ECONOMIA

Mato Grosso já acumula R$ 8 bilhões em tributos

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A quantia paga pela população em Mato Grosso até sexta-feira (13), em tributos municipais, estaduais e federais, já somam R$ 8.036 bilhões. O montante é 3,9% superior ao registrado até o mesmo período do ano passado, segundo levantamento feito pela Fecomércio-MT, por meio do “Boletim Impostômetro“.

Ainda segundo a Fecomércio-MT, um dos fatores para o aumento se dá pela nova alíquota do ICMS dentro do estado, por meio da LC nº 631/2019 e a sua aplicação a partir de 1º de janeiro deste ano. Tal ato acarretou o aumento do principal imposto estadual em vários produtos de diversos segmentos do comércio.

Outro fator foi, dessa vez na esfera federal, o não reajuste da tabela de Imposto de Renda Pessoal Física (IRPF). Com a promessa de campanha do atual presidente da República em não aumentar a carga tributária durante o seu governo, Jair Bolsonaro teria que fazer um reajuste de 7,39% no imposto federal.

A porcentagem corresponde à defasagem da inflação acumulada nos dois anos de governo. Portanto, ainda deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. A Receita Federal espera receber 32 milhões de declarações do IRPF em 2020.

A arrecadação nacional até a sexta-feira, 13, foi de R$ 550 bilhões. O valor maior do que o registrado nos primeiros 73 dias do ano passado está atrelado a melhora da economia, com diminuição dos gastos públicos, que passou de 1,2% em janeiro do ano passado para 0,75% em janeiro agora.

O “Boletim Impostômetro” divulga além do valor pago em tributos pela população, traz ainda informações sobre questões tributárias do estado e país.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc e Senac em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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ECONOMIA

Associação Comercial de Cuiabá e demais entidades do comércio entregam manifesto contrário ao “Novo Decreto Municipal”

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A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e demais representantes do comércio fizeram uma manifestação nesta sexta-feira (03), em frente à Prefeitura de Cuiabá, contrários às decisões do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) em relação ao Decreto nº 7.975, de 02/07/2020. A medida institui o rodízio de carros e de CPF para o acesso ao comércio, bancos, lotéricas e mercados da Capital.

Os representantes das entidades foram recebidos pelo chefe de gabinete da Prefeitura de Cuiabá, Antônio Monreal Neto, e entregaram o manifesto assinado por todos, para conhecimento do prefeito. Neto ficou de agendar uma reunião com Emanuel Pinheiro para discussão das novas decisões. Também participaram da reunião os vereadores Orivaldo da Farmácia e Diego Guimarães e o deputado Ulysses Moraes.

Dentre os questionamentos do manifesto, foram apontados a falta de diálogo do prefeito com os comerciantes quanto às medidas tomadas diante do combate ao novo Coronavírus (COVID-19), bem como os critérios e embasamentos técnicos adotados. Além disso, as entidades reivindicaram a participação de membros do comércio no “Comitê de Enfrentamento à “Covid-19“”.

Há necessidade de abrir o diálogo com a sociedade, porque as medidas estão sendo tomadas dentro do gabinete, sem a participação dos representantes do comércio, que neste caso é o segmento que mais sofre com as consequências das decisões”, alertou Jonas Alves, presidente da ACC e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), que também assinou o manifesto.

Segundo ele, as entidades uniram-se e tentam amenizar os impactos para o setor.

O empresário já fez muitos sacrifícios, nós pedimos que pelo menos essas medidas possam dar tempo para que se preparem. Não há alinhamento e todos ficam perdidos com essas decisões”, frisou Alves.

Além da ACC e Facmat, assinam o documento a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/MT), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT) e CDL Cuiabá.

A essas entidades, juntarem-se outras que também se sentiram prejudicadas pelo decreto, entre elas, o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Mato Grosso (Sincovaga) e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci/MT).

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