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Selma, salva pelo “Coronavírus”; Pivetta, ganha fôlego; Favaro, esperança; Prefeitos e vereadores, mais tempo no cargo

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É comum dizerem que não devemos “criar expectativas”. Fala-se muito, também, que se deve sempre ter “esperança” (e que ela é a última que morre). Mas é difícil sustentar as duas ideias ao mesmo tempo: os sentidos de “expectativa” e “esperança” se cruzam e se confundem. Como seria possível, então, ter esperança sempre, mas expectativas só de vez em quando? Na prática, as duas palavras são muito parecidas.

A Bola da Vez agora é Nostradamus, o motivo seria que lá pelos anos de 1555, o francês publicou versos que previam as características do novo Coronavirus, mas não existe nenhuma evidencia de que realmente esse texto tenha sido escrito por ele.

O Coronavírus tomou conta das redes sociais que vem enchendo de falsas “Profecias” que teriam sido antecipado com o surgimento do “Covid-19“.

O avanço da “pandemia” causada pelo Coronavírus trouxe consigo uma crise econômica de escala global. As principais bolsas de valores do mundo acumulam quedas superiores a 20% desde o início do ano. Dados divulgados pela Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) apontam uma possível perda de US$ 2 trilhões para a economia global devido à paralisia econômica causada pelo vírus.

O vírus

Além de causar febre, cansaço e tosse seca, o novo coronavírus tem impactado agendas políticas, eventos com aglomerações de pessoas e até mesmo o imbróglio eleitoral em Mato grosso.

No Brasil, a doença, aliás, já atinge políticos, que se encontram isolados por terem sido infectados ou por terem tido contato com pessoas contaminadas. Escolas de ensino primário e secundário serão fechadas. Universidades já haviam adiado o ano letivo.

A pandemia do “Coronavírus” mudou o cenário na política no Estado de Mato Grosso, e acabou também ando esperança para alguns dos candidatos que pretendem sentar na cadeira deixada pela Senadora do Podemos, Selma Rosane Santos Arruda, onde era para ter três eleições neste ano de 2020, começando com a eleição suplementar ao Senado da República, as eleições municipais para a escolha de vereador e prefeito e a escolha da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Com a Pandemia do Coronavírus, que a maioria dos Estados, Municípios, e Instituições Públicas estão decretando estado de quarentena, ou período de isolamento por tempo indeterminado, a eleição suplementar ao Senado da República já foi suspensa por tempo indeterminado.

Para o cargo de Senador não ficar na vacância, a Senadora do Podemos, Selma Rosane Santos Arruda, que teve o mandato cassado, continua exercendo a função, até que uma nova data para eleição suplementar seja marcada e realizada.

O candidato Otaviano Pivetta ganha fôlego, tendo mais tempos para percorrer o Estado, buscando musculatura para sua campanha“.

Na sequência, está programada para a realização da eleição municipal, quando as pessoas escolhem os prefeitos e vereadores, em outubro, que poderá também ser adiada, com o agravamento dos casos do Coronavírus no Brasil.

A chegada do Inverno

De acordo alguns especialistas da área da Saúde, como no Brasil ainda estamos na estação do verão, período que não é propício para qualquer tipo de gripe ou infecções respiratórias e pulmonar, o pico do Coronavírus ainda está por vir, com a chegada do outono e inverno, quando as temperaturas baixas atingem principalmente as regiões sul e sudeste do Brasil.

O pico doCoronavírusatingiu a Europa em pleno inverno

Mesmo em Mato Grosso possuindo apenas as frentes frias no período de inverno, a baixa umidade do ar, com o período da seca, propicia o ambiente das gripes e infecções respiratórias, o que pode agravar o aumento dos casos doCoronavírus na região.

Os especialistas explicam que o pico da pandemia do Coronavírus no Brasil, pode coincidir com o final do inverno, no mês de setembro, quando começa período eleitoral, situação que poderá mudar as datas das eleições municipais, adiando por tempo indeterminado, deixando prefeitos e vereadores por mais tempo no cargo.

No caso da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, quando os deputados escolhem o presidente, vice-presidente e primeiro secretário, mesmo com o pedido de antecipação desta eleição, a pandemia do Coronavírus deve também adiar mais esta eleição, deixando o presidente, deputado Eduardo Botelho no cargo por mais tempo, já que a Casa de Leis está reduzindo a prestação de serviço para população e fechar as portas nos próximos dias.

Mudança

Por 17 votos a favor, duas abstenções e cinco ausências, a Proposta de Emenda à Constituição nº 01/2020, que altera o § 6 do artigo 34 da Constituição de Mato Grosso, foi aprovada em primeira votação, transferindo a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, comumente realizada no mês de setembro, para ser feita em data e hora previamente designadas por resolução administrativa.

Para o segundo biênio, em data e hora previamente designadas por resolução administrativa, até a Ordem do Dia da primeira sessão do mês de setembro, do segundo ano Legislativo, sob a direção da Mesa Diretora, realizar-se-á a eleição, tomando posse os eleitos em 1º de fevereiro do ano subsequente.

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Cuiabá é uma “NAU” a deriva; prefeito se mostra indeciso nas medidas para combater a “Covid-19”

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Assim como um jogo, a sociedade também é regida por um conjunto de regras e valores, normas, ideias e medidas do que é definido com forte interferência política de certo e errado, no qual muito bem conhecemos e, ao não atingir a expectativa desse ideário a culpa pode aparecer.

Mas já dizia Confúcio: “o homem superior atribuí a culpa a si próprio; o homem comum dos outros“. E neste momento em que vivenciamos, chegamos a questionar: o que insiste alguns gestores em permear em uma grave doença, que se alastra de forma avassaladora, elevando-se por sua dimensão e efeitos, ao grau de “Pandemia” “a síndrome da não culpa”, eis o mal que ainda temos que conviver, já não basta a “Covid-19”.

Entenda a síndrome: basta que os números de pessoas infectadas aumentar em determinado município mato-grossense, ou ainda aparecer uma dificuldade para aquisições de medicamentos, e o doente-portador (Leia-se gestores públicos), devidamente “armado” saí imediatamente na defensiva “a culpa não é minha“, “o responsável é o governador“, “não tenho culpa“, e por aí vai.

Quando mais a “Pandemia” em Mato Grosso cresce, já estamos esperando dos nossos brilhantes gestores públicos, a incansável e velha desculpa, entretanto, há os que tratam de arranjar justificativas ou evasivas, antes mesmo de o problema concretizar.

Cuiabá: Eu não sei pra onde for

Eita cuiabazao…, mais uma vez sendo destaque negativo em todas as redes sociais e imprensa, então vamos tentar nos encontrar, mas antes…

Cuiabá ficou solto, meio que perdido, o Prefeito da Capital fazendo o que está entendendo no momento.

Não existe um alinhamento de ações. Emanuel Pinheiro já está começando pagar um preço muito alto porque, quando se isola uma comunidade, parte dela não aceita e não entende que este isolamento é para proteger a Saúde. O “sob controle” dificulta a vida da população.

É bom ressaltar que “sob controle” vive este momento, porque seguiu a questionada estratégia de Jair Bolsonaro. Cuiabá optou por medidas flexibilizadas para combater o vírus, deixando comércio, restaurantes, transportes coletivos funcionando.

O bem da verdade é que, se tivemos de enfrentar a mesma doença até o mês de outubro, não saberemos exatamente o que será de nós.

Emanuel Pinheiro ainda não entendeu que Cuiabá está enfrentando a maior crise dos últimos 100 anos, com a “Pandemia do Coronavírus”, até agora o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro não entendeu que só a união das forças de especialistas em saúdes técnicas, políticas e demais Poderes do Estado, num grande pacto, poderá contribuir para vencer a “Pandemia” e as crises dela decorrentes, como a crise econômica e até mesmo o diversionismo político.

Atualmente Cuiabá é a capital da região Centro Oeste, com maior número de pessoas contaminadas, no qual tem um prefeito cuiabano que puxa de um lado e governador mato-grossense, população e judiciário puxando para outro.

O que significa isso? Será muito difícil, sair dessa crise sem um custo elevadíssimo em vida humanas e em perdas na economia.

Emanuel deste que surgiu o “Isolamento Social” no Estado, o prefeito e o seu grupo fiel, parecem que não entenderem a “Pandemia”, o seu comitê de combate ao Coronavírus, pouco ou nenhuma contribuir trouxe a gestão dessa crise.

Senão venhanos e convenhamos: Cuiabá há pouco mais de 100 dias, após registrar o primeiro caso da “Coronavírus”, passou de uma situação confortável para uma situação extremamente dramática. Até metade do mês de maio a taxa de ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e pessoas infectadas, era a menor taxa entre as capitais do país. Em março, quando entraram em vigor as medidas de “Isolamento Social”, a adesão dos cuiabanos foi boa, bem como a obrigatoriedade do uso de máscaras nos locais públicos.

Porém, com o surto controlado, devido ao medo da população no primeiro momento, o “sob controle”, pensou que estava tudo controlado, liberando geral.

O resultado: os casos quintuplicaram.

Nesta sexta-feira (03), Cuiabá apresentou 4.564 casos confirmados da Covid-19 de residentes no município e 1.036 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 700 já estão recuperados da doença e houve 215 óbitos de residentes e 115 de não residentes.

Na rede hospitalar há 297 pacientes confirmados com Covid-19 internados, sendo 179 na UTI e 118 em enfermaria. Também estão internados 234 pacientes com suspeita da doença, sendo 98 na UTI e 136 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 202 são de residentes em Cuiabá e 75 de residentes de outros municípios. Do total de internados em enfermaria/isolamento, 193 pessoas são de Cuiabá e 61 de outros municípios.

A situação é dramática. Mas, isso é devido a incapacidade…, a cada semana um “Decreto Novo” é publicado, só que restringe acesso, mas não totalmente, o que invariavelmente, propícia a circulação de pessoas. Impõe toque de recolher, mas mantêm transporte coletivo.

Senhor “sob controle”, a estratégia não está funcionando, a cidade voltou a normalidade no início do mês de maio, quando a população seguia às medidas, agora, que perceberam que o prefeito está cantando a música do cantor Leonardo; “eu não sei pra onde vou”, o povo cuiabano está procurando o caminho “salve quem puder”.

Nota da redação

Na crise da “Pandemia”, foram criados três perfis do nosso comportamento diante da ameaça: o TOLO, o DESESPERADO e o CONFUSO.

– O TOLO tende a negar a situação dramática como maneira de enfrentar o medo.
– O DESESPERADO se angustia ainda mais com a situação.
– Já o CONFUSO transita entre esses dois polos, sem saber direito como deve agir e pensar.

PS: o Blog do Valdemir recomenda: se você está CONFUSO nesse momento, procure um psicanalista, porque você tem um problema, e não é o “Coronavírus”.

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