ECONOMIA

Ministro das Cidades entregará residencial do Minha Casa Minha Vida em Lucas do Rio Verde

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O deputado federal Nilson Leitão (PSDB-MT), confirmou que o novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, aceitou o convite para visitar o município de Lucas do Rio Verde (MT) na próxima semana e participar da entrega de moradias do programa Minha Casa Minha Vida.

Baldy, que é deputado federal de Goiás (sem partido), assumiu na última quarta-feira a vaga que foi ocupada por um ano e seis meses pelo também deputado, Bruno Araújo (PSDB-PE). Apesar da mudança no comando do ministério, Nilson Leitão manteve o bom relacionamento com a pasta que é responsável direta por obras de infraestrutura e desenvolvimento urbano.

A entrega das chaves das 350 casas do Residencial Vida Nova I estava programada para a próxima segunda-feira (27), mas com a confirmação da presença do ministro foi alterada para a sexta-feira, dia (1/12).

O residencial atende a Faixa 1 do programa que contempla famílias com renda mensal de até R$ 1.800,00. Conforme as regras do programa, o financiamento pode ser de até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80,00 a R$ 270,00, conforme a renda bruta familiar. As residências serão entregues com infraestrutura de asfalto, água, energia elétrica e esgoto.

A solenidade está marcada para às 10h no próprio conjunto habitacional.

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ECONOMIA

Produção industrial de Mato Grosso acumula queda de 5,8% até novembro de 2020

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Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o setor da indústria, no Mato Grosso, acumulou queda de 5,8% na produção até novembro de 2020. O segmento mais afetado foi fabricação de produtos de madeira, que registrou perda de 24,7%. Já para os produtos alimentícios a redução foi de 2,4%. O único resultado positivo foi para fabricação de produtos químicos, que teve alta de 2,4%.

Segundo o superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), Mauro Santos, o desempenho do setor no estado esteve em linha com o nacional, que teve recuo de 5,5% no acumulado de 2020.

Para ele, com essa baixa, os consumidores tiveram que pagar mais por produtos cujas matérias primas sofreram impacto no valor.

Essa falta de matéria-prima impacta nos preços, porque aumenta os custos da indústria, e esse custo é repassado ao consumidor final. Isso porque diversas matérias-primas tiveram aumento no preço que varia de 30% a 70%. Cito o exemplo do TDI poliol e do aço, que aumentaram mais de 100%, contribuindo para a alta nos preços dos produtos acabados”, explica.

Apesar disso, Santos projeta que, para 2021, haja um crescimento da produção industrial motivados pelo consumo de alimentos, de combustíveis e pela dinâmica da construção civil, que está incentivada por juros mais baixos e um estoque que atende às demandas.

Setor frigorífico

Considerado um dos mais representativos dentro da agroindústria de Mato Grosso, o setor frigorífico perdeu 8,06% de produção no mesmo período. A informação é do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Ao todo, foram abatidas 4,8 milhões de cabeças até novembro do ano passado. Na avaliação do presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos (Sindifrigo/ MT), de Paulo Bellicanta, a tendência é de continuidade na queda em 2021.

É claro e natural que o seu impacto foi o aumento no preço da carne para o consumidor final. Isso é inevitável. É uma lei de mercado: oferta e procura. De setembro em diante, houve uma escassez significativa na alta de preços, com a influência que eu acabei de dizer, relata.

Ainda segundo Bellicanta, a demanda continua e isso é notado com a elevação nos preços da carne.

A situação só deve se normalizar a partir do segundo semestre de 2022, quando finaliza o ciclo da pecuária, que leva de dois a três anos de duração”, afirma.

  • (Brasil61)
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