MELHOR RETORNO FINANCEIRO

Faissal propõe linhas de crédito para energia solar através da Desenvolve MT

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Diversas linhas de financiamento de energia solar são oferecidas, hoje, no Brasil através de bancos públicos e privados, muitas das quais permitem pagar a parcela com a própria economia obtida na conta de luz, tornando a aquisição dos sistemas fotovoltaicos mais acessível para boa parte da população.

É indiscutível que um sistema solar fotovoltaico deve ser visto como um investimento, investindo-se no presente para colher retornos futuros de longo prazo.

O deputado estadual Faissal Jorge Calil Filho, do Partido Verde (PV) apresentou na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), uma indicação de abertura de linhas de crédito para aquisição e implantação de sistemas de energia fotovoltaica para pessoas físicas e jurídicas. Os recursos, de acordo com a proposta do parlamentar, seriam disponibilizados através da Agência de Fomento de Mato Grosso (Desenvolve MT).

O financiamento de energia solar tem como principal característica a oportunidade de se produzir uma energia limpa, renovável e com capacidade de gerar uma economia de até 95% no valor da conta de luz.

Outra vantagem do financiamento para energia solar é o pagamento de até 100% do valor dos equipamentos e da mão de obra. Ao obter economia na conta de luz, há a possibilidade de que o valor do financiamento seja quitado de maneira mais rápida.

Linha de crédito para energia solar

O crédito para energia solar é apontado como um modelo mais convencional, tendo em vista que seu processo de liberação é mais ágil, já que grande parte dos pedidos podem ser pré-aprovados. Isto quer dizer que, com uma simples ida ao banco para a comprovação da renda e entrega de dados pessoais, seu limite pode ser aprovado e estar pronto para ser utilizado na mesma hora.

As linhas de crédito, segundo o deputado estadual Faissal Calil, são fundamentais para que a população e as empresas possam fazer a compra e instalação de placas solares e demais equipamentos, tendo em vista a enorme dificuldade que os moradores de Mato Grosso vêm enfrentando com o aumento na conta de energia elétrica. A energia fotovoltaica é produzida a partir de luz solar, e pode ser obtida mesmo em dias nublados ou chuvosos, sendo uma fonte limpa e renovável.

Mato Grosso está em quarto lugar no ranking de geração de energia solar no país, ficando atrás apenas de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. Entre 2020 e 2021, a Energisa registrou aumento de 200% nos pedidos de análises de projetos para a inclusão de geração solar na rede de distribuição. Esses dados nos mostram que cada vez mais consumidores estão migrando para esse sistema, demonstrando que iniciativas como a abertura de linhas de crédito, principalmente para pessoas físicas, é fundamental para que esse número aumente ainda mais, afirmou Faissal.

O valor médio de instalação de painéis de energia solar pode chegar a cerca de R$ 10 mil em residências e até R$ 30 mil nas redes comerciais. Além dos valores de instalação, há também custos de manutenção e aprovação da concessionária de energia.

Recentemente, a Caixa Econômica Federal anunciou uma linha de crédito para financiamento exclusivo de energia sustentável, com uma taxa de juros a partir de 1,17% ao mês.

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ECONOMIA

Orçamento de 2022 é sancionado com vetos por Bolsonaro

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Com um Orçamento de 2022 sendo o maior da história, o presidente da Republica, Jair Messias Bolsonaro (PL), vetou R$ 3,184 bilhões do Orçamento de 2022. O tamanho do corte é superior aos R$ 2,8 bilhões anunciados por Bolsonaro no fim de semana, mas bem abaixo do valor sugerido pelo Ministério da Economia, que apontou necessidade de recompor R$ 9 bilhões em despesas obrigatórias neste ano.

Com espaço de R$ 89 bilhões para o Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família e destinou um pagamento mínimo de R$ 400 mensais aos beneficiários. A lei estima a receita da União para 2022 em R$ 4,7 trilhões, com despesa de igual valor, dos quais R$ 1,884 trilhão destinados para refinanciamento da dívida pública federal.

Veja os principais cortes:

Recurso para servidores

O presidente sancionou a verba de R$ 1,7 bilhão para o reajuste de servidores públicos federais no Orçamento de 2022. O recurso foi negociado para atender os policiais federais, grupo estratégico para Bolsonaro em ano eleitoral, e causou reação de outras categorias do funcionalismo público. O reajuste efetivo ainda dependerá de atos do Executivo.

Pesquisas científicas

Os cortes também atingiram projetos de pesquisas científicas em universidades e a popularização da ciência nas unidades de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia, em um valor total de R$ 429 mil. Além disso, o presidente cortou R$ 11 milhões que iriam para pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Políticas públicas para indígenas e quilombolas

Neste segmento, o governo cortou a verba para regularização, demarcação e fiscalização de terras indígenas e proteção dos povos indígenas isolados, no valor de R$ 773 mil. Ainda para os indígenas, foi vetado o orçamento para a proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas em R$ 859 mil. Já para os quilombolas foi vetado o orçamento para reconhecimento e indenização de territórios em R$ 85 mil.

Veja os cortes nos demais ministérios:

Trabalho: R$ 1 bilhão;
Educação: R$ 739,9 milhões;
Desenvolvimento Regional: R$ 458,7 milhões;
Cidadania: R$ 284,3 milhões;
Infraestrutura: R$ 177,8 milhões;
Agricultura: R$ 87,2 milhões;
Saúde: R$ 74,2 milhões;
Ciência, Tecnologia e Inovações: R$ 73 milhões;
Comunicações: R$ 63,5 milhões;
Defesa: R$ 62,1 milhões;
Justiça e Segurança Pública: R$ 54,8 milhões;
Meio Ambiente: R$ 35,1 milhões;
Turismo: R$ 35,1 milhões;
Mulher, Família e Direitos Humanos: R$ 16,5 milhões;
Minas e Energia: R$ 11,4 milhões;
Relações Exteriores: R$ 3,6 milhões;
Presidência da República: R$ 1,8 milhão;
Banco Central: R$ 100 mil;
Ministério da Economia: R$ 100 mil.

O presidente da Republica Jair Messias Bolsonaro (PL), deu aval aos R$ 16,48 bilhões em recursos do orçamento secreto aprovado pelo Congresso. O esquema que distribuiu recursos a aliados políticos em troca de apoio com menos transparência nos dois últimos anos.

No total, as emendas parlamentares vão somar R$ 35,6 bilhões em 2022 após os vetos, que ainda podem ser derrubados pelo Congresso. Ao entregar o controle das decisões para a Casa Civil, pasta comandada pelo Centrão, o presidente Jair Bolsonaro decidiu blindar as chamadas emendas RP-9, modelo questionado por especialistas e considerado irregular pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Com o orçamento sancionado, o governo deve manter o fundo eleitoral em R$ 4,96 bilhões em 2022, sem pedir um acréscimo para R$ 5,7 bilhões, como cogitado anteriormente. Ainda assim, a verba representa um volume de recursos públicos recorde para irrigar campanhas eleitorais. O chamado “fundão” destinou R$ 1,7 bilhão para a eleição de 2018 e R$ 2 bilhões em 2020. Ou seja, os partidos políticos terão mais do que o dobro dos valores destinados nas últimas eleições para financiar os candidatos em 2022.

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