RANKING DA FOREST 500

AMAGGI é apontada como empresa líder global em combate ao desmatamento

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No Brasil, existe um déficit de vegetação nativa de cerca de 21 milhões de hectares, quase o tamanho do Reino Unido, concentrado especialmente nas bordas da Amazônia, por quase toda a Mata Atlântica e no Sul do Cerrado.

O mundo esta perdendo a corrida contra as mudanças climáticas. A restauração florestal é uma das maiores oportunidades para esse cenário, e Só um coletivo organizado de instituições publicas e privadas, com a colaboração de pessoas, é capaz de criar uma onde de restauração em larga escala no país.

Desmatamento, também chamado de desflorestamento, consiste na retirada da cobertura vegetal parcial ou total de um determinado lugar. Enquanto alguns enxergam essa prática como uma ação necessária ao suprimento das necessidades do ser humano, outros apontam o desmatamento como um dos maiores problemas ambientais da atualidade. A retirada da cobertura vegetal está relacionada a diversas causas, como a urbanização, mineração e expansão do agronegócio, e seus impactos são inúmeros.

Nesta semana, a Organização Global Canopy apontou no ranking Forest 500, que a AMAGGI foi a melhor empresa global de soja em medidas contra o desmatamento no mundo. O levantamento, divulgado atribui à AMAGGI o melhor desempenho entre as companhias que produzem, processam e comercializam soja no planeta, em razão dos compromissos assumidos e às práticas da companhia no desenvolvimento de uma agricultura regenerativa e de baixo carbono no Brasil.

Há oito anos, o Forest 500 tem acompanhado anualmente 350 das mais influentes empresas do mundo e 150 instituições financeiras internacionais. São avaliadas as políticas, compromissos e práticas efetivas de todas essa organizações no que diz respeito à gestão de risco de desmatamento em suas cadeias de valor e investimentos. Cada empresa recebe pontuação em indicadores referentes a seus compromissos e à efetiva implementação de medidas contra o desmatamento.

Conforme o ranking divulgado nesta semana, a performance da AMAGGI recebeu a maior pontuação geral dentre as empresas de soja do mundo e dentre todas as empresas de commodities agrícolas que, no âmbito da COP 26, anunciaram e comprometeram-se a tomar medidas contra o desmatamento em suas cadeias de valor.

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Segundo o relatório, a AMAGGI integra o grupo de apenas nove companhias que exigem de todos os seus fornecedores políticas equivalentes contra o desmatamento. E, no recorte nacional do ranking a AMAGGI também é líder, com a maior pontuação geral dentre as empresas brasileiras pelo segundo ano consecutivo no Forest 500.

O levantamento Forest 500 nos atribuiu a melhor nota entre as empresas globais de soja, e temos orgulho de dizer que este resultado é reflexo dos nossos compromissos. Em nossa área de negócio de produção agrícola, temos o compromisso de zero desmatamento e conversão desde 2008 em fazendas próprias. Já no nosso negócio de comercialização, temos investido fortemente em rastreabilidade e na garantia de origem sustentável da nossa cadeia de fornecimento. Influenciar positivamente nossos parceiros para uma agricultura cada vez mais regenerativa e de baixo carbono é uma meta publicamente assumida pela AMAGGI, e ser reconhecida como empresa global de produção e comercialização de soja líder pelo F500 – como recentemente também fomos reconhecidos pelo CDP Forest – mostra que estamos no caminho correto de implementação robusta dos nossos compromissos, mas não sem considerar desafios importantes que ainda temos a enfrentar”, comentou a diretora de ESG, Comunicação e Compliance da AMAGGI, Juliana de Lavor Lopes.

Reconhecimentos internacionais

A divulgação do novo ranking Forest 500 vem a confirmar a liderança internacional da AMAGGI como empresa global de soja em compromissos e práticas de combate ao desmatamento, reconhecida por seu manejo florestal também recentemente com a nota máxima ‘A’ atribuída à companhia pela organização internacional ambientalista CDP Forest, em dezembro. Maior empresa brasileira de grãos e fibras do agronegócio, a AMAGGI foi uma das poucas companhias com alto desempenho entre quase 12 mil avaliadas por sua sustentabilidade corporativa no levantamento do CDP. Com ações de combate ao desmatamento em sua cadeia de suprimentos, a fim de fornecer commodities mais sustentáveis ao mercado, a AMAGGI está liderando em ambição, ação e transparência corporativa para gestão ambiental em todo o mundo.

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ECONOMIA

“Vamos fazer uma grande reunião sobre o Plano Diretor e estou buscando meios de colocar o VLT”

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O Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afirmou durante transmissão ao vivo nas redes sociais, que vai se reunir com setor produtivo do município para debater sobre a substituição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) pelo Ônibus de Rápido Transporte (BRT).

No início do mês, o Tribunal de Contas da União (TCU) acatou o pedido de cautelar movido pela Prefeitura de Cuiabá e determinou ao Governo do Estado de Mato Grosso a imediata suspensão de todos os procedimentos administrativos relacionados à substituição do VLT pelo BRT. O ato é assinado pelo ministro Aroldo Cedraz.

Em sua decisão, o ministro ratificou os apontamentos feitos de forma constante pelo prefeito Emanuel Pinheiro desde que a possível troca de modal foi anunciada. No recurso conduzido pela Procuradoria Geral do Município (PGM), por exemplo, a Prefeitura cita que tal decisão se deu de forma unilateral, sem qualquer espécie de participação da sociedade e dos municípios por onde o modal de transporte será implantado, qual seja, Cuiabá e Várzea Grande.

Cedraz lembrou ainda que o Estado já havia sido alertado pela Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano (SMDRU) sobre a necessidade cooperação dos governos locais nas discussões sobre o tema. O ministro destaca ainda que a decisão de alteração do modal de transporte público intermunicipal não possui respaldo da SMDRU.

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Por esse motivo, o prefeito explica que a pauta do VLT será incluída na reunião sobre o Plano Diretor do município, para que o segmento produtivo possa se posicionar sobre o assunto.

Vou ter essa conversa com o setor produtivo de Cuiabá também, são dezenas de segmentos organizados do setor produtivo que contribui muito para o desenvolvimento de Cuiabá. Vamos discutir sobre o Plano Diretor, quero ouvir as sugestões e as ideias e vou colocar na pauta VLT e BRT, não podemos nos esconder, destaca Pinheiro.

Faço questão, precisamos do setor produtivo e vamos fazer uma grande reunião sobre o Plano Diretor e estou buscando meios de colocar o VLT, porque temos que pensar em Cuiabá daqui 30 anos, não só no comércio, indústria, mobilidade urbana, meio ambiente ou desenvolvimento urbano, mas também no transporte coletivo, e o VLT está há dez anos passando na nossa cara e boa parte dos personagens econômicos não se envolvem, mas vou levantar essa discussão com o setor produtivo de Cuiabá”, acrescenta o prefeito.

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