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Em Mato Grosso tudo o que o vírus precisa para atacar: classe alta sai da festa para os braços da Covid-19

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Alô viventes do Estado de Mato Grosso, como andam o controle da epidemia do Coronavírus? Aqui é uma “festa da contaminação“, as pessoas estão se contaminando em festas de casamento, reuniões, confraternização. Nestes locais onde as pessoas bebem, estão sem máscaras conversam e fica muito tempo em contato.

É a mais triste realidade. Na capital de todos os mato-grossenses o aumento da Covid-19 é grande, e se deve porque as pessoas da alta classe social, que no início da Pandemia se cuidavam. Agora estão se aglomerando, gerando contaminação. Essas classes estavam respeitando o Isolamento Social, diferentes das classes C e D.

Este novo comportamento é nítido com o aumento de números de casos em hospitais particulares, no qual vem gerando uma nova onda.

Mas, como é de costume de alguns gestores públicos, este aumento tem como responsabilidade as autoridades que flexibilizaram para pequenos eventos, barzinhos, boates, suspensão do toque de recolher e, o maior número de contaminados tem sido entre jovens que ajudam da situação.

E lá vamos nós do Blog do Valdemir, bater na mesma tecla: a alta contaminação desses jovens é um grande problema, eles não apresentam sintomas e acabam por transmitir o vírus para pessoas do seu ciclo de relações.

É bom ressaltar que, estamos recebendo o que deixamos de fazer e, não se assustem depois do dia 15, os números duplicaram de novos casos. E, saiba que cada cidade vai agir da forma que achar melhor, porém, devemos prezar pelas medidas de segurança, contrário teremos péssimos resultados.

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Os números alertam para a necessidade de manutenção das medidas de prevenção: usar máscaras em qualquer ambiente fechado ou ao ar livre, respeitar o distanciamento social sempre, não participar de aglomerações e realizar a higienização das mãos com frequência.

Classe A e B

Foram seis meses trancados dentro de suas casas. Em outubro a situação da crise sanitária em Mato Grosso parecia estar melhorando, o número de casos e mortes diminuindo semana a semana. As eleições muitos nem saíram para votar, porém, ao chegar o mês de dezembro festas e mais festas e as pessoas das classes A e B perderam o medo, se sentem mais a vontade para ir a restaurantes, ficar sem máscaras e se aproximam, se visitam, o resultado: em sete dias 8.218 de pessoas infectadas pelo Coronavírus uma média de 1.174 por dia.

Estes números da Secretaria Estadual de Saúde põem em xeque discurso das autoridades municipais de que a Pandemia está tudo sob controle.

236 internações em UTIs e 267 em enfermarias públicas com uma taxa de ocupação em 58% UTIs adulto e em 30% para enfermaria.

E de acordo com o virologista procurado pelo Blog do Valdemir, um repique de casos, com aumento “aumento substancial”, é esperado ate o final de janeiro.

O que a gente viu foram aglomerações, proximidade social, festas. A gente já aprendeu por tudo o que vivemos no ano passado e também pelos exemplos do exterior que quando isso acontece inexoravelmente a gente vai ver um repique de um aumento do número de casos num período que varia de duas a três semanas, destacou.

Nota da redação

Em Mato Grosso, a primeira vez da epidemia foi em março, começou com pessoas que estavam voltando de outros Estados, via aeroportos. Depois foi a classe C e D que não tinham condições de ficar em isolamento. Agora a classe alta está saindo para confraternizações.

A equipe do Blog do Valdemir está vendo festinhas acontecendo dentro de casas, em alguns bares e restaurantes as aglomerações é grande, e o desrespeito ainda é maior, em alguns locais, as aglomerações são grandes que ate brigas estão acontecendo.

Segundo pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a mudança de hábito desta parcela da população é um canal direto para o aumento na incidência de casos.

Estejam cientes: Mato Grosso, principalmente Cuiabá, vem recebendo nos últimos sete dias o resultado do Natal e Ano Novo, no qual as pessoas realizaram festas, passeios, baixa no isolamento e nas medidas de biossegurança recomendados.

Então ficamos assim: enquanto Mato Grosso vivência o aumento de casos Covid-19, enquanto infectologista alerta que estão aumentando a internação em hospitais particulares da Capital, enquanto você faz apelo para seu vizinho, amigo e familiares para que as pessoas voltam a intensificar os cuidados, a secretaria Municipal de Cuiabá diz que o número de casos do Covid está controlado, vão dizer que os números de internações em hospitais privados nos últimos sete dias foram estáveis e caíram em relação ao mês passado.

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“Tem deputado que xinga o Agro mas o dinheiro do Agronegócio banca sua família e suas amantes”

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Em pronunciamento marcado pela defesa veemente dos repasses financeiros ao Agronegócio, chefe do Executivo Municipal, Abilio Jaques Brunini (PL), confronta opositores e vincula arrecadação rural à sustentação direta dos serviços públicos estruturais.

A tradicional Exposição Industrial, Comercial e Agropecuária (Expoagro) consolidou, em sua 58a edição nacional, o estatuto de principal circuito de feiras integradas de desenvolvimento rural e entretenimento de massa do território brasileiro. O evento projeta-se como uma vitrine estratégica de fomento econômico e transferência tecnológica para o setor produtivo primário nacional.

O Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), assumiu o protagonismo central do ato solene de inauguração ao proferir um pronunciamento incisivo voltado à defesa das matrizes orçamentárias públicas destinadas ao Agronegócio. A manifestação institucional do chefe do Poder Executivo Municipal alinhou-se formalmente aos interesses das lideranças corporativas rurais de Mato Grosso.

A solenidade oficial e as atividades correlatas ocorrem rigorosamente entre os dias 10 e 19 de julho de 2026, período em que a capital mato-grossense centraliza os debates políticos e as transações mercantis do Complexo Agroindustrial. O cronograma temporal foi estruturado de forma a otimizar o fluxo de investimentos previstos para o segundo semestre do ano fiscal.

O Centro de Eventos Senador Jonas Pinheiro, localizado em área estratégica da capital, sedia a integralidade da feira setorial, transformando-se no epicentro das exibições de insumos e maquinários. A escolha do espaço reflete a necessidade de infraestrutura robusta para comportar a logística complexa e o expressivo contingente de expositores nacionais e internacionais.

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A viabilização do acesso ao recinto transcorre por meio de uma política de portões abertos, garantindo a gratuidade integral da entrada para a população civil durante os dez dias de programação. Essa modalidade de gestão pública visa democratizar o fluxo de visitantes, aproximando o ambiente técnico do agronegócio da comunidade urbana cuiabana.

A justificativa para o direcionamento de volumosos aportes financeiros governamentais ao evento fundamenta-se na premissa técnica de que o Agronegócio constitui a viga mestra da economia estadual. Sob a ótica da gestão municipal, o estímulo ao setor primário induz o fortalecimento direto da arrecadação tributária, retroalimentando as contas do erário.

O objetivo precípuo da expressiva subvenção econômica reside na ampliação e dinamização dos canais de captação de receitas fiscais que viabilizam o financiamento perene das macro políticas sociais. A articulação visa chancelar o retorno prático dos investimentos em forma de melhorias estruturais de Saúde, Segurança e Educação Pública Regional.

O ambiente de cooperação mútua materializa-se por intermédio da inclusão de uma agenda cultural descentralizada, coordenada pela Secretaria Municipal de Cultura, que inseriu artistas locais em dois momentos distintos da feira. Essa medida técnico-institucional amplia de forma inédita o espaço de difusão da identidade artística de Cuiabá em uma vitrine originalmente voltada ao comércio rural.

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A conjuntura política da abertura, contudo, foi marcada por forte tensionamento ideológico decorrente das duras críticas desferidas pelo prefeito a parlamentares estaduais e a profissionais da Educação.

O governante municipal censurou enfaticamente a postura de opositores que, segundo sua leitura, atacam as bases produtivas do campo ao mesmo tempo em que usufruem dos dividendos fiscais por elas gerados:

Tem deputado na Assembleia Legislativa sendo sustentado com dinheiro do agronegócio, está sendo bancado pelo agronegócio, e ainda é capaz de xingar o agronegócio, que sustenta ele, sua família e as suas amantes com dinheiro do agronegócio. É brincadeira um negócio desse? E ainda tem professora na sala de aula dizendo que o agro é ruim, que o agro mata“.

Como decorrência imediata das discussões travadas no fórum agropecuário, projeta-se o acirramento do debate sobre a destinação constitucional das receitas, cujos percentuais orçamentários como os 25% vinculados à Educação e os 26,5% à Saúde, encontram-se intrinsecamente atrelados à produtividade rural.

A estabilidade futura dos investimentos em Infraestrutura e Saneamento Básico permanecerá, portanto, dependente do dinamismo econômico demonstrado pelas cadeias produtivas do campo.

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