AUXILIO NEGADO

Auxílio emergencial são negados para mais de 104 milhões de pedidos

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Até a noite desta sexta-feira (10) mais de 104 milhões de pessoas que estavam esperando o resultado da análise para receber o auxílio emergencial de R$ 600 tiveram seus pedidos negados.

As informações são da Caixa Econômica Federal. Segundo a instituição bancária, entre os motivos pelos quais foram negados os pedidos do auxílio emergencial estão fraudes e desinformações em relação aos critérios que são exigidos. Em alguns casos, pesou o fato do interessado não fazer parte do Cadastro Único do Governo Federal.

A análise do pedido do auxílio emergencial

Os pedidos são analisados pela Dataprev, empresa de tecnologia ligada ao Ministério da Economia, com apoio ainda do Banco do Brasil.

O governo deixou claro em várias oportunidades que poderia haver possíveis fraudes no programa de ajuda. Quem tentou se aproveitar da situação de maneira fraudulenta poderá estar na mira da Polícia Federal e da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) que estão fazendo um mapeamento das pessoas que cometeram fraude durante o cadastro que começou na última terça-feira (7).

De acordo com a Caixa Econômica Federal, 31,5 milhões de brasileiros conseguiram terminar o cadastro até sexta-feira à noite e 135,6 milhões de mensagens foram enviadas por celular (SMS) confirmando o cadastro do auxílio emergencial.

O telefone 111, uma central exclusiva para tirar dúvidas e solicitar informações, recebeu até agora 8,6 milhões de ligações.

Veja quem tem direito ao auxílio emergencial

De acordo com o governo, o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 será realizado em três parcelas durante a crise do novo Coronavírus (Covid-19) a autônomos, intermitentes inativos, trabalhadores informais e mulheres que cuidam sozinhas de suas famílias.

É preciso estar atento para alguns detalhes que podem impedir o recebimento. Para ter direito, o trabalhador não pode receber nenhum tipo de aposentadoria, seguro-desemprego ou qualquer outra forma de ajuda do governo.

Quem faz parte de algum programa de transferência de renda federal também não receberá, exceto aqueles que são cadastrados no Bolsa Família.

Além disso, alguns pré-requisitos também precisam ser cumpridos, como ter mais de 18 anos, não ter carteira assinada, a renda familiar deve ser de ½ até três Salários Mínimos e não pode ter recebido mais do que R$ 28.559,70 no ano passado.

MEI também tem direito ao auxílio emergencial

Entre aqueles que têm direito a receber o benefício, estão os MEIs (Microempreendedores individuais), desde que a renda familiar não ultrapasse a quantia de três salários mínimos.

De acordo com o Sebrae, cerca de 36% dos MEIs atendem aos critérios para receber o benefício. Hoje no Brasil existem 9,9 milhões de CNPJs cadastrados no MEI.

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ECONOMIA

Associação Comercial de Cuiabá e demais entidades do comércio entregam manifesto contrário ao “Novo Decreto Municipal”

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A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e demais representantes do comércio fizeram uma manifestação nesta sexta-feira (03), em frente à Prefeitura de Cuiabá, contrários às decisões do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) em relação ao Decreto nº 7.975, de 02/07/2020. A medida institui o rodízio de carros e de CPF para o acesso ao comércio, bancos, lotéricas e mercados da Capital.

Os representantes das entidades foram recebidos pelo chefe de gabinete da Prefeitura de Cuiabá, Antônio Monreal Neto, e entregaram o manifesto assinado por todos, para conhecimento do prefeito. Neto ficou de agendar uma reunião com Emanuel Pinheiro para discussão das novas decisões. Também participaram da reunião os vereadores Orivaldo da Farmácia e Diego Guimarães e o deputado Ulysses Moraes.

Dentre os questionamentos do manifesto, foram apontados a falta de diálogo do prefeito com os comerciantes quanto às medidas tomadas diante do combate ao novo Coronavírus (COVID-19), bem como os critérios e embasamentos técnicos adotados. Além disso, as entidades reivindicaram a participação de membros do comércio no “Comitê de Enfrentamento à “Covid-19“”.

Há necessidade de abrir o diálogo com a sociedade, porque as medidas estão sendo tomadas dentro do gabinete, sem a participação dos representantes do comércio, que neste caso é o segmento que mais sofre com as consequências das decisões”, alertou Jonas Alves, presidente da ACC e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), que também assinou o manifesto.

Segundo ele, as entidades uniram-se e tentam amenizar os impactos para o setor.

O empresário já fez muitos sacrifícios, nós pedimos que pelo menos essas medidas possam dar tempo para que se preparem. Não há alinhamento e todos ficam perdidos com essas decisões”, frisou Alves.

Além da ACC e Facmat, assinam o documento a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/MT), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT) e CDL Cuiabá.

A essas entidades, juntarem-se outras que também se sentiram prejudicadas pelo decreto, entre elas, o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Mato Grosso (Sincovaga) e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci/MT).

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