RELATÓRIO DA FIFA

Jogadores franceses “valem” mais que brasileiros em transferências internacionais

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O Brasil foi o país que mais teve jogadores envolvidos em transferências internacionais em 2021. Por outro lado, pela primeira vez desde 2012, quando a Federação Internacional de Futebol, por vezes referida como Federação Internacional de Futebol Associação, mais conhecida pelo acrônimo FIFA, passou a publicar em 2012 o relatório anual sobre a movimentação do mercado, o Brasil não lidera o ranking de valores gastos. No ano passado, os franceses foram os mais valiosos.

Jogadores brasileiros foram envolvidos em 1.749 transferências internacionais em 2021. O número é muito superior ao da Argentina, segunda colocada no quesito, com 896 negociações. A Inglaterra fecha o Top 3, com 837.

Em relação aos valores gastos, porém, a França lidera com folga. Foram US$ 643,6 milhões de dólares (R$ 3,56 bilhões) investidos em jogadores franceses em transferências internacionais. Os brasileiros aparecem em segundo lugar, com US$ 468 milhões de dólares (R$ 2,6 bilhões) movimentados. A Espanha fecha o Top 3, com US$ 307 milhões de dólares (R$ 1,7 bilhão).

A lista das dez transferências internacionais mais caras de 2021, por exemplo, não conta com brasileiros. A maior negociação do ano passado foi a saída de Jack Grealish do Aston Villa para o Manchester City, mas é uma transferência nacional, com ambos os times sendo ingleses, não sendo válida para o relatório da Federação Internacional de Futebol Associação (Fifa).

Veja a lista

Romelu Lukaku, da Inter de Milão (Itália) para o Chelsea (Inglaterra)
Jadon Sancho, do Borussia Dortmund (Alemanha) para o Machester United (Inglaterra)
Achraf Hakimi, da Inter de Milão (Itália) para o PSG (França)
Raphael Varane, do Real Madrid (Espanha) para o Manchester United (Inglaterra)
Tammy Abraham, do Chelsea (Inglaterra) para a Roma (Itália)
Ibrahima Konaté, do RB Leipzig (Alemanha) para o Liverpool (Inglaterra)
Martin Odegaard, do Real Madrid (Espanha) para o Arsenal (Inglaterra)
Amad Diallo, da Atalanta (Itália) para o Manchester United (Inglaterra)
Eduardo Camavinga, do Rennes (França) para o Real Madrid (Inglaterra)
Bryan Gil, do Valencia (Espanha) para o Tottenham (Inglaterra)

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Eliminatórias da Copa não terá público nesta quinta-feira

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Para facilitar a logística e otimizar o tempo de preparação da Seleção Brasileira de Futebol, a cidade de Quito no Equador, começou a receber os primeiros integrantes da Seleção Brasileira, para os próximos dois jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo do Qatar.

A primeira leva a desembarcar na capital equatoriana teve o meia Éverton Ribeiro e o atacante Gabigol, ambos do Flamengo, além do técnico Tite e dos membros da comissão técnica da Seleção. A primeira partida será contra a seleção dona da casa o Equador, nesta quinta-feira e contra o Paraguai na próxima terça-feira (1) no Mineirão.

Os demais atletas, todos que atuam na Europa, viajaram em voo fretado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A única exceção é o goleiro Weverton, do Palmeiras, que jogou neste domingo e também viaja nesta segunda, em voo de carreira.

O Comitê de Operações de Emergência (COE) do Equador decidiu que a partida entre a seleção local e o Brasil, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo do Qatar, ocorrerá sem público. A bola rola na quinta-feira, às 18h (de Brasília), no Estádio Rodrigo Paz Delgado, também conhecido como Casa Blanca, em Quito.

A Federação Equatoriana de Futebol (FEF) tinha solicitado às autoridades de saúde do país a liberação de 60% da capacidade do estádio, que ao todo comporta aproximadamente 40 mil pessoas. A entidade citou em seus argumentos até mesmo o fato de que a Seleção Brasileira terá disponível 100% da capacidade do Mineirão para o seu próximo jogo, no dia . Mesmo assim, o pedido foi negado.

De acordo com as análises realizadas e conforme as informações técnicas disponíveis e a situação epidemiológica atual, a sugestão é que a partida se realize sem público a fim de preservar a saúde e o bem-estar da população, evitando um possível pico nos casos de Covid-19“, informou a COE em seu comunicado.

Quito anunciouAlerta Laranja em razão da Pandemia de Covid-19 entre os dias 24 e 31 de janeiro, o que limita a capacidade de locais como bares e restaurantes a 30% da capacidade, sempre seguindo protocolos de segurança. O Alerta Laranja é o segundo mais grave, atrás somente do Vermelho. Também há Amarelo e Verde“.

A Federação Equatoriana já tinha comercializado aproximadamente 20 mil ingressos em dezembro e precisará reembolsar os torcedores.

O jogo contra o Brasil, que já está classificado para o Mundial, vale pela 15ª rodada das Eliminatórias. A seleção equatoriana está em terceiro na classificação, com 23 pontos. Caso vença o Brasil, precisará somar só mais um ponto nas três rodadas finais para sacramentar sua vaga no Qatar.

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