ECONOMIA

Cipem faz imersão nas principais tendências do mercado

Publicados

em

Presidente da entidade realizou visita técnica a uma fábrica de vigas e estruturas de madeira engenheirada, material que é considerado uma das principais tendências mundiais do setor, além de participar da mais importante feira de revestimentos da América Latina, a Expor Revestir 2020.

Conectado às tendências em revestimentos e materiais para construção civil, o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e parceiros realizaram uma visita técnica a uma indústria de madeira engenheirada em São Paulo (SP), nesta ultima quarta-feira (11), onde também puderam participar da principal mostra do segmento de revestimentos da América Latina, a ‘Expo Revestir 2020’.

O evento segue com programação até esta sexta-feira (13). E é responsável por lançar as principais novidades em revestimentos no mercado, assim como apresentar soluções inovadoras para projetos de engenharia, arquitetura e decoração. Traz, além disso, informações, orientações e oportunidades de negócios para revendas de produtos de construção, e promove debates com experts mundiais no ‘Fórum Internacional de Arquitetura e Construção.

O presidente, Rafael Mason, juntamente com renomados profissionais da arquitetura, conheceu um pouco do trabalho desenvolvido pela empresa REWOOD, responsável pela fabricação de grandes vigas de madeira laminada colada MLC. Ambos ainda participaram de encontros de negócios com empresários do segmento da construção que promovem a edificação e o acabamento de empreendimentos com madeira.

A exemplo disso, o grupo fez uma visita técnica a um edifício, ainda em fase de construção, de quatro pavimentos, localizado na capital paulista. Como este, dezenas de outros prédios estão sendo erguidos pelo Brasil e o mundo, tendo como matéria-prima básica a madeira engenheirada. A escolha se deve à boa performance, resistência, durabilidade e sustentabilidade. Afinal, trata-se de um material renovável, que capta e estoca gás carbônico durante seu ciclo.

Sem dúvidas esta é uma semana importante para o mercado florestal, cada vez mais conectado às tendências mundiais da construção civil e designer de interiores. Foi muito positivo notar como cada vez mais o mercado da construção civil vem abraçando a madeira nativa oriunda dos Planos de Manejos Florestais Sustentáveis”, concluiu Mason, ao comentar sobre a possibilidade de participação na Expo Revestir 2021 com um estande do Cipem.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Associação criada para melhorar estrada se tornou exemplo para agricultura familiar

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

ECONOMIA

Associação Comercial de Cuiabá e demais entidades do comércio entregam manifesto contrário ao “Novo Decreto Municipal”

Publicados

em

A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e demais representantes do comércio fizeram uma manifestação nesta sexta-feira (03), em frente à Prefeitura de Cuiabá, contrários às decisões do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) em relação ao Decreto nº 7.975, de 02/07/2020. A medida institui o rodízio de carros e de CPF para o acesso ao comércio, bancos, lotéricas e mercados da Capital.

Os representantes das entidades foram recebidos pelo chefe de gabinete da Prefeitura de Cuiabá, Antônio Monreal Neto, e entregaram o manifesto assinado por todos, para conhecimento do prefeito. Neto ficou de agendar uma reunião com Emanuel Pinheiro para discussão das novas decisões. Também participaram da reunião os vereadores Orivaldo da Farmácia e Diego Guimarães e o deputado Ulysses Moraes.

Dentre os questionamentos do manifesto, foram apontados a falta de diálogo do prefeito com os comerciantes quanto às medidas tomadas diante do combate ao novo Coronavírus (COVID-19), bem como os critérios e embasamentos técnicos adotados. Além disso, as entidades reivindicaram a participação de membros do comércio no “Comitê de Enfrentamento à “Covid-19“”.

Há necessidade de abrir o diálogo com a sociedade, porque as medidas estão sendo tomadas dentro do gabinete, sem a participação dos representantes do comércio, que neste caso é o segmento que mais sofre com as consequências das decisões”, alertou Jonas Alves, presidente da ACC e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), que também assinou o manifesto.

Segundo ele, as entidades uniram-se e tentam amenizar os impactos para o setor.

O empresário já fez muitos sacrifícios, nós pedimos que pelo menos essas medidas possam dar tempo para que se preparem. Não há alinhamento e todos ficam perdidos com essas decisões”, frisou Alves.

Além da ACC e Facmat, assinam o documento a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/MT), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT) e CDL Cuiabá.

A essas entidades, juntarem-se outras que também se sentiram prejudicadas pelo decreto, entre elas, o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Mato Grosso (Sincovaga) e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci/MT).

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Senador cobra de Paulo Guedes recursos "na ponta" para empresas garantir empregos
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA