ECONOMIA

BR-242: Construção de novo corredor rodoviário garante a diminuição da distancia entre MT e TO

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Uma subcomissão especial está sendo criada na Câmara dos Deputados para discutir e  acompanhar as ações relacionadas às obras de construção dos seguimentos não pavimentados da rodovia federal BR-242, que liga Mato Grosso ao Tocantins. A construção do trecho garante a diminuição da distancia em pelo menos 800 quilômetros entre os Estados. A pauta foi amplamente debatida nesta quarta-feira (18), pelos deputados federais Ezequiel Fonseca (PP-MT) e Vicentinho Junior (PSB-TO).

ezequielfonsecaA BR-242 é uma rodovia federal transversal do país com uma extensão de 2.353 quilômetros, seu ponto inicial fica no município de Maragogipe (BA) e ponto final em Sorriso (MT). Diversos trechos estão sem pavimentação ou em fase de construção. 

Com a função integradora entre as regiões norte e centro oeste, este novo corredor a deverá assegurar o desenvolvimento da economia nacional gerando impactos positivos como na logística e infraestrutura. 

Para Ezequiel Fonseca, essa será uma importante alternativa que visa diminuir a distancia entre o norte e centro oeste do país. Ele destaca o trecho de 84,1 quilômetros que liga a cidade de Formoso do Araguaia (TO) à cidade de São Félix do Araguaia.

"A construção desse trecho vai trazer muitas vantagens econômicas e sociais tanto aos municípios que estão na região do Araguaia codo Brasimo para as demais regiões do Estado, estaremos formando uma comissão especial que vai contribuir com o desenvolvimento do Brasil", observou.

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ECONOMIA

Petrobras anuncia novo reajuste na gasolina

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O aumento no preço dos combustíveis afeta diretamente quem tem o veículo como ferramenta de trabalho. Quando o bolso do consumidor é afetado com o aumento da gasolina é preciso buscar alternativas para economizar. Simples atitudes ao volante, por exemplo, e uma manutenção adequada podem contribuir para um melhor desempenho do veículo, que resulta em um menor consumo de combustível.

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (26), depois da disparada de 8% em 18 de janeiro que a gasolina terá novo aumento, mais um reajuste, desta vez de 5%. Com isso, o combustível acumula alta de 13,4% em 2021. O diesel também será reajustado em 4,4%. Os novos valores passam a vigorar a partir desta quarta-feira (27).

Vale ressaltar que a nova política da Petrobras, inaugurada este ano, é não revelar os percentuais de aumento, apenas os novos preços praticados nas suas refinarias. A companhia tampouco informa espontaneamente os reajustes, apenas responde quando procurada.

O preço médio de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passa a ser de R$ 2,08 por litro, refletindo um aumento médio de R$ 0,10 por litro”.

Ao fim de 2020, o valor da gasolina era de R$ 1,83.

“O preço médio do diesel, por sua vez, passará a ser de R$ 2,12 por litro, refletindo uma aumento médio de R$ 0,09 por litro”, informou a estatal.

A empresa explicou que os preços praticados têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”.

Importante ressaltar também que os preços da gasolina e do diesel vendidos na bomba dos postos revendedores é diferente do valor cobrado nas refinarias pela Petrobras. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos próprios postos revendedores de combustíveis”, acrescentou, como faz em todas as notas de reajuste.

Novidade

A novidade agora é que a Petrobras divulga dados do Global Petrol Prices, um site segundo o qual, em 18 de janeiro (portanto antes dos dois aumentos promovidos este ano), o preço médio ao consumidor de gasolina no Brasil era o 56º mais barato dentre 166 pesquisados, estando 17,8% abaixo da média de US$ 1,05 por litro.

Já o preço médio de diesel ao consumidor no Brasil era o 42º mais barato dentre 165 pesquisados, estando 26,7% abaixo da média de US$ 0,95 por litro”.

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