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IPVA tem desconto de 3% em cota única até dia 20

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Proprietários de veículos com placa final 4 e 5 que optarem por pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em cota única até o próximo dia 20 de março terão 3% de desconto. A partir do dia 21 o recolhimento deverá ser integral ou poderá ser parcelado em até três vezes. Após 31 de março o valor só poderá ser quitado de uma só vez, com acréscimo de juros e multas. 

ipvaPara pagar o imposto, o proprietário deve acessar o Portal da Sefaz e clicar no menu IPVA, opção Emissão de DARNovo. O boleto pode ser pago no Banco do Brasil e correspondente bancário, Banco da Amazônia, Sicredi, Bancoob, Bradesco e correspondente bancário, Caixa Econômica Federal, Itaú, Unibanco, Primacredi, e Santander. 

A quitação do IPVA é um dos requisitos para licenciar o veículo. O não pagamento do imposto gera multa e juros, além do risco de o veículo ser apreendido. 

Donos de carros com placa final 6 e 7 poderão pagar o IPVA a partir de de abril, sendo que aqueles que quitarem o imposto em cota única até o dia 10 daquele mês terão 5% de desconto. 

Calendário de pagamento 
Finais 4 e 5 
Recolhimento em cota única com 3% de desconto – De 11 a 20.03.2015 
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 31.03.2015 
Recolhimento integral com multa – Após 31.03.2015 

Finais 6 e 7 
Recolhimento em cota única com 5% de desconto – Até 10.04.2015 
Recolhimento em cota única com 3% de desconto – De 11 a 20.04.2015 
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 30.04.2015 
Recolhimento integral com multa – Após 30.04.2015 

Finais 8 e 9 
Recolhimento em cota única com 5% de desconto – Até 10.05.2015 
Recolhimento em cota única com 3% de desconto – De 11 a 20.05.2015 
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 29.05.2015 
Recolhimento integral com multa – Após 29.05.2015 

Final 0 
Recolhimento em cota única com 5% de desconto – Até 10.06.2015 
Recolhimento em cota única com 3% de desconto – De 11 a 20.06.2015 
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 30.06.2015 
Recolhimento integral com multa – Após 30.06.2015

 

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Orçamento de 2022 é sancionado com vetos por Bolsonaro

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Com um Orçamento de 2022 sendo o maior da história, o presidente da Republica, Jair Messias Bolsonaro (PL), vetou R$ 3,184 bilhões do Orçamento de 2022. O tamanho do corte é superior aos R$ 2,8 bilhões anunciados por Bolsonaro no fim de semana, mas bem abaixo do valor sugerido pelo Ministério da Economia, que apontou necessidade de recompor R$ 9 bilhões em despesas obrigatórias neste ano.

Com espaço de R$ 89 bilhões para o Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família e destinou um pagamento mínimo de R$ 400 mensais aos beneficiários. A lei estima a receita da União para 2022 em R$ 4,7 trilhões, com despesa de igual valor, dos quais R$ 1,884 trilhão destinados para refinanciamento da dívida pública federal.

Veja os principais cortes:

Recurso para servidores

O presidente sancionou a verba de R$ 1,7 bilhão para o reajuste de servidores públicos federais no Orçamento de 2022. O recurso foi negociado para atender os policiais federais, grupo estratégico para Bolsonaro em ano eleitoral, e causou reação de outras categorias do funcionalismo público. O reajuste efetivo ainda dependerá de atos do Executivo.

Pesquisas científicas

Os cortes também atingiram projetos de pesquisas científicas em universidades e a popularização da ciência nas unidades de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia, em um valor total de R$ 429 mil. Além disso, o presidente cortou R$ 11 milhões que iriam para pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Políticas públicas para indígenas e quilombolas

Neste segmento, o governo cortou a verba para regularização, demarcação e fiscalização de terras indígenas e proteção dos povos indígenas isolados, no valor de R$ 773 mil. Ainda para os indígenas, foi vetado o orçamento para a proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas em R$ 859 mil. Já para os quilombolas foi vetado o orçamento para reconhecimento e indenização de territórios em R$ 85 mil.

Veja os cortes nos demais ministérios:

Trabalho: R$ 1 bilhão;
Educação: R$ 739,9 milhões;
Desenvolvimento Regional: R$ 458,7 milhões;
Cidadania: R$ 284,3 milhões;
Infraestrutura: R$ 177,8 milhões;
Agricultura: R$ 87,2 milhões;
Saúde: R$ 74,2 milhões;
Ciência, Tecnologia e Inovações: R$ 73 milhões;
Comunicações: R$ 63,5 milhões;
Defesa: R$ 62,1 milhões;
Justiça e Segurança Pública: R$ 54,8 milhões;
Meio Ambiente: R$ 35,1 milhões;
Turismo: R$ 35,1 milhões;
Mulher, Família e Direitos Humanos: R$ 16,5 milhões;
Minas e Energia: R$ 11,4 milhões;
Relações Exteriores: R$ 3,6 milhões;
Presidência da República: R$ 1,8 milhão;
Banco Central: R$ 100 mil;
Ministério da Economia: R$ 100 mil.

O presidente da Republica Jair Messias Bolsonaro (PL), deu aval aos R$ 16,48 bilhões em recursos do orçamento secreto aprovado pelo Congresso. O esquema que distribuiu recursos a aliados políticos em troca de apoio com menos transparência nos dois últimos anos.

No total, as emendas parlamentares vão somar R$ 35,6 bilhões em 2022 após os vetos, que ainda podem ser derrubados pelo Congresso. Ao entregar o controle das decisões para a Casa Civil, pasta comandada pelo Centrão, o presidente Jair Bolsonaro decidiu blindar as chamadas emendas RP-9, modelo questionado por especialistas e considerado irregular pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Com o orçamento sancionado, o governo deve manter o fundo eleitoral em R$ 4,96 bilhões em 2022, sem pedir um acréscimo para R$ 5,7 bilhões, como cogitado anteriormente. Ainda assim, a verba representa um volume de recursos públicos recorde para irrigar campanhas eleitorais. O chamado “fundão” destinou R$ 1,7 bilhão para a eleição de 2018 e R$ 2 bilhões em 2020. Ou seja, os partidos políticos terão mais do que o dobro dos valores destinados nas últimas eleições para financiar os candidatos em 2022.

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