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Mixto esta rebaixado e fora da elite de 2021

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O jogo era tido como uma verdadeira decisão, mas não uma final de campeonato, busca de titulo, troféus, medalhas, prêmios, bichos, mas era uma decisão para ver quem estaria fora do Campeonato Mato-grossense de 2021 e rebaixado para a Série B.

O Estádio Passos da Emas, no jogo da tarde deste domingo (15) na cidade Lucas do Rio Verde, tanto a Luverdense quanto Mixto jogavam como uma decisão para ver quem seguia no Campeonato Mato-grossense 2020 e quem tinha ingredientes suficientes para ser uma verdadeira batalha.

A equipe do Mixto jogava apenas por um empate, já o time de Lucas do Rio Verde, a Luverdense precisava a todo custo vencer a partida, precisava vencer o seu adversário para escapar do terceiro rebaixamento em pouco mais de três anos e entrou em campo decidido a escrever outra história.

O time do Mixto acabou sendo uma presa fácil, e a Luverdense conseguiu seu objetivo, venceu, e venceu com facilidade a equipe do Alvinegro da Vargas por 3 x 0, sendo totalmente dominado pela equipe de Lucas do Rio Verde, que se classificou para a segunda fase do Campeonato Mato-grossense Martinello Sicredi 2020.

Aproveitando as brechas criadas pela defesa do Tigre, o Alviverde das Matas logo tratou de ocupar os espaços do meio-campo e aproveitar os erros do adversário para se impor e levar perigo ao gol de Gabriel em contra-ataques e jogadas tramadas pelas laterais.

Em uma jogada que resultou em escanteio, Isac (9) pegou a bola sem marcação e abriu o placar para a Luverdense. No segundo tempo o jogo permaneceu o mesmo até que Gustavo (7), de voleio, e Cauê (8), aproveitando uma sobra na pequena área, resolveram ampliar e dar números finais ao embate.

Após o jogo, o meia Alan (10) comentou com a imprensa o resultado:

Sabíamos da nossa responsabilidade e que a vitória era a única opção possível. Agora é descansar a cabeça e nos concentrarmos nos desafios que vêm aí pela frente, de preferência com a busca de novas conquistas para este time que se acostumou a vitórias, não a situações como esta pela qual passamos. É hora de buscarmos coisas grandes de novo”.

Pelo lado do Alvinegro da Vargas, o goleiro Gabriel Soares disse:

A situação do Mixto se tornou complicada ao longo do campeonato. Vínhamos nos recuperando e acreditávamos na classificação, mas não foi este resultado que colocou nosso time nesta situação. Agora é nos recuperarmos do baque, entendermos que é necessário melhorar, avançar, mudar posicionamentos e entendimentos que fizeram com que chegássemos à esta situação, que não é a natural para um time da grandeza e da história do Mixto (…) quero agradecer a todos que colaboraram conosco até agora, à nossa torcida, que acreditou e apoiou e pedir desculpas, em nome de todos os nossos jogadores”.

Para voltar a elite do futebol profissional, o Mixto Esporte Clube vai ter que se organizar em 2021, juntar os pedaços que ficaram espalhados durante o ano de 2020, reconstruir todo o time da Diretoria a jogadores, ser um dos finalistas para voltar em 2022 a ser protagonista no futebol estadual.

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CBF recebe novo pedido de socorro financeiro de 20 clubes da Série C

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Devido aos impactos econômicos provocados pela “Pandemia” do novo “Coronavírus“, a “Covid-19“, 20 clubes de futebol que integram a Série C do Campeonato Brasileiro pedem um novo auxílio financeiro em carta enviada à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), eles solicitam, também, que a terceira divisão nacional comece ao mesmo tempo que as séries A e B, ou seja, entre 8 e 9 de agosto, conforme previsão da entidade.

Na carta, os times da Série C do Campeonato Brasileiro argumentam que o pedido de aporte financeiro “se embasa no entendimento da própria Confederação Brasileira de Futebol, ciente das dificuldades de honrarmos os contratos e compromissos” por conta da perda de receitas durante a “Pandemia“.

O presidente do time do Vila Nova do Estado de Goiás, Hugo Jorge Bravo, diz que:

Nossa visão em relação à CBF é de que, realmente, esse é o momento em que ela precisa ajudar os filiados, né? O momento em que precisa estender a mão, até como motivo de sobrevivência do futebol“.

Em abril, os capitães dos clubes da terceira divisão enviaram um abaixo-assinado à Confederação Brasileira de Futebol solicitando uma primeira ajuda. A CBF liberou R$ 4 milhões às agremiações, equivalentes a dois meses da folha salarial dos atletas, em média, sendo R$ 200 mil por equipe.

Estamos iniciando julho. Se considerarmos que o auxílio era referente a abril e maio, nós pulamos junho e já estamos arcando sozinhos com a pandemia. Os R$ 200 mil nos ajudaram muito, porém, representam 30% do custo mensal do clube. A gente solicita que o auxílio emergencial seja renovado para garantir um mínimo de condição econômica para o início da Série C“, argumentou Hugo Jorge Bravo, presidente do time do Vila Nova de Goiás.

A data para início da terceira divisão em 2020 também preocupa os clubes. Conforme Jorge Bravo, os dirigentes dos 20 participantes se colocaram à disposição para o torneio começar em agosto, simultaneamente às Séries A e B. Na carta enviada à Confederação, as equipes se comprometem “a seguir com responsabilidade os protocolos de higienização” e “as exigências estabelecidas pela CBF para a rotina de treinos e jogos” e afirmam que a principal preocupação deles “é a saúde dos atletas”.

Antes da “Pandemia”, o calendário da Série C iria de maio a novembro, quando chega ao fim o vínculo de boa parte dos jogadores das equipes.

É de suma importância concluirmos o campeonato o quanto antes. Nosso planejamento orçamentário não conta com o torneio até dezembro ou janeiro. A gente tem consciência de que o número de rodadas da nossa divisão é menor que nas Séries A e B. E pede, inclusive, que, iniciando o campeonato, a gente possa disputar a fase classificatória no menor tempo possível, com as 18 rodadas em três meses e meio, no máximo“.

Realidades distintas

As equipes da terceira divisão reiniciam os treinamentos em momentos diferentes. O Brusque (SC), por exemplo, voltou em maio, após liberação do Governo de Santa Catarina. A dupla paraense Remo e Paysandu, por sua vez, pôde retomar as atividades apenas nesta quarta-feira (1º), assim como o Ituano (SP), que recomeçou os trabalhos junto dos demais times da Série A1 do Campeonato Paulista. Já o São Bento, apesar de ser do mesmo estado que o rival de Itu, ainda não foi autorizado a treinar, pois está na Série A2 (segunda divisão) de São Paulo, cujos clubes ainda esperam o aval do Governo de São Paulo.

No Estado de Goiás, o Vila Nova recomeçou os trabalhos em 16 de julho. Devido às dificuldades financeiras, o clube precisou rescindir o contrato de alguns atletas após a paralisação, em março, e buscou reforços após a retomada das atividades. Os jogadores foram submetidos a testes de Covid-19, que deram negativo para o vírus. A instabilidade no controle da “Pandemia” em Goiânia, porém, fez a prefeitura local proibir os treinos de futebol por duas semanas. A medida, segundo Jorge Bravo, pegou o clube de surpresa.

É um prejuízo incalculável. Não existe condicionamento físico intermitente, não há preparação técnica intermitente. É mais um problema que teremos, de ordem financeira e logística, porque temos que resguardar os interesses do clube, sempre dentro da legalidade“, justifica o presidente do Vila, que estuda levar as atividades para cidades vizinhas, como Aparecida de Goiânia (GO) onde não há a proibição a treinos.

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