UM PASSO NA FRENTE

Várzea Grande estimula crianças para se vacinarem com “Certificado de Coragem”

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O governo federal anunciou a inclusão de crianças de 5 a 11 anos no plano de operacionalização de vacinação contra a Covid-19. As primeiras doses de vacinas contra a doença destinadas a crianças de 5 a 11 anos chegaram ao Brasil no dia 13 de janeiro com uma remessa de 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer, o único aprovado até o momento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Só neste primeiro trimestre de 2022, o Brasil recebeu, 20 milhões de doses pediátricas destinadas a este público-alvo, que é de cerca de 20,5 milhões de crianças. O Ministério da Saúde recebeu, ainda em janeiro, um lote de 3,74 milhões de doses de vacina.

E para estimular as crianças não apenas a serem vacinadas como criar entre familiares, amigos e sociedade, o conceito de que a vacina salva vidas, tanto que a segunda maior cidade de Mato Grosso, o Brasil e o mundo, reduziram os óbitos por COVID de forma sensível. A cidade de Várzea Grande iniciou oficialmente a vacinação de crianças de 5 a 11 anos nesta quarta-feira (19), e criou uma inovação o Certificado de Coragem’” emitido pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Por determinação superior, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) seguiu os protocolos do Ministério de Saúde (MS) e do Plano Nacional de Imunização (PNI) que determina espaços exclusivos para a aplicação da imunização, cartão do SUS, comprovante de residência e das regras por se tratar inicialmente de pessoas com comorbidades ou deficiências físicas, além indígenas e quilombolas, que fazem parte do primeiro bloco dos que serão imunizados.

Várzea Grande recebeu 1.840 doses de vacinas da PFizer que é exclusiva para crianças.

José Anderson Hazama (DEM), Prefeito da Cidade Industrial, acompanhou a vacinação de crianças da faixa etária de 5 a 11 no Centro Universitário UNIVAG, que juntamente com a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Governo do Estado entre outros são parceiros da Administração Municipal por vislumbrar o bem-estar comum de toda a população. Ele reafirmou o compromisso da atual administração em continuar mantendo os cuidados com a saúde de todos em busca de uma cidade melhor para todos.

Várzea Grande novamente dá um importante passo na vacinação, na imunização de todos, pois defendeu desde o início através da formalização de pedidos do prefeito Kalil Baracat, a vacinação para crianças, principalmente, porque se dá antes do início do ano letivo, o que vai proporcionar aos pais, mais tranquilidade neste retorno as salas de aulas. É importante que todos mantenham esse cuidado, e que façam o cadastro e que levem seus filhos para serem imunizados”, pediu o prefeito José Hazama.

Hazama disse ainda que uma das determinações do prefeito Kalil Baracat desde o início da vacinação em janeiro de 2021 seria no sentido de vacinar todas as pessoas indistintamente, ficando as exceções para os casos médicos.

Temos três pontos em operação, uma no Centro Universitário UNIVAG, na região do grande Cristo Rei, um na Escola Estadual Adalgisa de Barros, região central e uma na Escola Estadual Jayme Veríssimo de Campos Júnior, na região do Mapim/Imperial. Estamos mantendo todos os protocolos de segurança, bem como seguindo as determinações do Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, na definição dos grupos prioritários”.

Para o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros, as ações e atitudes implementadas pela gestão Kalil Baracat e José Hazama demonstram com clareza o comprometimento com a cidade e com sua população, “pois nossa missão é zelar pela vida e pelo respeito de todos pelo melhor modo de se conviver, disse ele lembrando que desde 2015 Várzea Grande tem estado em boas mãos de gestores que respeitam a coisa pública e a população, disse Gonçalo Barros que acredita ser possível avançar ainda mais na imunização e vencer a pandemia.

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O primeiro vacinado na segunda maior cidade de Mato Grosso foi, Arthur Pereira Marques, 8 anos, e portador de doença renal crônica e que simplesmente declarou querer viver, voltar a escola e conviver com os amigos. Ele estava acompanhado pela mãe, Sheila Souza Pereira Marques, Analista Contábil.

Ela lembrou a preocupação com a volta às aulas e que seu filho estando vacinado, ela tem mais tranquilidade e segurança, até pelo fato do mesmo ser portador de comorbidade.

Eu queria voltar para a escola, ver os amigos e poder estudar”, disse Arthur sendo aplaudido por profissionais de saúde que fizeram a primeira aplicação de vacinação.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Relva Cristina Silva Moura, explica que a meta da Secretaria de Saúde é vacinar nesta faixa etária, 40 mil crianças, que estariam matriculadas nas escolas públicas municipais, estaduais e particulares e que o cadastro para a vacinação esta sendo feito pelo portal da Prefeitura Municipal de Várzea Grande: www.varzeagrande.mt.gov.br na aba Imunização Várzea Grande.

A vacina é essencial uma vez que estamos em meio a uma pandemia, por isso reforço da importância dos pais levarem seus filhos para serem vacinados”.

Luiz Henrique de Oliveira, 10 anos, estava ansioso para tomar a vacina, uma vez que não vê a irmã há alguns dias, em função dela ter contraído o vírus da Covid-19, pela segunda vez.

Que bom que eu estou agora vacinado e que poderei voltar a abraçar a minha irmã. É muito importante que todas as crianças possam ter essa oportunidade, e importante também que os pais possam atender a nossa vontade”, elogiou o estudante que recebeu certificado de coragem, com a inscrição do seu nome.

Eyke Batista Duarte, não escondeu a emoção em se vacinar, e ele mesmo pediu ao pai que o levasse ao posto de vacinação.

Essa doença causa muito mal as pessoas e pode levar até a morte, por isso a minha vontade de tomar a vacina. Estou feliz e tranquilo porque agora vou voltar à escola mais protegido”.

Sávio Ferreira é pai da pequena Maria Vitória, 10 anos, que também se vacinou neste primeiro dia de imunização de crianças em Várzea Grande. Para ele vacinar além de um ato de amor, é uma obrigação que os pais têm com a saúde dos filhos.

Temos a consciência da importância que a vacinação tem desde os primeiros dias de vida da criança, por isso resolvi trazer a minha filha a este ponde de vacinação. Estamos em meio a uma pandemia e nossa preocupação é que ela seja imunizada, o que nos dá mais tranquilidade”.

Ele também elogiou o trabalho que está sendo feito pela Secretaria de Saúde na condução do cadastro bem como no tempo ágil na aplicação da dose.

Fizemos o cadastro e já fomos convocados para a vacinação. Tudo rápido e bem-organizado”, elogiou.

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No Brasil “Varíola de Macaco” terá casos em breve

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Há 50 anos, em abril de 1971, 19 moradores da Vila Cruzeiro, uma comunidade de baixa renda no bairro da Penha, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, foram os últimos a terem varíola no Brasil. Também acompanhados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), Bangladesh, em 1975, e Somália, dois anos depois, fizeram os derradeiros registros da doença que na década anterior causava uma mortalidade próxima a 30% das pessoas infectadas, após fazê-las sofrer com bolhas que cobrem o corpo todo antes de se abrir e liberar um líquido amarelado cheio de pus.

Como nenhum outro caso foi notificado nos anos seguintes, em 1980 a OMS reconheceu a erradicação da varíola no mundo. Causada pelo vírus Poxvirus variolae, transmitido de pessoa a pessoa ou por roupas e objetos contaminados, essa doença perseguira a humanidade durante milênios.

Volta da doença

Desde o início de maio, mais uma preocupação surgiu para o mundo: a varíola de macaco. Tipicamente endêmica de países da África, casos da doença foram registrados em países da Europa, Oceania, América do Norte e do Sul. São 131 casos confirmados e 106 suspeitos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e, embora nenhum tenha sido observado no Brasil, é necessário manter a vigilância.

A primeira notificação fora da África ocorreu no dia 7 deste mês. Já o primeiro caso registrado na história se deu em 1970, na República Democrática do Congo.

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A origem dos surtos atuais ainda não foi identificada. No entanto, especialistas lembram que a varíola do macaco não se compara ao novo Coronavírus, por exemplo, em termos de transmissibilidade ou mortalidade, de modo que a ameaça deve não ser tão grave. Vale lembrar que apenas pessoas com mais de 55 anos são vacinadas contra a varíola humana, imunizante que também protege contra a versão animal do vírus.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) criou uma comissão, em caráter consultivo, cujo papel será acompanhar a possível incidência da doença no país, e a pasta da Saúde monitora o quadro por meio de uma Sala de Situação, anunciada na última segunda-feira (23/5).

Transmissão

A “varíola dos macacos” é conhecida desde 1958, quando foi diagnosticada em uma colônia de macacos. O nome veio em razão das semelhanças com a varíola previamente observada em outras espécies.

A transmissão da doença ocorre por meio de fluidos corporais, além de não estar acostumada a transitar em humanos, e por isso é considerada menos contagiosa, demandando um contato mais íntimo do que a Covid-19, por exemplo, para passar de pessoa para pessoa. De acordo com a OMS, a doença é controlável, principalmente por esses fatores.

Uma vez contraído, o vírus fica incubado por um período de 5 a 21 dias. Os sintomas incluem febre, mal-estar, dores, linfonodos inchados, fadiga e calafrios, além das características erupções cutâneas.

Os sintomas da varíola do macaco incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas e gânglios linfáticos inchados. Uma erupção cutânea geralmente aparece 3 á 5 dias após o início dos sintomas e pode se espalhar do rosto para o tronco e extremidades.

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Na América do Sul, a primeira suspeita foi registrada no domingo (23/5) na Argentina. Segundo o Ministério da Saúde local, o paciente é um morador da província de Buenos Aires, que se encontra em um bom estado, está em isolamento e recebendo tratamento para os sintomas. O Reino Unido tem nove casos confirmados, principalmente em Londres.

Portugal tem 14 casos confirmados e 20 suspeitos, enquanto Espanha tem sete casos confirmados e 24 suspeitos. A Itália tem dois casos suspeitos, enquanto a Bélgica tem dois casos suspeitos e um confirmado. França e Suécia têm um caso confirmado cada e Argentina mais um confirmado, sendo este um brasileiro.

Os EUA têm um caso confirmado e um suspeito. O Canadá tem um caso confirmado e 21 suspeitos. A Austrália tem um caso confirmado e um suspeito.

Varíola dos macacos pode chegar ao Brasil em pouco tempo.

O Brasil não tem registro da doença ainda, mas o vírus foi identificado em um brasileiro de 26 anos na Alemanha, vindo de Portugal, após passar pela Espanha.

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