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“Top Week” – CDL Cuiabá lança campanha que promete movimentar a Economia local

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Com o intuito de movimentar o comércio local e aquecer as vendas, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) em parceria com a CDL de Várzea Grande, Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Fenabrave/MT (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores) e Sincodiv/MT (Sindicato das Concessionárias e Distribuidores de Veículos de MT), com apoio institucional da Prefeitura da Capital, anuncia o lançamento da Campanha Top Week, que será realizada entre os dias 15 e 21 de março.

O objetivo é ter uma campanha nos moldes da “Black Friday”, sendo mais de mil empresas (comércio de rua e shoppings) participantes de diversos segmentos e milhares de produtos com até 70% de desconto.

Março é considerado, segundo argumentações e posicionamentos de empresários de diversos segmentos, um mês com vendas menores quando comparado com outros períodos do ano, sem grandes alternativas comerciais ou apelos de venda, por isso foi o escolhido para a realização do evento. E, para celebrar o Dia Mundial do Consumidor, no dia 15, a maioria das empresas aderentes à Campanha irá funcionar normalmente no domingo afim de aumentar ainda mais o volume de vendas”, explicou o superintendente da CDL Cuiabá, Fábio Granja.

O importante, segundo Granja, é que todos sejam beneficiados, ou seja, o cliente por ter acesso a produtos e serviços com descontos e condições especiais e, ao mesmo tempo, os empresários, por terem a possibilidade de aumentar o movimento de seus estabelecimentos e consequentemente, as chances de vendas disse ele acrescentando que as empresas participantes estão se preparando para realmente oferecer condições comerciais atrativas para que a campanha alcance o objetivo proposto”.

Para maiores informações poderá acompanhar acessando o site www.cdlcuiaba.com.br ou pelas redes sociais oficiais da CDL.

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ECONOMIA

Associação Comercial de Cuiabá e demais entidades do comércio entregam manifesto contrário ao “Novo Decreto Municipal”

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A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e demais representantes do comércio fizeram uma manifestação nesta sexta-feira (03), em frente à Prefeitura de Cuiabá, contrários às decisões do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) em relação ao Decreto nº 7.975, de 02/07/2020. A medida institui o rodízio de carros e de CPF para o acesso ao comércio, bancos, lotéricas e mercados da Capital.

Os representantes das entidades foram recebidos pelo chefe de gabinete da Prefeitura de Cuiabá, Antônio Monreal Neto, e entregaram o manifesto assinado por todos, para conhecimento do prefeito. Neto ficou de agendar uma reunião com Emanuel Pinheiro para discussão das novas decisões. Também participaram da reunião os vereadores Orivaldo da Farmácia e Diego Guimarães e o deputado Ulysses Moraes.

Dentre os questionamentos do manifesto, foram apontados a falta de diálogo do prefeito com os comerciantes quanto às medidas tomadas diante do combate ao novo Coronavírus (COVID-19), bem como os critérios e embasamentos técnicos adotados. Além disso, as entidades reivindicaram a participação de membros do comércio no “Comitê de Enfrentamento à “Covid-19“”.

Há necessidade de abrir o diálogo com a sociedade, porque as medidas estão sendo tomadas dentro do gabinete, sem a participação dos representantes do comércio, que neste caso é o segmento que mais sofre com as consequências das decisões”, alertou Jonas Alves, presidente da ACC e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), que também assinou o manifesto.

Segundo ele, as entidades uniram-se e tentam amenizar os impactos para o setor.

O empresário já fez muitos sacrifícios, nós pedimos que pelo menos essas medidas possam dar tempo para que se preparem. Não há alinhamento e todos ficam perdidos com essas decisões”, frisou Alves.

Além da ACC e Facmat, assinam o documento a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/MT), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT) e CDL Cuiabá.

A essas entidades, juntarem-se outras que também se sentiram prejudicadas pelo decreto, entre elas, o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Mato Grosso (Sincovaga) e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci/MT).

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