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Vem chumbo grosso por aí: MDB e PDT, mexendo no tabuleiro político para 2022

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O “tabuleiro político 2020/2022“, começa a se formar para o pleito eleitoral, as peças vão se mexendo e vendo a melhor estratégia para jogar na campanha. E quem pensa que a temperatura nos bastidores esfriou esta redondamente enganado.

A cada dia, a cada reunião, crescem as apostas sobre a candidatura de Otaviano Olavo Pivetta do Partido Democrático Trabalhista (PDT) ao Palácio Paiaguas.

Em conversa reservada, o candidatíssimo ao Senado da Republica para a vaga da Senadora cassada Selma Rosane Santos Arruda do Podemos, Pivetta não nega a intenção de entrar no páreo, mas diz que sabe o seu tamanho e precisa examinar a posição das “nuvens”, que cada dia está de um jeito.

Com sempre dizia José Magalhães Pinto…

Política é como nuvem. Você olha e ela esta de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”.

Bom, continuando… As últimas entrevistas e discursos, após ser oficializada sua candidatura ao pleito eleitoral para esta eleição que estava marcado para acontecer no dia 26 de abril, mas, foi adiado, por um tempo pela ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Maria Pires Weber, e entrou no radar do Palácio Paiaguas.

Tem que se preocupar mesmo, porque o candidato do PDT, Otaviano Olavo Pivetta se posiciona cada vez mais no “tabuleiro político” e pra ganhar.

Na semana passada nas convenções acenou com espaço na aliança com, PSB, MDB e PV do deputado estadual e líder da sigla em Mato Grosso, Max Joel Russi, o cacique Carlos Gomes Bezerra e do secretário de Serviços Urbanos de Cuiabá, José Roberto Stopa.

O que Pivetta está fazendo? Compondo com as siglas tradicionais da política em busca de pavimentar o seu sonho: a candidatura do Palácio Paiaguas em 2022.

Mas o sonho do pedetista Pivetta esbarra em duas realidades admitida, inclusive pelo seu núcleo político: só haverá espaço para a cadeira “Número 1” do Palácio Paiaguas se vencer o pleito suplementar e, caso, Mauro Mendes perca a mão no segundo ano do seu mandado.

Não enxerga quem não quer. O comportamento de Pivetta é como um candidato em campanha não para o Senado da Republica.

A quem interessar possa…, o vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, continua a mesma política que fazia, quando ajudou a eleger o também pedetista na época José Pedro Gonçalves Taques, que logo depois de vários desentendimentos dentro da sigla, mudou de lado e assentou no ninho tucano.

Nos bastidores, os líderes dos grupos políticos vão se articulando, senão pega essa: nesta quinta-feira (19), o que chamou atenção da equipe setorista, (bons tempos), do Blog do Valdemir, foi presença ilustre do núcleo de Pivetta, líderes políticos e reuniões no gabinete do governador Mauro Mendes e do vice-governador.

A nossa reportagem fez somente uma pergunta para o líder do governo na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual do Partido Democrata (DEM), Dilmar Dal Bosco, se ele estava percebendo o surgimento de um novo grupo político? Dilmar foi sincero e disse não tem isso. Pelo menos não estou sabendo. Estava com Mauro Mendes e Mauro Carvalho, falando do cenário, como ficará, mas nada do novo grupo“.

Não confirmou, mas o semblante de preocupação surgiu no rosto do líder do Governo do Estado na Casa de Leis.

Recentemente, o cacique e velha raposa da política, o emedebista Carlos Bezerra disse:

Estamos montando um novo grupo político em Mato Grosso, do qual o Pivetta vai fazer parte com uma política correta para Mato Grosso. Precisamos fortalecer o nome, que é Pivetta”.

Bomba…bomba…bomba. Como sempre diz o “Gordo“, apresentador do Programa Resumo do Dia, Roberto França.

Nota da redação

Está aproximação: Bezerra, Pivetta e Emanuel incomoda o núcleo político de Mauro Mendes. O sinal tá ligado e, apesar da afinidade ideológica demonstrada nas últimas eleições, ficará nas boas recordações.

Afinal, o Blog do Valdemir garante que já tem chapa de prefeito e vice pronta para ferver nas convenções partidárias.

Então ligado aí: PDT, MDB, PSB E PV caminham juntos nas eleições municipais e de Governo em 2022.

Mas, tranquilo, as conversações continuam e, já foram dados as primeiras mexidas no “tabuleiro político“.

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Cuiabá é uma “NAU” a deriva; prefeito se mostra indeciso nas medidas para combater a “Covid-19”

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Assim como um jogo, a sociedade também é regida por um conjunto de regras e valores, normas, ideias e medidas do que é definido com forte interferência política de certo e errado, no qual muito bem conhecemos e, ao não atingir a expectativa desse ideário a culpa pode aparecer.

Mas já dizia Confúcio: “o homem superior atribuí a culpa a si próprio; o homem comum dos outros“. E neste momento em que vivenciamos, chegamos a questionar: o que insiste alguns gestores em permear em uma grave doença, que se alastra de forma avassaladora, elevando-se por sua dimensão e efeitos, ao grau de “Pandemia” “a síndrome da não culpa”, eis o mal que ainda temos que conviver, já não basta a “Covid-19”.

Entenda a síndrome: basta que os números de pessoas infectadas aumentar em determinado município mato-grossense, ou ainda aparecer uma dificuldade para aquisições de medicamentos, e o doente-portador (Leia-se gestores públicos), devidamente “armado” saí imediatamente na defensiva “a culpa não é minha“, “o responsável é o governador“, “não tenho culpa“, e por aí vai.

Quando mais a “Pandemia” em Mato Grosso cresce, já estamos esperando dos nossos brilhantes gestores públicos, a incansável e velha desculpa, entretanto, há os que tratam de arranjar justificativas ou evasivas, antes mesmo de o problema concretizar.

Cuiabá: Eu não sei pra onde for

Eita cuiabazao…, mais uma vez sendo destaque negativo em todas as redes sociais e imprensa, então vamos tentar nos encontrar, mas antes…

Cuiabá ficou solto, meio que perdido, o Prefeito da Capital fazendo o que está entendendo no momento.

Não existe um alinhamento de ações. Emanuel Pinheiro já está começando pagar um preço muito alto porque, quando se isola uma comunidade, parte dela não aceita e não entende que este isolamento é para proteger a Saúde. O “sob controle” dificulta a vida da população.

É bom ressaltar que “sob controle” vive este momento, porque seguiu a questionada estratégia de Jair Bolsonaro. Cuiabá optou por medidas flexibilizadas para combater o vírus, deixando comércio, restaurantes, transportes coletivos funcionando.

O bem da verdade é que, se tivemos de enfrentar a mesma doença até o mês de outubro, não saberemos exatamente o que será de nós.

Emanuel Pinheiro ainda não entendeu que Cuiabá está enfrentando a maior crise dos últimos 100 anos, com a “Pandemia do Coronavírus”, até agora o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro não entendeu que só a união das forças de especialistas em saúdes técnicas, políticas e demais Poderes do Estado, num grande pacto, poderá contribuir para vencer a “Pandemia” e as crises dela decorrentes, como a crise econômica e até mesmo o diversionismo político.

Atualmente Cuiabá é a capital da região Centro Oeste, com maior número de pessoas contaminadas, no qual tem um prefeito cuiabano que puxa de um lado e governador mato-grossense, população e judiciário puxando para outro.

O que significa isso? Será muito difícil, sair dessa crise sem um custo elevadíssimo em vida humanas e em perdas na economia.

Emanuel deste que surgiu o “Isolamento Social” no Estado, o prefeito e o seu grupo fiel, parecem que não entenderem a “Pandemia”, o seu comitê de combate ao Coronavírus, pouco ou nenhuma contribuir trouxe a gestão dessa crise.

Senão venhanos e convenhamos: Cuiabá há pouco mais de 100 dias, após registrar o primeiro caso da “Coronavírus”, passou de uma situação confortável para uma situação extremamente dramática. Até metade do mês de maio a taxa de ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e pessoas infectadas, era a menor taxa entre as capitais do país. Em março, quando entraram em vigor as medidas de “Isolamento Social”, a adesão dos cuiabanos foi boa, bem como a obrigatoriedade do uso de máscaras nos locais públicos.

Porém, com o surto controlado, devido ao medo da população no primeiro momento, o “sob controle”, pensou que estava tudo controlado, liberando geral.

O resultado: os casos quintuplicaram.

Nesta sexta-feira (03), Cuiabá apresentou 4.564 casos confirmados da Covid-19 de residentes no município e 1.036 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 700 já estão recuperados da doença e houve 215 óbitos de residentes e 115 de não residentes.

Na rede hospitalar há 297 pacientes confirmados com Covid-19 internados, sendo 179 na UTI e 118 em enfermaria. Também estão internados 234 pacientes com suspeita da doença, sendo 98 na UTI e 136 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 202 são de residentes em Cuiabá e 75 de residentes de outros municípios. Do total de internados em enfermaria/isolamento, 193 pessoas são de Cuiabá e 61 de outros municípios.

A situação é dramática. Mas, isso é devido a incapacidade…, a cada semana um “Decreto Novo” é publicado, só que restringe acesso, mas não totalmente, o que invariavelmente, propícia a circulação de pessoas. Impõe toque de recolher, mas mantêm transporte coletivo.

Senhor “sob controle”, a estratégia não está funcionando, a cidade voltou a normalidade no início do mês de maio, quando a população seguia às medidas, agora, que perceberam que o prefeito está cantando a música do cantor Leonardo; “eu não sei pra onde vou”, o povo cuiabano está procurando o caminho “salve quem puder”.

Nota da redação

Na crise da “Pandemia”, foram criados três perfis do nosso comportamento diante da ameaça: o TOLO, o DESESPERADO e o CONFUSO.

– O TOLO tende a negar a situação dramática como maneira de enfrentar o medo.
– O DESESPERADO se angustia ainda mais com a situação.
– Já o CONFUSO transita entre esses dois polos, sem saber direito como deve agir e pensar.

PS: o Blog do Valdemir recomenda: se você está CONFUSO nesse momento, procure um psicanalista, porque você tem um problema, e não é o “Coronavírus”.

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