localizado na região do grande São Mateus foi o primeiro, e beneficiou 1.281 famílias, porém na modalidade casa. Já o Santa Bárbara é composto por unidades de apartamentos”, informou.

Para que não haja aglomeração, e seguindo todos os protocolos de segurança tanto dos beneficiados quantos das equipes que estarão realizando os trabalhos, a secretaria de Desenvolvimento Urbano resolveu adotar algumas medidas como proteção por isso a entrega das chaves será realizada de forma escalonada.

Neste primeiro momento estaremos fazendo a entrega das chaves para os sorteados das etapas II e III, e durante a semana para os sorteados das etapas I, IV E V, informou o secretário destacando que as todas as famílias beneficiadas, já estão a par dos blocos e dos números dos apartamentos uma vez que essas informações já foram repassadas na ocasião em que foi realizado o sorteio das unidades.

José Roberto disse ainda que desde que foi realizado o sorteio das unidades, as famílias beneficiadas estão sendo acompanhadas por uma equipe formada por assistentes sociais contratadas pela instituição financeira bem como pela Prefeitura Municipal com intuito de ajudar os sorteados para esclarecer dúvidas existentes.

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Bill Gates financia projeto de proporções catastróficas: quer escurecer o Sol para “salvar” a Terra

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O bilionário e fundador da Microsoft, Bill Gates, está financiando um projeto que pretende escurecer o Sol, espalhando milhões de toneladas de poeira na estratosfera para impedir a fábula globalista do “aquecimento global” na Terra. No entanto, especialistas temem que isso possa, na verdade, provocar uma calamidade global.

Segundo o Daily Mail, o plano parece ficção científica, mas pode se tornar realidade em uma década; todos os dias, mais de 800 aeronaves gigantes levantariam milhões de toneladas de pó de giz a uma altura de 19 km acima da superfície da Terra e, em seguida, as espalhariam ao redor da estratosfera.

Em teoria, a poeira suspensa no ar criaria uma espécie de guarda-sol gigantesco, refletindo alguns dos raios solares e o calor de volta ao espaço, escurecendo aqueles raios que passam, e assim, “salvando” a Terra do suposto “aquecimento climático”.

O projeto, financiado por Bill Gates, está sendo desenvolvido por cientistas da Universidade de Harvard.

O teste inicial de US $ 3 milhões, conhecido como Experimento de Perturbação Controlada Estratosférica (Stratospheric Controlled Perturbation Experiment – SCoPEx) usaria um balão científico de alta altitude para elevar cerca de 2 kg de pó de carbonato de cálcio, o tamanho de um saco de farinha para a atmosfera 19 km acima do deserto do Novo México, nos EUA.

De fato, os planos estão tão avançados que os experimentos iniciais de “nuvens do céu” deveriam ter começado meses atrás.

Os experimentos semeariam uma área de céu em forma de tubo com 800 metros de comprimento e 100 metros de diâmetro. Durante as 24 horas seguintes, o balão seria dirigido por hélices através dessa nuvem artificial, seus sensores a bordo monitorando tanto a capacidade de reflexão do sol da poeira quanto seus efeitos no ar rarefeito ao redor.

No entanto, o projeto SCoPEx está paralisado, em meio a temores de que possa desencadear uma série desastrosa de reações em cadeia, criando um caos climático na forma de secas e furacões graves e levando a morte de milhões de pessoas em todo o mundo.

Segundo o Daily Mail, um painel consultivo de especialistas independentes deve avaliar todos os possíveis riscos associados ao projeto de Bill Gates. Pois, criar o que equivale a um guarda-sol gigante para a Terra pode ter um preço alto, apresentando riscos e danos irreversíveis.

O ser humano não vive sem o Sol, de onde nós também extraímos a vitamina D, essencial para bom desenvolvimento dos ossos e para a prevenção de certas doenças. É o Sol que nos dá calor, luz e nos faz estar mais bem dispostos. É o sol que faz crescer os vegetais e os frutos que nos servem de alimento. Sem o sol não haveria vida na Terra. Por isso, impedir que raios solares cheguem à Terra, poderia baixar a nossa imunidade, propiciando o surgimento e o agravamento de doenças.

Outro temor é que espalhar poeira na estratosfera possa danificar a camada de ozônio que nos protege da radiação ultravioleta perigosa que pode danificar o DNA humano e causar câncer.

Os climatologistas também estão preocupados que tais remendos possam interromper involuntariamente a circulação das correntes oceânicas que regulam nosso clima. Isso por si só poderia desencadear um surto global de eventos climáticos extremos que podem devastar terras agrícolas, exterminar espécies inteiras e promover epidemias de doenças.

O potencial de desastre não termina aí

Tentar diminuir os raios do Sol provavelmente criaria cenários favoráveis a certas regiões do planeta, mas grandes secas em outras, como por exemplo, na África. Pois não é possível mudar a temperatura em uma parte do mundo e não perturbar uma outra. Tudo no clima do mundo está interligado.

Além disso, uma mudança na temperatura média global, por sua vez, mudaria a maneira como o calor é distribuído ao redor do globo, com alguns lugares aquecendo mais do que outros.

Isso, por sua vez, afetaria os níveis de chuva. O calor impulsiona o ciclo da água no qual a água evapora, forma nuvens e cai como chuva. Qualquer alteração de calor causaria uma mudança nos padrões de chuva. Mas como e onde exatamente não há como prever.

A tecnologia pode até desencadear guerras terríveis. Pois, mexer no clima poderia elevar ao alto o potencial de suspeita internacional e conflito armado.

Digamos, por exemplo, que o governo comunista chinês que já tem feito experiências com tecnologias que alteram o clima usou seu crescente conhecimento científico da era espacial para tentar espanar a estratosfera para proteger seus próprios rendimentos agrícolas. Então, dois anos depois, as monções falham na vizinha Índia, causando fome e doenças generalizadas. Mesmo se a ação chinesa não tivesse realmente causado o fim das monções, bilhões os culpariam.

Existe um perigo adicional

A tecnologia envolvida é sedutoramente barata, talvez menos de US $ 10 bilhões por ano. Isso significa que uma nação individual pode usá-la para seus próprios fins talvez como arma de guerra ou chantagem.

O que impede um governo comunista como o da China de interferir em nosso clima por interesses geopolíticos e econômicos?

Questões ainda maiores surgem. Como se desliga um sistema de “refrigeração global”? E que consequências imprevistas surgiriam se o desligamento fosse feito de repente?

Este projeto de Bill Gates de “salvar” a Terra parece ter muito potencial para se tornar um pesadelo global. “Brincar de ser Deus” poderá levar a consequências desastrosas e a longo prazo. – (ConexãoPolitica)

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