NOVO DECRETO EM VG

Lucimar flexibiliza “Decreto” e diz que vai buscar consenso na Justiça para abertura do comércio

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A “Pandemia” do novo “Coronavírus” já atingiu mais de 180 paísesno mundo,causando milhares de mortes e impactando negativamente a economia global. É importante registrar que o mundo está vivendo uma nova crise, cuja natureza é bem distinta das crises econômicas anteriores (1929, 1970s e 2008-2009), uma vez que aquelas eram crises derivadas do próprio funcionamento das estruturas econômicas.

Agora as sociedades estão enfrentando uma crise sanitária de proporção global, que não pode ser considerada com uma simples gripezinha, uma vez que, além ceifar vidas em todos os lugares, tem causado impactos econômicos e sociais em todos os países.

Hoje já se sabe que os efeitos dessa “Pandemia” não serão de curta duração e que seus impactos poderão destruir estruturas econômicas e sociais de um determinado país, caso seus governantes não adotarem medidas efetivas para enfrentar essa nova realidade.

Por isso, é importante entender que a crise econômica que também já está instaurada no Brasil decorre da “Pandemia” e não de seu mecanismo de controle.

Pensando na economia local, a Prefeitura de Várzea Grande já publicou Novo Decreto acompanhando o Governo do Estado que flexibilizou as regras de funcionamento para as academias de ginásticas, salões de beleza e barbearias que segundo estimativas econômicas geram em torno de 3,5 mil até 5 mil empregos diretos e indiretos e recebeu uma comissão de pequenos e micro empresários que foram defender a retomada do comércio de forma generalizada, defendendo a instituição do Alvará COVID para as empresas que atuam dentro das regras sanitárias e estariam aptos a funcionar.

Sempre defendi que deveríamos construir um consenso, um ponto de equilíbrio entre as regras de distanciamento social e de funcionamento do comércio e da indústria, pois diferente da maioria de outros países, nossos empresários não podem ficar 90 dias sem produzir, sob pena de muitos terem que encerrar suas atividades e provocando a demissão de milhares de pessoas”, disse Lucimar Sacre de Campos ao receber uma comissão de representantes do comércio que protestaram por estar quase 30 dias com suas atividades paralisadas.

Lucimar Sacre de Campos assegurou a comissão que iria buscar nesta quinta-feira, 23 de julho, quando vence o prazo de prorrogação da paralisação determinada pela Justiça, um consenso e medidas mais eficientes para se combater a Pandemia da COVID-19 sem penalizar o comércio e a indústria.

Vou apelar para que o juiz José Luiz Leite Lindote, da Vara da Saúde Pública e que tem demonstrado ser uma pessoa sensível, ao atual momento em que vivemos, de preocupação em primeiro lugar com a saúde das pessoas, mas sem esquecer os efeitos da pandemia na economia, no fechamento de vagas de emprego, para que juntos Poder Executivo Municipal, Poder Judiciário e Câmara Municipal, um meio de equilibrarmos as coisas a favor da vida, do emprego e de uma melhor qualidade de vida”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos.

O líder da prefeita, vereador Pedro Paulo Tolares (DEM) e o vereador Rogério França Martins (PSDB) sinalizaram que o Legislativo Municipal tem empreendido esforços junto aos setores da economia para construir válvulas de escape para este momento, sinalizando que se faz necessário encontrar um ponto de equilíbrio que permita a todos funcionarem de forma indistinta sem prejudicar a saúde pública, mas sempre de olho na pandemia e nas vitimas da mesma.

Temos que estar atentos a necessidade da saúde pública que vem recebendo atenção especial por parte da prefeita Lucimar Campos e seu staff, mas sem perder de vista outros setores que podem não ser considerados essenciais para a lei, mas que se tratam de milhares de famílias e pessoas que retiram seu sustento destas atividades”, explicaram os vereador Pedrinho e Rogerinho Dakar.

O Senador do Partido Democrata (DEM), Jayme Veríssimo de Campos assinalou que as dificuldades enfrentadas por Várzea Grande, Mato Grosso e o Brasil, são as mesmas de todos os países do mundo, pois hoje são mais de 188 países com 15.243.427 milhões de pessoas infectadas com a doença e 622.746 óbitos uma verdadeira tragédia, mas não se poderia deixar de apontar que do total de casos se tem 9.210.733 milhões de pessoas curadas da COVID-19.

Acredito que existam argumentos mais do que justificáveis, apesar do momento, para que a Justiça pudesse juntamente com as esferas dos demais Poderes Constituídos construírem um consenso para a retorno gradual das atividades econômicas, com compromissos assumidos por todos de regras rígidas de funcionamento e sem perder o controle da “Pandemia da COVID-19“, sob pena de novamente paralisar as atividades, por desrespeito a compromissos assumidos pelo bem da cidade e de sua população”, esclareceu.

O secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes, frisou que hoje, com a abertura de novos leitos de UTI e enfermaria por Várzea Grande, por Cuiabá e pelo Governo do Estado, passou-se a ter maiores chances de atendimento aos casos mais graves, tanto que nesta quarta-feira, apenas dois pacientes estavam na fila aguardando transferência para leitos de UTI por causa da COVID-19.

Todos sabemos que os números em uma pandemia, ganham desdobramentos muito rápidos, mas hoje já existe uma rotina implantada, funcionando e apesar da sensação de que o número de novos casos tem crescido, isto ocorre muito mais porque passou-se a fazer mais exames ou testes rápidos do que propriamente por causa da doença e constantemente em Várzea Grande se tem um aumento nos casos recuperados e uma estabilização no número de óbitos o que nos estimula a continuar trabalhando para debelar a doença, explicou.

A prefeita de Várzea Grande assinalou que vai levar ao conhecimento do Juiz José Luiz Leite Lindote todas as medidas adotadas e a possibilidade de mais ações como um cronograma de abertura e fechamento do comércio em geral.

Podemos neste momento em comum acordo flexibilizar as medidas, mas também assumir o compromisso de fechar se houver descontrole nos casos”, disse a prefeita.

Novo Decreto

http://www.varzeagrande.mt.gov.br/storage/Anexos/0fa1251bbbe4680f49e7d07fd9865b82.pdf

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ECONOMIA

Mapa atende solicitação da Acrimat para prorrogar campanha de vacinação da aftosa

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O objetivo é de imunizar, em novembro, cerca de 70 milhões bovinos e bubalinos de até 2 anos de idade, conforme prevê o Calendário Nacional de Vacinação 2020 para a maioria dos Estados brasileiros.

A Divisão de Febre Aftosa da Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ressalta que, tão importante quanto a vacinação correta, é também o preenchimento completo da declaração de vacinação e entrega online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual, dentro dos prazos estipulados.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) solicitou ao superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José de Assis Guaresqui, e ao presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT), Marcos Dornelas Catão a prorrogação das campanhas de vacinação contra a febre aftosa na região do Pantanal e das demais propriedades localizadas no estado de Mato Grosso.

No ofício, alegou que;

Considerando os acontecimentos em todo o estado de Mato Grosso, envolvendo os incêndios e a própria severidade do período da seca que impactou fortemente os rebanhos bovino e bubalino, e que devido as escassas chuvas que ocorreram no mês de novembro, ainda não conseguimos atingir um score corporal seguro para serem manejados, vimos a presença de Vossa Senhoria solicitar que as campanhas de vacinação do Pantanal e das demais propriedades do nosso estado sejam prorrogadas”.

Conseguinte, a Acrimat informou que a solicitação se dava, também, em necessidade de maiores operações de manejo do rebanho; baixo score corporal comprometendo a resposta imunológica, e, ainda, a situação geral do empobrecimento das pastagens e a necessidade durante o período de estiagem de se misturar as faixas etárias normalmente apartadas em função da carência hídrica na maioria dos pastos.

A solicitação para todo Estado foi atendida pelos órgãos na ultima sexta-feira (27), contudo, segundo informações do Mapa, a região do Pantanal passaria por estudos para verificar a viabilidade e necessidade da extensão da campanha na região.

Portanto, a etapa de vacinação para bovinos e bubalinos de 0 a 24 meses que se encerraria dia 30 de novembro, agora seguirá até o dia 10 de dezembro, coincidindo com o prazo máximo para comunicação da vacinação ao INDEA.

Para o Pantanal, tanto a vacinação quanto a comunicação para os bovinos e bubalinos de todas as idades, segue até o dia 15 de dezembro.

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