70 EMPRESAS BENEFICIADAS

Homologado empresa que realizará serviço de gás natural em MT

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O Governo do Estado de Mato Grosso publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (11) a homologação da empresa que fará o projeto executivo da rede de distribuição de gás natural no Distrito Industrial de Cuiabá. A empresa Lima & Torres Engenharia e Consultoria Ltda deverá iniciar o serviço ainda em fevereiro.

Este é um sonho de 15 anos que está saindo do papel e irá beneficiar mais de 70 empresas do Distrito Industrial. As empresas se instalaram naquele local com a promessa de ter o gás natural e hoje, finalmente, conseguimos dar prosseguimento a este projeto. É um marco para a MT Gás”, afirma César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico.

O presidente da MT Gás, Rafael Reis, acrescenta que os empresários da região esperam por gás tubulado, com preço acessível, volume de entrega e segurança jurídica. O projeto também trará autossuficiência financeira para a companhia estadual.

Além de atender as empresas do Distrito Industrial, é uma nova fase para a MT Gás, pois gera volume de venda, consistência, estabilidade de mercado. O principal objetivo da companhia é a distribuição de gás canalizado e isto será realizado agora, afirma.

Para a presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Cuiabá (Aedic), Margareth Buzzetti, é superimportante mais uma matriz energética para as empresas do distrito industrial incentivando a implantação de novos empreendimentos”.

O MT PAR, em parceria com a MT Gás, é responsável pela licitação e pelo acompanhamento e fiscalização da execução do projeto.

O papel do MT PAR é esse, fazer parcerias e otimizar os investimentos públicos. Esse é um passo importante para o desenvolvimento de Mato Grosso, cuja a participação do MT PAR foi decisiva para o andamento do projeto“, disse o presidente do MT PAR, Wener Santos.

Os trabalhos serão coordenados pelo Núcleo de Projetos do MT PAR, com apoio técnico da MT GÁS.

De acordo com o Coordenador da Divisão de Orçamento, Convênios, Aquisições e Contratos da MT PAR, Jonatan Setúbal, esta é a primeira licitação feita pelo Governo do Estado no novo modelo de contratação das empresas estatais instituído pela Lei 13.303/2016.

A Lei inovou trazendo às estatais institutos e técnicas jurídicas antes inacessíveis à Administração Pública, todos orientados à excelência da gestão“, finaliza Setúbal.

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ECONOMIA

Produção industrial de Mato Grosso acumula queda de 5,8% até novembro de 2020

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Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o setor da indústria, no Mato Grosso, acumulou queda de 5,8% na produção até novembro de 2020. O segmento mais afetado foi fabricação de produtos de madeira, que registrou perda de 24,7%. Já para os produtos alimentícios a redução foi de 2,4%. O único resultado positivo foi para fabricação de produtos químicos, que teve alta de 2,4%.

Segundo o superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), Mauro Santos, o desempenho do setor no estado esteve em linha com o nacional, que teve recuo de 5,5% no acumulado de 2020.

Para ele, com essa baixa, os consumidores tiveram que pagar mais por produtos cujas matérias primas sofreram impacto no valor.

Essa falta de matéria-prima impacta nos preços, porque aumenta os custos da indústria, e esse custo é repassado ao consumidor final. Isso porque diversas matérias-primas tiveram aumento no preço que varia de 30% a 70%. Cito o exemplo do TDI poliol e do aço, que aumentaram mais de 100%, contribuindo para a alta nos preços dos produtos acabados”, explica.

Apesar disso, Santos projeta que, para 2021, haja um crescimento da produção industrial motivados pelo consumo de alimentos, de combustíveis e pela dinâmica da construção civil, que está incentivada por juros mais baixos e um estoque que atende às demandas.

Setor frigorífico

Considerado um dos mais representativos dentro da agroindústria de Mato Grosso, o setor frigorífico perdeu 8,06% de produção no mesmo período. A informação é do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Ao todo, foram abatidas 4,8 milhões de cabeças até novembro do ano passado. Na avaliação do presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos (Sindifrigo/ MT), de Paulo Bellicanta, a tendência é de continuidade na queda em 2021.

É claro e natural que o seu impacto foi o aumento no preço da carne para o consumidor final. Isso é inevitável. É uma lei de mercado: oferta e procura. De setembro em diante, houve uma escassez significativa na alta de preços, com a influência que eu acabei de dizer, relata.

Ainda segundo Bellicanta, a demanda continua e isso é notado com a elevação nos preços da carne.

A situação só deve se normalizar a partir do segundo semestre de 2022, quando finaliza o ciclo da pecuária, que leva de dois a três anos de duração”, afirma.

  • (Brasil61)
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