ECONOMIA

Shopping 3 Américas terá estacionamento gratuito aos fins de semana de março

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Ação já será válida a partir deste sábado (07) e marca Dia Internacional da Mulher e Dia Mundial do Consumidor

O Shopping 3 Américas oferece estacionamento gratuito aos seus clientes durante todos os fins de semana do mês de março. A ação já tem início neste sábado (07) e marca, também, duas datas importantes: o Dia Internacional da Mulher, em 08 de março, e o Dia Mundial do Consumidor, no dia 15 de março.

A gratuidade é válida sempre a partir da abertura do mall às 10h nos sábados e às 11h aos domingos até seu fechamento, às 22h aos sábados e domingos.

Nós já temos realizado ações pontuais de gratuidade do estacionamento, como a Black Friday e o Natal de 2019, e todas têm sido elogiadas e com respostas positivas de nossos clientes. Desta vez, resolvemos ampliar para o mês todo de março. É uma alusão ao Dia da Mulher e também do Consumidor e em ambos visamos um estreitamento de relacionamento com nossos clientes, destaca a presidente da Associação de Lojistas do Shopping, Acilene Clini.

A administração do 3 Américas reforça que não é necessário validar o ticket nos guichês de pagamento. A gratuidade ocorre nos dias 07 e 08 de março, 14 e 15 de março, 21 e 22 de março e 28 e 29 de março.

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ECONOMIA

Desemprego passa de 13,3% para 14,6% no terceiro trimestre

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Segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no Brasil chegou a 14,6% no terceiro trimestre do ano, o que representa alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, quando ficou em 13,3%. É a maior taxa da série histórica, que começou em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas.

Foram mais de 1,3 milhão de desempregados que entraram na fila em busca de um trabalho no país, disse o IBGE, que divulgou, no Rio de Janeiro, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) Trimestral, referente ao período entre julho e setembro de 2020.

Ainda conforme o estudo, a taxa de desocupação cresceu em dez estados e manteve a estabilidade nos demais. Os maiores índices foram registrados na Bahia (20,7%), Sergipe (20,3%) e Alagoas (20,0%). Santa Catarina (6,6%) teve o menor índice.

Segundo o IBGE, os maiores crescimentos da taxa de desocupação foram registrados na Paraíba (4 pontos percentuais), Amapá (3,8 pontos) e Pernambuco (3,8 pontos).

Para Adriana Beringuy, analista da pesquisa, esse aumento no desemprego reflete a flexibilização das medidas de isolamento social para controle da Pandemia de Covid-19. Segundo ela, houve maior pressão sobre o mercado de trabalho no terceiro trimestre.

Em abril e maio, as medidas de distanciamento social ainda influenciavam a decisão das pessoas de não procurar trabalho. Com o relaxamento dessas medidas, começamos a perceber um maior contingente em busca de uma ocupação, observou.

Ocupação

O contingente de ocupados caiu 1,1% na comparação com o segundo trimestre, somando 82,5 milhões de pessoas. Esse, para o IBGE, é o menor patamar da série histórica iniciada em 2012.

A pesquisa apontou uma retração de 883 mil pessoas, o que resultou em um nível de ocupação de 47,1%, que também é o menor da série e significa recuo de 0,8 ponto percentual frente ao trimestre anterior (47,9%).

Conforme os dados do IBGE, desde o trimestre encerrado em maio, o nível de ocupação está abaixo de 50%, o que aponta que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país”.

Segundo Adriana Beringuy, todas as categorias perderam ocupação. Além disso, o número de pessoas com carteira assinada caiu 2,6% no terceiro trimestre na comparação com o anterior. A perda é de 788 mil postos, alcançando 29,4 milhões de empregados com carteira assinada no país.

Carteira assinada

No terceiro trimestre, o percentual das pessoas com carteira de trabalho assinada atingiu 76,5% dos empregados do setor privado. Os maiores percentuais foram registrados em Santa Catarina (90,5%), no Paraná (85,1%), no Rio Grande do Sul (84,3%) e em São Paulo (82,3%).

Os menores, no Maranhão (51,3%), Pará (53,9%) e Piauí (54,1%).

Informalidade

A taxa de informalidade ficou em 38,4% no trimestre encerrado em setembro. O percentual equivale a 31,6 milhões de pessoas sem carteira assinada, que são empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos, sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. No trimestre anterior, o percentual era de 36,9%.

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