QUESTIONAMENTO AO MINISTRO

Mais dois ministros são chamados à Comissão do Pantanal; Salles será ouvido nesta terça

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A Comissão Temporária Externa do Senado vai ouvir mais dois ministros do Governo Jair Bolsonaro para discutir medidas contra os incêndios florestais que tem castigado o Pantanal. Nesta terça-feira, participa o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A reunião remota está agendada para ocorrer a partir das 10 horas.

Na última sexta-feira, a Comissão Temporária ouviu a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e também aprovou convite para a participação do ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. O requerimento foi apresentado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da CTE.

Temos uma situação emergencial, que é o fogo intenso no Pantanal. Especialmente porque temos que definir medidas para os próximos cinco anos, período em que a seca mais forte continuará. Mas temos também responsabilidade com o futuro. Daí é fundamental a presença do ministro do Desenvolvimento na estruturação dessa proposta, disse Fagundes.

Na audiência desta terça, a intenção dos integrantes do colegiado é questionar o ministro sobre as medidas adotadas pelo governo para conter e prevenir queimadas no bioma, que se intensificaram desde o meio do ano.

Aprovado no dia 30 de setembro, o requerimento, da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), também pede que o ministro apresente subsídios sobre a adequação da legislação atual que rege as políticas de proteção da flora e da fauna da região.

Estatuto

A Comissão do Pantanal busca acompanhar as providências adotadas para combater e evitar novos focos de incêndios, bem como para a limpeza dos locais já atingidos pelas queimadas que destroem o Pantanal há meses.

O colegiado também está atento às ações de proteção das populações diretamente atingidas, da economia, da fauna e da flora, buscando transparência nas atividades coordenadas pela Operação Pantanal.

A partir das atividades e das contribuições dos diversos segmentos da sociedade, a comissão vai elaborar um projeto de lei com normas gerais de proteção ao bioma, o chamado Estatuto do Pantanal. A comissão iniciou suas atividades em setembro e tem duração prevista de 90 dias.

O presidente é o Senador Wellington Fagundes (PL-MT) e o relator, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS). Também compõem o colegiado as senadoras Simone Tebet (MDB-MS) e Soraya Thronicke (PSL-MS) e os senadores Carlos Fávaro (PSD-MT), Esperidião Amin (PP-SC), Jayme Campos (DEM-MT) e Fabiano Contarato (Rede-ES), que é presidente da Comissão de Meio Ambiente (CMA).

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Destaques

Dia 30 segunda pesquisa do IBOPE será divulgado pela TVCADia 30 segunda pesquisa do IBOPE será divulgado pela TVCA

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Tem candidato que estará comemorando sexta-feira dia 30, o seu crescimento. O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) solicitou o registro da amostra no último dia 25 junto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para ser divulgado pela TV Centro América, afiliada da Rede Globo de Televisão em Mato Grosso.

Está será a segunda rodada de pesquisa, a primeira foi divulgada no dia 16 de outubro, e quatros melhores colocados foram:

– Abílio Junior (PODEMOS) 26%
– Emanuel Pinheiro (MDB) 20%
– Roberto França (PATRIOTA) 19%
– Gisela Simona (PROS) 11%
– Brancos e nulos 11%

E os que não sabem ou não responderam 7%.

O engraçado é que, no dia 21 de outubro o IBOPE publicou uma nota, no qual, esclarece que a pesquisa de intenção de voto para prefeito de Cuiabá, “foi por meio de abordagem telefônica”.

E que “o trabalho não representa o eleitorado como um todo”.

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística observou na ocasião que os dados devem ser interpretados com alguns cuidados e, que o objetivo de uma pesquisa não é antecipar os resultados de eleição, mas sim mostrar o cenário do momento.

O bem da verdade é que no meio político a nota do IBOPE, não foi bem ingerida: se foram ouvidas 602 pessoas, mesmo que seja por telefone. Qual foi a causa “principal” da nota?

Há comparação entre resultado de pesquisa face a face e outras feitas por telefone?

Sim os resultados são muitos parecidos quase sempre, dependendo a margem de erro. Diferenças são apenas de abordagem. Quanto a causa “principal”, não sei.

Em tempos de crise e instabilidade política, a opinião e o comportamento do eleitor brasileiro devem ser alterados e impactados por outras influências. Saber como o eleitor pensa e quais critérios utilizam para a sua tomada de decisão é fundamental.

A pesquisa eleitoral é um recurso fundamental para que os candidatos possam ter noção do clima eleitoral, e até mesmo, fazer mudanças nas suas estratégias de marketing e relacionamento com o seu público. As mudanças realizadas com base na opinião do eleitor podem ser o fator diferencial para um candidato ser bem sucedido em sua campanha.

Segundo dados levantados por um cientista político procurado pelo Blog do Valdemir para que fosse feito uma rápida e curta avaliação do cenário político em Cuiabá, disse que, dificilmente haverá mudança entre o segundo e terceiro lugar.

Probabilisticamente, as chances para quem estiver numa posição difícil, 3ª ou 4ª colocação, as chances de chegar ao segundo turno vão ficar bastante reduzidas”, avaliou em curtas palavras.

Nota da redação

O Instituto de Pesquisa DataFolha, sobre pesquisas eleitorais diz que: as amostras do Datafolha tem entre 2 mil a 2,5 mil entrevistas mas, não há tamanho mínimo ou ideal para uma amostra eleitoral.

O mais importante é a sua representatividade, ou seja, como são selecionados os entrevistados.

Domicio Torres, a pessoa mais renomada da área de pesquisa do mercado do Rio Grande do Sul e até do Brasil e dono do Instituto Reality de Pesquisa, questionado sobre nível de confiança, exemplificou que, por exemplo: se for feita 100 pesquisas ao mesmo tempo, 95% delas será possível encontrar os mesmos percentuais. Sejam elas parecidas ou iguais.

No entanto pode acontecer que em 5% delas, o resultado seja bastante diferente.

Torres afirmou que a pesquisa não diz em quem as pessoas devem voltar e que o eleitor sempre foi e sempre será soberano.

O eleitor vota segundo aquilo que ele vê nos candidatos, na maioria das vezes será influências de partidos e questões ideológicas.

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