SUCATÃO

Vende-se ou troca-se um VLT em bom estado por BRT

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Prometido para a Copa do Mundo de 2014 em Cuiabá, o Estado Mato Grosso desistiu de finalizar um projeto de Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que ligaria a capital Cuiabá até a cidade vizinha Várzea Grande. De acordo com a administração estadual, estudos técnicos sobre a implantação do meio de transporte urbano é inviável para região Metropolitana da Capital. A decisão foi anunciada pelo governador Mauro Mendes Ferreira (UB), e um corredor de ônibus deve ser erguido no lugar, o Bus Rapid Transit (BRT).

Há até um movimento por parte de parlamentares para tentar reverter a situação, mas decisões judicias cacifam a escolha. No entanto, cerca de seis quilômetros do meio de transporte chegaram a ser construídos além da aquisição de 40 trens da empresa Caf do modelo Urbos.

E o que pode ocorrer com o material rodante?

A liminar concedida em favor do Governo do Estado de Mato Grosso determinou que o Consórcio VLT retire os vagões de Cuiabá e Várzea Grande e promova a venda dos equipamentos. Ou seja, será necessário que um outro operador tenha interesse nos veículos. O problema é que não há previsão de novas linhas de VLT previstas na América Latina. Uma alternativa, ainda que bem remota, seria a eletrificação de trechos operados por sistemas a diesel pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

Outra alterava seria a compra da frota por sistemas existentes no mundo. Se não houver comprador, a estimativa é que parte dos competentes sejam vendidos e o resto vire sucata.

O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que tem o projeto de ligar Várzea Grande a Cuiabá, é considerado um dos maiores exemplos de dinheiro mal gasto em todo o País entre as obras prometidas para a Copa do Mundo de 2014, segundo duas análises técnicas.

A licitação foi de R$ 1,47 bilhão. Em relação às obras de mobilidade, foi a segunda mais cara do País, ficando atrás apenas do corredor de ônibus Transcarioca, no Rio de Janeiro, que teve custo de R$ 2,2 bilhões. A diferença é que o Transcarioca é maior, com 39 quilômetros de extensão, e já está pronto. O VLT teria 23 quilômetros e custos operacionais mais altos.

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Vender o VLT

E segundo informações, o Governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira (UB), chegou de oferecer para o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), os vagões do Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT). E segundo Mauro Mendes, que já tem sua opinião formada sobre o VLT, a conclusão das obras do VLT em Cuiabá e Várzea Grande é a pior alternativa para as duas cidades vizinhas por se ruma das opções de mobilidades mais cara e muito complexa.

Imagine você estar folheando um jornal ou acessando um site e nos classificados se depara com o seguinte anúncio: Vende-se ou troca-se por veículo de menor valor (BRT), vagões de VLT (Veículos Leves sobre Trilhos), 0km, fabricados na Espanha que seriam usados em um modal totalmente inviável em Cuiabá e que estaria pronto para uso na Copa do Mundo de 2014.

Mesmo com uma dose exagerada de sarcasmo do Buxixo, a sugestão foi apresentada em uma sessão da CPI das Obras da Copa, por diretores da Oficina Engenharia, empresa responsável por estudos de mobilidade urbana de nossa capital, com o advento da Copa do Mundo de 2014. A venda acabou sendo negada pelo próprio governador Mauro Mendes: não passa de fofoca.

Vender o VLT é uma “Piada de mal gosto”

Sobre as possíveis negociações do Governo do Estado de Mato Grosso com a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro para a venda dos vagões do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). O defensor do modal, o chefe do Executivo Municipal, prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), criticou as articulações “às escuras” e disse que a movimentação é uma “piada de mal gosto” para a população.

É uma piada de mal gosto, uma violência muito grande com a população carente e que depende do transporte coletivo. Já passou dos limites a forma de condução e a postura do governo do Estado em relação ao modal VLT”.

Após a visita, o secretário municipal de Coordenação Governamental do Rio, Jorge Luiz Arraes, chegou a afirmar que o grupo ficou “impressionado” com a conservação dos modais, que seguem parados há mais de 8 anos no Centro de Operações construído próximo do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande.

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A tentativa de venda dos veículos ocorre justamente porque eles não terão mais utilidade para o Estado, que “enterrou” o VLT para implantar o Ônibus de Transporte Rápido (BRT) em Cuiabá e Várzea Grande.

Contudo, os procedimentos das obras do BRT estão suspensos por meio do Tribunal de Contas da União (TCU) a pedido da própria Prefeitura de Cuiabá.

É uma medida sem limites de maldade, de insensibilidade do governo do Estado. Ele acabou de dizer, inclusive, sustentando na tese junto ao Tribunal de Contas da União, que os vagões estavam acabados, quebrados e enferrujados. Agora, às escondidas tentava vender para a Prefeitura do Rio, que curiosamente, está enterrando o BRT para ampliar os trilhos do VLT, finalizou Emanuel.

POSICIONAMENTO CONSÓRCIO VLT CUIABÁ-VÁRZEA GRANDE

O Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande segue realizando rigorosamente as manutenções dos trens no Centro de Manutenção e Controle Operacional (CMCO), estando todos os 40 conjuntos aptos ao atendimento à população. VLTs são fabricados para resistir às mais adversas condições climáticas, montados com componentes de alta qualidade e durabilidade.

O Consórcio também faz questão de registrar que sempre empenhou esforços por uma conciliação em prol da retomada das obras de implantação do modal VLT em Mato Grosso. As empresas permanecem à disposição das autoridades competentes para tal propósito.

Da redação

É melhor o Governo do Estado de Mato Grosso, vender o VLT para o “SUCATÃO”, ou para empresario do comercio ambulante transformar em lanchonete de baguncinha com maionese caseira temperada.

 

 

 

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“Convocamos à população para mais esse importante trabalho de prevenção à saúde”

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Além do desafio de conter a disseminação da Covid-19, enfrentamos também o desafio de vacinar o maior número possível de pessoas contra a gripe.

A vacina é a principal forma de proteção contra a Gripe. Mas ela precisa ser recebida todos os anos. É importante deixar claro que muita gente chama de “gripe” o que na verdade é o “resfriado comum”. Gripe é a infecção causada por um vírus do grupo Influenza, como o H1N1m e H3N2.

A proteção da Vacina contra a Gripe começa de 2 a 3 semanas após sua administração e dura por no máximo 1 ano. Sua maior proteção é nos 4 primeiros meses. Por isso a vacinação deve ser feita pouco antes do período de maior circulação do vírus.

Além disso, os vírus podem sofrer mutações de um ano ao outro o que pode comprometer a proteção, mesmo em pessoas com boa resposta à vacina. Existe um monitoramento dos tipos de vírus circulando a cada ano e em caso de grande mutações virais, há um ajuste da vacina.

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A principio, ter a doença uma vez causa imunidade para toda a vida. Mas, a proteção é específica para aquela cepa, portanto, a pessoa ainda precisa se vacinar todos os anos para se proteger dos outros vírus que estão na vacina. Além disso, caso o vírus pelo qual a pessoa se infectou sofra uma mutação e mude a cepa, a pessoa também não estará protegida contra o novo vírus.

Vacinas disponíveis

O Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), reforçou mais uma vez o alerta à toda população cuiabana para imunização contra a Influenza. As vacinas estão disponíveis para o público em geral, a partir dos seis meses de vida.

O chamado foi reforçado durante a live semanal desta terça-feira (28), mesmo dia em que começou a ampliação da cobertura vacinal. A vacina protege contra a Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. Não é preciso fazer intervalo caso a pessoa tenha se vacinado contra a Covid.

Convocamos à população para mais esse importante trabalho de prevenção à saúde. Todas as unidades tiveram os estoques reforçados, a fim de atender o maior número de pessoas, principalmente os idosos e crianças, declarou o chefe do Executivo Municipal, Emanuel Pinheiro.

Mesmo com a prorrogação da campanha contra Influenza até do dia 24 de junho, a cobertura vacinal continua muito baixa.

Nosso público alvo inicial da campanha é de cerca de 158 mil pessoas e conseguimos vacinar somente 31% desse grupo. Com a liberação para toda a população, estamos trabalhando para aumentar esse percentual da vacinação contra a gripe”, finalizou Pinheiro.

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