MUDOU DISCURSO

Se até Trump muda discurso, Mendes também, mas Pinheiro não

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Neste sábado (25), como havíamos antecipado na matéria da última sexta-feira (24), que a guerra não é contra a “Pandemia”, mas contra a administração estadual, e teria a sua continuidade.

Então tá, no sabadão o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro (MDB), em um vídeo divulgado em suas redes sociais, para comentar as medidas do governador Mauro Mendes Ferreira, do Partido Democrata (DEM), que liberou o comércio no Estado (após ele receber uma ligação do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro), para variar disparou críticas a decisão judicial que impôs uma quarentena obrigatória em Cuiabá, que, há trinta dias o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro tentava reverter a medida.

Amigo internauta, tá pensando que não sobrou para Mendes?

Então veja: depois de um mês de uma medida judicial atabalhoada, equivocada e que prejudicou todo planejamento técnico das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande, finalmente, O GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO RESOLVEU ENTENDER QUE A PREFEITURA DE CUIABÁ ESTAVA CERTA“, ironizou Emanuel Pinheiro.

O alcaide cuiabano, disse ainda que as medidas não significa um liberou geral na cidade.

Não é liberou geral, não. Não é trabalhar a hora que quero, como bem quero. Não. Cuiabá é uma cidade de regras, normas, Leis, e que tem gestão. Então, quero, junto com vocês (empresários), estabelecer horário de funcionamento e medidas de biossegurança para preservar a saúde e vida de pessoas“, pontuou Pinheiro.

Mas, o que chamou atenção foi na live do prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro em afirmar que ficou surpreendido com o Decreto. Hora senhor prefeito, não precisa de tanta ironia, há 16 semanas, que ambos publicaram 36 medidas, ou seja, mais de duas medidas adotadas pela Prefeitura de Cuiabá e pelo Governo do Estado de Mato Grosso.

Querem continuar convivendo nesta intriga vá em frente, mas, por favor, não subestimem a inteligência do povo mato-grossense.

PS: momento é dos gestores assumirem as responsabilidades. Saibam que a população, estará ao lado das autoridades locais que decidiram ser rigorosos na restrição de atividades no momento mais preocupante que Mato Grosso vive desde o início da crise, dia 16 de março.

Mauro Mendes

O escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez, ao escrever sobre a partida de Simon Bolivar para o exílio, deu ao romance o título de O general em seu labirinto.

Em menos tinta dramáticas, o governador Mauro Mendes também vive seu labirinto. Senão venhanos e convenhamos: todas as medidas para o combate a “Covid-19”, metralhadoras são direcionadas para o Palácio Paiaguas e disparos são feitos, muitos aproveitam e também dispara, sem saber o por que e porque.

Apesar das turbulências, o Democrata Mauro Mendes Ferreira mostra o estilo calmo, moderado de um líder que aprendeu a viver sob pressão, antes mesmo de assumir o Governo do Estado de Mato Grosso.

Mendes sabe que está em uma missão, e que, o poder tem que doar de si: Tempo, Saúde, Energia.

O poder é algo que é muito claro: tem tempo para começar e um tempo para terminar.

Entretanto, Mauro Mendes precisa enfatizar que em Mato Grosso, a autoridade máxima de um Estado é o Poder Executivo e, divergências políticas neste momento, não ajuda no combate ao Coronavírus.

Só para registrar

Mauro Mendes, o que levou o senhor em sua entrevista dizer infelizmente não tem remédio e vacina. Precisamos aprender sobre o normal e conviver com o vírus. Estamos liberando o comércio“.

Tá bom, se Donald Trump, presidente estadunidense mudou o discurso, porque o Governador do Estado de Mato Grosso não pode, né Mauro Mendes?

Nota da redação

Qual a causa que levou Mato Grosso a viver “momento de guerra“?

Após o primeiro caso registrado em Mato Grosso no dia 16 de março pela “Covid-19”, os prefeitos queriam fechar tudo. O governador Mauro Mendes, achava que não era o momento.

Então Mauro Mendes fez um Decreto adotando medidas restritivas. O Ministério Público Estadual (MPE) entrou na Justiça, derrubando e a decisão determinou que as ações eram dos prefeitos.

E agora Ministério Público Estadual, a “Pandemia” só piora e, nos últimos 15 dias aumentou 325% de pessoas infectadas e 238% de óbitos em Mato Grosso.

Sabe a causa do aumento Ministério Público Estadual? Isso deve-se ao pequeno nível de distanciamento social. As atividades econômicas estão muito próximas do normal. Há pouco distanciamento. Com a resposta o Ministério Público Estadual.

Está mais do que claro que o novo Coronavírus, classificado como “Pandemia” pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é de risco para toda a sociedade; há, porém, públicos mais suscetíveis a contrair o vírus, mas com precauções que podem ser tomadas por todos, o número de casos pode diminuir.

É muito importante ressaltar que este é um momento de ficar em casa, evitar contato com as pessoas, principalmente com um amigo, vizinho ou parente que tenha viajado para o exterior. Praias, shoppings e parques também devem ser evitados no momento. Quanto mais se evitar o contato social, é muito provável que a pandemia dure menos. Lembre-se: há pessoas com o vírus que não tem nenhum sintoma, e elas podem causar prejuízos à saúde dos mais debilitados.

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Filhos do 25 não querem perder o legado histórico da sigla

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Os grupos que pregam a renovação na vida pública comemoraram os resultados das Eleições de 2018, mas agora começam a se deparar com os diversos problemas dentro da política na vida real.

Há uma narrativa de que a “crise”, se não derrubar o Governo, ao menos significará um entrave significativo para o avanço de sua agenda.

É caros amigos internautas do Blog do Valdemir, o clima nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso não anda nada bom para algumas lideranças do nosso Estado. Todos estão na expectativa da reunião entre os caciques: Mauro Mendes Ferreira, Jayme Veríssimo de Campos, José Eduardo Botelho, Mauro Carvalho Junior, Júlio José de Campos e o Diretório Estadual do Partido Democrata (DEM).

Na pauta diz que: para definir a posição do partido em relação ao pleito Eleitoral de 2020.

Muitos pensam que a preocupação dos Democratas, será para escolher um nome da sigla para disputar a cadeira Numero 1 tão desejada por muitos, contra o amigo da família Campos a Prefeitura de Cuiabá, o emedebista Emanuel Pinheiro.

Então tá bom! Está difícil, sabemos a dificuldade dos internautas acompanhar o assunto, que tem tomado o centro da atenção no debate político mato-grossense nas últimas semanas: a crise do DEM.

Partido no qual o governador Mauro Mendes foi eleito e que ainda está filiado. Mas tenha paciência, o partido dos Democratas será ainda tema de várias matérias que estão por vir, artigos para comentar as várias declarações e fatos impactantes, envolvendo os considerados “caciques”, passando por deputados e militantes partidários da sigla.

A “crise” dos Democratas poderia receber diversas adjetivações, menos a de surpreendente. O que chama atenção é o fato de haver, bem difundida entre várias pessoas e setores, algumas surpresas nos embates que tem visto e amplamente noticiadas.

Talvez a surpresa seja decorrente de uma percepção particular sobre os Campos.

Diante disso, cabem aqui algumas reflexões sobre a crise em si, do partido, do atual Governo do Estado, e outros.

É possível esboçar duas razões complementares para se pensar a crise do DEM: apoio a Emanuel Pinheiro ou a para que Mauro Mendes saia do partido… Nossa… Já…

Algumas prerrogativas deixam claro que existe um interesse no racha. E será imenso, mesmo porque o partido até 2018 ficou como “coadjuvante” de outras siglas partidárias. Hoje no centro da disputa para as Eleições de 2020, deve-se perguntar: como é até quando poderão seguir o fluxo da onda conservadora que levou o DEM ao Palácio Paiaguas?

É possível que algumas lideranças vislumbrem na atual “crise” um momento de se desvincular de um iminente desastre. Também é possível que outros prefiram permanecer e se aferrar do partido, apostando vislumbrar novos horizontes nas Eleições de 2022.

Com certeza existe incontável, tons de cinza entre uma posição e outra que somente um exame mais minucioso dos embates que vem acontecendo poderá responder de maneira mais incisiva.

PS: uma conclusão que se pode tomar é que o DEM é um campo de disputa de diversos agentes políticos, sendo o Palácio Paiaguas, parte dele.

Uma dica: há uma maneira de ver o grupo de Jayme e Júlio, como segue a política. Se quiser saber, domingo ficarás sabendo aqui no Blog do Valdemir.

Nota da redação

Nós não estamos rachados, é isso que as lideranças dos Democratas soltam aos quatro cantos do Estado.

Então o Blog do Valdemir pergunta: não é racha, três lideranças políticas apoiarem candidaturas diferentes no pleito eleitoral?

Tá bom…, querem enganar, engane pra lá, porque aqui, não vão enganar os nossos internautas e, vou escrever…

Para se ter uma ideia, os “caciques” políticos da oposição, comemora o racha dos Democratas, já que representa um movimento que pode-se beneficiar uma candidatura da oposição ao Paiaguas em 2022.

Quer mais? O grupo ligado ao Senador pelo Democrata, Jayme Campos não irá referendar o nome para a disputa da Prefeitura de Cuiabá e muito menos o que o Diretório Estadual da sigla indicar para o Senado da Republica neste mês de novembro, dia da Eleição de 2020 para Prefeito, Senador e Vereador.

O racha já está nítido. O clima de rompimento é tão grande na sigla. As possibilidades estão todas abertas, seja a migração ou até permanecer um partido rachado.

Finalizando: eu não posso afirmar se o deputado Eduardo Botelho será candidato. Eu ainda não vi nenhuma movimentação“, o cacique e senador Jayme Campos, disse para muitos, mas poucos entenderam.

Fábio Garcia é a carta de Mendes. Só que está carta nem está sabendo o que vem ocorrendo no bairro Dom Bosco, ou melhor nem sabe aonde fica este bairro.

Eduardo Botelho, neste momento é melhor tê-lo na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) do que na disputa eleitoral. Concorda Mauro Mendes?

Resta Marcelo Bussiki que é opositor a Pinheiro (o pivo da intriga no DEM). O edil cuiabano carregaria como apoio, os vereadores que são contra a administração Municipal de Cuiabá.

Não estão rachado não, veja só: Jayme Campos apoia Nilson Leitão, Eduardo Botelho apoia Otaviano Pivetta e Mauro Mendes apoia Carlos Favaro. Se isso não for racha então é o que?

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