ECONOMIA

Economia alemã pode recuar até 20% devido a coronavírus

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A economia da Alemanha pode recuar até 20% neste ano devido ao impacto do coronavírus, disse um economista do Ifo, nesta quarta-feira, com o moral empresarial alemão caindo para seu nível mais baixo desde a crise financeira global, em 2009.

Os resultados finais da pesquisa do instituto Ifo, instituição de pesquisa sediada em Munique, mostraram que seu índice de clima de negócios caiu de 96,0 para 86,1 em fevereiro.

“Esta é a queda mais acentuada desde a reunificação alemã e o valor mais baixo desde julho de 2009”, disse o presidente do Ifo, Clemens Fuest, em comunicado.

“A economia alemã está em choque”, disse Fuest, acrescentando que as expectativas empresariais em particular haviam piorado como nunca antes, enquanto a avaliação das empresas sobre sua situação atual também caiu acentuadamente.

No setor de serviços, o indicador de clima de negócios registrou a maior queda desde que os dados foram coletados pela primeira vez, em 2005, disse o Ifo.

No setor manufatureiro, o índice caiu para o nível mais baixo desde agosto de 2009, com o subíndice de expectativas registrando a queda mais acentuada em 70 anos de pesquisas no setor.

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O economista do Ifo Klaus Wohlrabe disse à Reuters que a economia alemã pode contrair entre 5% e 20% este ano, dependendo da duração do desligamento causado pela pandemia.

Wohlrabe acrescentou que espera uma recessão severa que dure pelo menos dois trimestres.

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ECONOMIA

Inadimplência em MT fecha 2020 abaixo que no ano anterior

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O total de inadimplentes registrado em dezembro de 2020, diminuiu em relação ao ano anterior. O levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) aponta que o número em Mato Grosso caiu ‐2,49% em dezembro de 2020, em relação a dezembro de 2019. O dado ficou acima da média da região Centro‐Oeste (‐4,71%) e acima da média nacional (‐4,31%).

A sequência de redução de inadimplentes foi mantida na passagem de novembro para dezembro, o número de devedores caiu -0,99%. A abertura por faixa etária do devedor mostra que o número de devedores com participação mais expressiva em dezembro foi o da faixa de 30 a 39 anos (26,39%), seguida pela faixa de 40 a 49 anos (21,50%).

Já o número de dívidas em atraso de moradores de Mato Grosso caiu ‐5,25% em dezembro de 2020, em relação a dezembro de 2019. O dado ficou acima da média da região Centro‐Oeste (‐7,01%) e acima da média nacional (‐7,14%). Na passagem de novembro para dezembro, o número de dívidas caiu -1,62%. Os setores com participações mais expressivas do número de dívidas em dezembro no estado foram os Bancos, com 31,40% e o comércio com 31,30% do total de dívidas.

Com relação ao número médio de dívidas por devedores, em dezembro de 2020, cada consumidor inadimplente tinha em média 1,904 dívidas em atraso.

O número ficou acima da média da região Centro‐Oeste (1,858 dívidas por pessoa inadimplente) e acima da média nacional registrada no mês (1,789 dívidas para cada pessoa inadimplente).

Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), Mato Grosso encerrou o ano com aproximadamente 1,081 milhão de inadimplentes. São quase -28 mil consumidores quando comparado com o fechamento de 2019. Já referente ao número de dívidas o fechamento ficou próximo a 2,97 milhões.

Se compararmos com o período mais elevado da inadimplência durante 2020, que foi em abril, já são mais de 162 mil mato-grossenses que conseguiram quitar suas dívidas“, avaliou o superintendente da entidade, Fábio Granja.

Para Granja é importante ter a inadimplência reduzida, pois trata-se de um mal que pode levar uma empresa à falência.

Apesar da melhora gradativa de alguns indicadores econômicos destes últimos meses, o primeiro trimestre de 2021 será um termômetro importante para tentarmos prever como será a continuidade desse processo de recuperação da economia, por isso é importante ficarmos com um sinal amarelo, pois a pandemia ainda está presente e sabemos o quanto ela tem interferido no comportamento e na confiança do consumidor. A consistência desse processo de retomada passa pela continuidade, em especial, daquilo que toca diretamente o bolso do consumidor: emprego e renda. Mesmo com a inadimplência caindo aos poucos, as famílias ainda enfrentam dificuldades para honrar seus compromissos em dia, tanto é que há um estoque elevado de pessoas com contas a pagar, disse.

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