FORÇA TAREFA

TCE-MT acompanha comitiva de Mauro Mendes em visita às obras de reforma do Hospital Metropolitano

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O Conselheiro Guilherme Antonio Maluf, presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), visitou nessa sexta-feira (17), às obras de reforma do Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, que receberá 200 novos leitos para pacientes contaminados pelo novo “Coronavírus“, a “COVID-19“.

Maluf e a força tarefa criada no Tribunal de Contas de Mato Grosso para auxiliar gestores de todo o Estado e Mato Grosso no enfrentamento ao novo “Coronavírus” acompanharam a comitiva do governador Mauro Mendes Ferreira (DEM) na visita às obras de ampliação do hospital. Os novos leitos não são provisórios, ou seja, continuarão disponíveis à saúde de Mato Grosso após o fim daPandemia da COVID-19.

Criamos uma Força Tarefa no TCE-MT para verificar in loco a existência dos leitos que vão ficar à disposição para receber os pacientes com o novo “Coronavírus“. Hoje, estamos retornando ao Hospital Metropolitano, pois a nossa Força Tarefa já esteve presente observando que a obra está em andamento, e está avançada, é verdade, mas alguns leitos já deveriam ter sido entregues. O TCE continua fiscalizando e vai continuar avaliando todas as entregas de leitos, porque a sociedade precisa, pois sabemos que não existe um prazo para essa pandemia acabar”, afirmou Maluf.

Guilherme Maluf elogiou a iniciativa do Governo de Mato Grosso de ampliar o Hospital Metropolitano e a estrutura continuar disponível depois da pandemia do novo Coronavírus, diferente de outros estados que optaram por hospitais de campanha, que serão desativados após esse período.

Se comparado a outros estados, Mato Grosso tomou iniciativas diferentes e vai ter uma estrutura a mais definitiva no Hospital Metropolitano. Neste ponto, o governo de Mato Grosso está de parabéns, na forma que conduziu esse investimento no combate ao novo “Coronavírus, confirmou o presidente do presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Conselheiro Guilherme Antonio Maluf.

No início do mês, após visita em todas as unidades que receberão pacientes acometidos pelo novoCoronavírus em Cuiabá e Várzea Grande, a força tarefa do Tribunal de Contas de Mato Grosso elaborou relatório técnico, apontando que naquele período, haviam 32 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) disponíveis para o tratamento exclusivo de pacientes com coronavírus. O relatório foi elaborado pela Secretaria de Controle Externo (Secex) Saúde e apontou que em 15 dias, teriam disponíveis mais 86 leitos de UTI.

Também participaram da visita, o Senador Jayme Veríssimo de Campos (DEM), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho (DEM), a Prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos (DEM), o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo e demais autoridades.

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SINDIMED/MT alerta; “Cresce o número de médicos infectados por “Covid-19″”

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Todos os indicadores estão mostrando que estamos em ascensão de casos e óbitos. Os números dobram a cada semana. É importante que as pessoas, mesmo no esgotamento do isolamento, permaneçam em casa. Não há indicador algum para ficarmos otimistas e dizer que se pode relaxar”.

Foi o que disse o medico infectologista de um grande hospital da Capital ao Blog do Valdemir durante esta semana.

O infectologista, além de se preocupar com o adoecimento dos profissionais de Saúde que atuam no front do novo “Coronavírus”, salienta que estamos num momento em que prezar pelo “Isolamento Social” deve ser uma missão de toda a sociedade, por mais dura que essa medida seja.

Em Mato Grosso, dois médicos morreram de Covid-19 e há registro de 112 infectados desde o início da “Pandemia”, segundo levantamento feito pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM).

E como as unidades de Saúde, tanto públicas como privadas, não conseguem organizar um fluxo adequado para o atendimento aos casos de pacientes com sintomas de “Covid-19”, o quadro de médicos e outros profissionais da saúde que estão atuando na linha de frente deve ser ainda pior.

O quadro deve se agravar já que os médicos estão atendendo pacientes em salas sem ventilação adequada para diminuir a transmissibilidade do vírus, consultórios com janelas que muitas vezes dão para corredores dentro do próprio estabelecimento de saúde, isso tudo torna as unidades de saúde um lugar “perigoso”, muito insalubre“, alerta o diretor de comunicação do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed/MT) Adeildo Lucena.

Em reunião com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, CRM e outros sindicatos, o Sindimed discutiu-se a ideia de se atender pacientes em tendas que teriam a ventilação necessária para evitar que mais profissionais de saúde e pacientes que buscarem atendimento médico nas unidades de saúde se contaminassem propagando ainda mais o Covid-19.

Outra sugestão é se colocar equipes para monitorar os pacientes. E seria necessário que realmente o poder público disponibilizasse os medicamentos ([vitamina D, zinco, prednisona, ivermectina, Azitromicina,, nitazoxamida, Enoxaparina e hidroxicloroquina)para as pessoas independente da classe social ou de ter o atendimento na UPA ou em um hospital para tratar no início impedindo que o quadro se agrave para evitar novas internações, já que estamos com 94% da taxa de ocupação de UTIs em Mato Grosso, um colapso. Não é só atender e medicar. Se faz necessário acompanhar os pacientes suspeitos ou já confirmados. A coordenação dos cuidados é muito importante para se antecipar o agravamento dos casos. Com uma coordenação adequada isso pode ser feito na atenção primária, que dispõe de profissionais competentes e comprometidos. Só precisam de proteção e condições de trabalho. Médicos têm, o que falta é gestão“, sugere Adeildo.

Ele ainda expôs que o Sindicato recebeu denúncias de médicos que estão na linha de frente de combate ao Covid-19 que os pacientes têm voltado aos consultórios afirmando que não estão encontrando os medicamentos.

Nenhuma unidade de saúde de Cuiabá possui os medicamentos e não tenho notícias que já existiram alguma vez. Tem muitos médicos prescrevendo precocemente esses medicamentos, mas os pacientes não encontram nem nas farmácias. Quando muito conseguem mandando manipular, afirma Adeildo Lucena, diretor de Comunicação do Sindimed.

O Sindimed alerta que se medidas não forem tomadas, a população vai sofrer mais ainda, visto que um médico a menos na linha de frente gera mais lentidão no atendimento e lotação nas unidades de saúde.

Esse é o momento de pensar em diminuir a transmissão, não podemos deixar a população sem atendimento, mas os profissionais de saúde não podem trabalhar infectados e se tornarem vetores do Covid-19. Nós nos formamos para salvar vidas, mas não deixamos de ser humanos suscetíveis a esse vírus como qualquer pessoa“, desabafa o médico do Sindimed.

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