MAIOR DO MUNDO

Maggi Caminhões inaugura a maior concessionaria da Volkswagen do mundo

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A Volkswagen Caminhões e Ônibus tem, em Limeira-SP, sua maior concessionária. A nova unidade, inaugurada recentemente, é a nova nova sede da Maggi Caminhões, ocupando uma área total de cerca de 55 mil m².

A localização segue uma visão estratégica, priorizando a proximidade com importantes estradas que cortam a região.

É um marco para a Volkswagen Caminhões e Ônibus inaugurar a sua maior concessionária. Esse feito reflete um intensivo esforço de todo o nosso time de colaboradores e rede de concessionárias em busca da excelência, especialmente em um momento de tantos desafios no Brasil e no mundo”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da VWCO.

De acordo com a Volkswagen, a estrutura é mais ampla e moderna, e é distribuída em dois prédios que serão ocupados pelas equipes de vendas e pós-vendas, treinamentos, oficinas mecânicas e de funilaria e setor para aquisição de peças. A estrutura conta com 150 boxes no total, sendo 26 dedicados à funilaria, dois para pintura, dois para lavagem e 120 boxes dedicados à oficina mecânica de caminhões e de carretas.

Além disso, dois prédios auxiliares são dedicados ao bem estar dos funcionários e motoristas, abrigando refeitório, área de descanso para funcionários, salão de jogos e dormitórios para clientes com capacidade de até 20 pessoas.

O investimento nesta nova sede é somente mais uma etapa dos vários desafios que estabelecemos. A expectativa de sucesso é do tamanho da nova casa, ou seja, grande. Com essa mudança queremos desenvolver novos setores, nos tornando uma opção completa para o cliente. Oferecendo desde os serviços tradicionais, como venda de caminhões, peças, serviços mecânicos, funilaria e pintura, até os mais exclusivos. Incluindo uma loja com linha completa de acessórios, boutique do motorista, mecânica de carretas e alinhamento de chassis, tornando-nos um verdadeiro truck center. Aqui o cliente irá encontrar tudo o que precisa para ele e seu caminhão”, comenta André Vergel, diretor de Pós-Vendas da Maggi Caminhões e Ônibus.

Respeito ao meio ambiente

Dentre os investimentos, estão uma estação de tratamento de esgoto e efluentes, caixa d’água para reuso de água de chuva com capacidade de 310 mil litros, e pátio revestido com piso ecológico, que permite a permeabilidade da água. Além disso, está em andamento um estudo de viabilidade para instalação de uma usina para fornecimento de energia solar.

Considerada um importante elo da capital paulista com o interior do estado e também com outros estados brasileiros através das rodovias Anhanguera e Bandeirantes, Limeira foi a cidade escolhida para a nova sede do grupo. Dentre as principais atividades econômicas da região estão indústria, comércio e agropecuária. De acordo com a direção da revenda, o potencial do segmento extrapesado na região é grande, tanto na área de vendas como de pós vendas, impulsionando os negócios graças à imagem da marca com o lançamento da nova linha de caminhões extrapesados da VWCO.

Além da nova casa, um novo nome. Antes chamada de Cotali Caminhões e Ônibus, parte da rede de concessionárias Volkswagen Caminhões e Ônibus desde a década de 1980 e, a partir de 2007, tornou-se parte do Grupo Maggi, sendo agora chamada de Maggi Caminhões. – (Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro)

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ECONOMIA

Orçamento de 2022 é sancionado com vetos por Bolsonaro

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Com um Orçamento de 2022 sendo o maior da história, o presidente da Republica, Jair Messias Bolsonaro (PL), vetou R$ 3,184 bilhões do Orçamento de 2022. O tamanho do corte é superior aos R$ 2,8 bilhões anunciados por Bolsonaro no fim de semana, mas bem abaixo do valor sugerido pelo Ministério da Economia, que apontou necessidade de recompor R$ 9 bilhões em despesas obrigatórias neste ano.

Com espaço de R$ 89 bilhões para o Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família e destinou um pagamento mínimo de R$ 400 mensais aos beneficiários. A lei estima a receita da União para 2022 em R$ 4,7 trilhões, com despesa de igual valor, dos quais R$ 1,884 trilhão destinados para refinanciamento da dívida pública federal.

Veja os principais cortes:

Recurso para servidores

O presidente sancionou a verba de R$ 1,7 bilhão para o reajuste de servidores públicos federais no Orçamento de 2022. O recurso foi negociado para atender os policiais federais, grupo estratégico para Bolsonaro em ano eleitoral, e causou reação de outras categorias do funcionalismo público. O reajuste efetivo ainda dependerá de atos do Executivo.

Pesquisas científicas

Os cortes também atingiram projetos de pesquisas científicas em universidades e a popularização da ciência nas unidades de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia, em um valor total de R$ 429 mil. Além disso, o presidente cortou R$ 11 milhões que iriam para pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Políticas públicas para indígenas e quilombolas

Neste segmento, o governo cortou a verba para regularização, demarcação e fiscalização de terras indígenas e proteção dos povos indígenas isolados, no valor de R$ 773 mil. Ainda para os indígenas, foi vetado o orçamento para a proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas em R$ 859 mil. Já para os quilombolas foi vetado o orçamento para reconhecimento e indenização de territórios em R$ 85 mil.

Veja os cortes nos demais ministérios:

Trabalho: R$ 1 bilhão;
Educação: R$ 739,9 milhões;
Desenvolvimento Regional: R$ 458,7 milhões;
Cidadania: R$ 284,3 milhões;
Infraestrutura: R$ 177,8 milhões;
Agricultura: R$ 87,2 milhões;
Saúde: R$ 74,2 milhões;
Ciência, Tecnologia e Inovações: R$ 73 milhões;
Comunicações: R$ 63,5 milhões;
Defesa: R$ 62,1 milhões;
Justiça e Segurança Pública: R$ 54,8 milhões;
Meio Ambiente: R$ 35,1 milhões;
Turismo: R$ 35,1 milhões;
Mulher, Família e Direitos Humanos: R$ 16,5 milhões;
Minas e Energia: R$ 11,4 milhões;
Relações Exteriores: R$ 3,6 milhões;
Presidência da República: R$ 1,8 milhão;
Banco Central: R$ 100 mil;
Ministério da Economia: R$ 100 mil.

O presidente da Republica Jair Messias Bolsonaro (PL), deu aval aos R$ 16,48 bilhões em recursos do orçamento secreto aprovado pelo Congresso. O esquema que distribuiu recursos a aliados políticos em troca de apoio com menos transparência nos dois últimos anos.

No total, as emendas parlamentares vão somar R$ 35,6 bilhões em 2022 após os vetos, que ainda podem ser derrubados pelo Congresso. Ao entregar o controle das decisões para a Casa Civil, pasta comandada pelo Centrão, o presidente Jair Bolsonaro decidiu blindar as chamadas emendas RP-9, modelo questionado por especialistas e considerado irregular pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Com o orçamento sancionado, o governo deve manter o fundo eleitoral em R$ 4,96 bilhões em 2022, sem pedir um acréscimo para R$ 5,7 bilhões, como cogitado anteriormente. Ainda assim, a verba representa um volume de recursos públicos recorde para irrigar campanhas eleitorais. O chamado “fundão” destinou R$ 1,7 bilhão para a eleição de 2018 e R$ 2 bilhões em 2020. Ou seja, os partidos políticos terão mais do que o dobro dos valores destinados nas últimas eleições para financiar os candidatos em 2022.

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