13º SÓ PARA PAGAR DÍVIDAS

Quase 30% dos cuiabanos irá usar 13º salário para pagar dividas

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De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), até o próximo dia 30, as empresas devem pagar aos seus funcionários a primeira parcela da gratificação de Natal conhecida como 13º salário. A segunda deverá ser paga até 20 de dezembro. Ao receber a gratificação, o trabalhador pode ter dúvida sobre o que fazer com esse dinheiro.

De acordo com um estudo realizado pelo IPESPE (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas), cerca de 36% dos brasileiros irão usar o 13º salário para pagar dívidas. No entanto, até para sanar pendências financeiras, é necessário uma boa estratégia. Isso, claro, para que o recurso seja aproveitado da melhor forma possível.

Por incrível que pareça, muitas pessoas não sabem o quanto devem de fato. Portanto, antes de mais nada, o primeiro passo para utilizar corretamente o 13º salário para quitar dívidas é listar todas as pendências que se possui.

Todo brasileiro fica na expectativa de receber o seu 13º salário, principalmente em um ano tão atípico quanto o ano de 2020 devido a Pandemia.

Com objetivo de saber de que forma a maioria dos cuiabanos irão gastar a primeira parcela do 13º salário que esta prestes a ser injetada na economia local, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) realizou uma pesquisa de mercado, através do seu núcleo de inteligência e constatou que, como já é tradicional, grande parte dos cidadãos vai pagar dividas, ou seja, 29,7% dos entrevistados.

Historicamente a primeira parcela é direcionada para pagamento de dívidas, são muitas as oportunidades de negociação com credor nesse período do ano, então vale a pena realmente aproveitar para ficar adimplente e conquistar crédito no mercado, salientou o superintendente da CDL Cuiabá, Fábio Granja.

Esse resultado é seguido de 17,4% que deseja fazer compras diversas com o recurso, 4,4% que irá viajar, e 18,8% que vai economizar. O número das pessoas que ainda não sabem o que irão fazer com o dinheiro também é alto, 29,7%.

Apesar de quase 19% estar pensando em poupar, outros 29,7% ainda não sabem o que fazer, isso demonstra uma necessidade real de trabalharmos mais o tema educação financeira, são poucas as pessoas que possuem um planejamento financeiro pessoal, diz o superintendente.

Segunda parcela

Já questionados sobre o que pretendem fazer com a segunda parcela do seu décimo terceiro, apenas 15,3% irá pagar contas e a maioria (29,9%) pretende fazer compras diversas.

A segunda parcela acaba sendo direcionada muito mais para as compras do período natalino, onde para o comércio é o melhor momento das vendas“, comenta Granja.

Dos entrevistados ainda, com a segunda parcela 4,4% irá fazer alguma viagem, 20,4% irá economizar e 29,9% ainda não sabe.

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ECONOMIA

“Defendemos que o Agro e o Meio Ambiente devem andar juntos no Brasil”

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A campanha“Desmatamento Ilegal Zero”, lançado pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), defende que o Agro e Meio Ambiente devem caminhar juntos no Brasil e, como parte desse movimento, um Projeto de Lei que visa combater esses crimes foi protocolado do Congresso Nacional.

Conhecido como o Projeto de Lei do “Desmatamento Ilegal Zero, o PL 4689/2019, de autoria do Deputado Zé Vitor (PL/MG), parlamentar que compõe a FPA, que defende um fortalecimento no monitoramento e controle das autorizações de desmatamento de vegetação nativa, terá seu parecer apresentado nas próximas semanas na Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de acordo com seu relator na Câmara dos Deputados, deputado federal Neri Geller (PP/MT).

No projeto o parlamentar federal Zé Vitor justifica que o governo brasileiro não dispõe de ferramentas de monitoramento sobre o que é desmatamento garantido pela legislação (legal) e o ilegal, aquele que é considerado crime contra nosso maior patrimônio, nossos biomas.

Segundo ele, as estatísticas oficiais divulgadas não separam o legal do ilegal, nem quanto do desmatamento ocorreu efetivamente em imóveis rurais”. Por esse motivo, “os produtores rurais são criminalizados e confundidos com grileiros e outros detratores do meio ambiente, justifica.

O projeto em questão propõe também aumento de pena para quem desmatar, cortar, destruir, danificar, adquirir, vender, armazenar, transportar, comercializar ou transformar vegetação nativa sem autorização do órgão ambiental competente. A legislação atual determina detenção de um a três anos e multa, para quem incorrer no crime, sendo que a proposta em trâmite na Câmara prevê pena de reclusão de um a cinco anos e multa.

Tivemos o trabalho nas comissões comprometido durante a pandemia, mas agora com a reinstalação dos trabalhos, estamos muito próximos de apresentar nosso parecer e votar o valoroso projeto do deputado Zé Vítor“, afirmou Geller.

Segundo informações da CNN, nas últimas semanas, técnicos do Brasil e dos Estados Unidos vêm negociando para que o Brasil faça um gesto concreto sobre o desmatamento da Amazônia na Cúpula de Líderes sobre o clima que ocorrerá no próximo dia 22 nos EUA. Nesse contexto, a fala do deputado progressista reitera os esforços no combate ao desmatamento.

O parlamentar mato-grossense do Partido Progressista (PP/MT), Neri Geller, a quem também foi confiada a relatoria do projeto que definirá a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 3729/2004), possui trajetória empresarial e política com experiência na área produtiva e ambiental. O parlamentar já participou ativamente da elaboração e regulamentação do Código Florestal e por isso, tem sido enfático na questão da necessidade de produção sustentável e fiel cumprimento da lei, “garantindo segurança jurídica ao produtor que agir dentro da legalidade, expôs.

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