ORIENTANDO OS COMERCIANTES

Fecomércio-MT reforça medidas de segurança contra a “Covid-19”

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Preocupada com o aumento de casos do novo “Coronavírus” em Mato Grosso, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT) tem reforçado as medidas de segurança de seus colaboradores e melhor orientado os comerciantes do estado através da cartilha “Medidas de Orientação ao Comércio”.

O superintendente da entidade, Igor Cunha, lembra da necessidade, quase que periódica, de instruir sobre as regras de higiene e de proteção individual.

Estamos constantemente estabelecendo protocolos de segurança, que, inclusive, estão sinalizados em toda a entidade, e que também estão disponíveis aos associados, por meio da cartilha elaborada pela Fecomércio-MT”.

Uma das orientações presentes na cartilha é justamente sobre as medidas necessárias caso um funcionário apresente alguns dos sintomas da Covid-19. Os mais comuns são cansaço e/ou falta de ar, tosse seca e febre.

Vale ressaltar que a nova Portaria Conjunta nº 20, da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e o Ministério da Saúde Interino, exposto no artigo 2.5, explica que a organização deve afastar imediatamente os trabalhadores das atividades laborais presenciais, por quatorze dias. A Fecomércio orienta que seja seguida as determinações constantes na portaria e que já estão disponíveis na cartilha de orientação ao comércio.

A Fecomércio também está adotando a orientação de realizar a medição de temperatura dos funcionários em todos os turnos de trabalho, conforme consta no artigo 2.7, na alínea b: triagem na entrada do estabelecimento em todos os turnos de trabalho, podendo utilizar medição de temperatura corporal por infravermelho ou equivalente, antes que os trabalhadores iniciem suas atividades, inclusive terceirizados”.

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ECONOMIA

Números de Devedores em Mato Grosso cai quase 6%

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Conforme o núcleo de inteligência de mercado da CDL Cuiabá, os dados apresentados no fechamento de maio de 2021 pelo Serviço de Proteção ao Crédito – SPC Brasil, relataram que o número de devedores caiu -5,94% em relação a maio de 2020. Já na passagem mensal de abril para maio, o número cresceu 0,36%.

Comparando os períodos supracitados, entre os anuais, o número de devedores do Estado teve uma redução melhor que a média da região Centro-Oeste (-4,02%) e a média nacional (-4,34%). Na passagem mensal, o aumento foi menor que a região Centro-Oeste (1,06%) e a nacional (0,59%).

Referente à quantidade de dívidas de moradores de Mato Grosso, o número caiu -7,19% em relação a maio de 2020. Sendo que na passagem mensal de abril para maio de 2021, o número de dívidas cresceu 0,51%.

A queda do número de contas vencidas no Estado entre maio de 2021 e o mesmo período do ano anterior foi melhor que a média da região Centro-Oeste (-5,25%) e a média nacional (-5,91%). Na passagem mensal de abril para maio de 2021, o aumento foi menor que a Região Centro-Oeste (1,19%) e da nacional (0,90%).

O cenário apresentado demonstra que Mato Grosso fechou com percentuais de inadimplência mais favoráveis que a região Centro-Oeste e o nacional. Esse fato está ligado a vários fatores, porém destacamos a geração de empregos que está se mantendo com saldo positivo desde o início do ano e a melhora nas vendas ocorrida principalmente nestes últimos 60 dias. Isso significa mais dinheiro girando na economia, até porque mais de 73% da população tem preferido efetuar pagamentos à vista, avaliou o superintendente da CDL Cuiabá, Fábio Granja.

O levantamento apresentou ainda que o total de devedores residentes no Estado ficou próximo de 1,123 milhões. A soma total de dívidas fechou com uma quantidade acima de R$ 2,162 milhões, o que representa uma média de contas em atraso de quase duas (1,925) por cidadão que reside em Mato Grosso. Em valores financeiros, a soma de todas as dívidas ficou acima de R$ 1,92 bilhões de reais.

Os setores com maiores participações do número de dívidas foram Bancos (33,17%), Comércio (30,59%), Água e Luz (16,65%), Comunicação (12,82%) e outros (6,78%).

Já a abertura por faixa etária do devedor mostra a participação de 30 a 39 anos (26,21%), 40 a 49 anos (21,57%), 50 a 64 anos (19,55%), 25 a 29 anos (13,21%), 65 a 84 anos (9,18%), 18 a 24 anos (8,91%) e acima de 85 anos (1,07%).

A perspectiva de recuperação econômica para o segundo semestre continua sendo positiva, porém sabemos que será gradativa. Uma das formas mais viáveis para acelerarmos os índices positivos é gerar mais confiança para o mercado e isso será possível com a vacinação em massa e aprovação de reformas importantes como a administrativa e tributária, acrescentou Granja.

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