TABULEIRO SUCESSÓRIO

Eleições 2020: Cuiabá e Várzea Grande, tudo na base das especulações e brigas por apoio e partidos

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Historicamente, as eleições municipais em Cuiabá e a cidade vizinha, Várzea Grande, são bastante acirradas, mas, faltando poucos meses para as Eleições de 2020, isto é, se acontecer realmente ainda este ano, o cenário local segue indefinido.

Especula-se que a cidade deve contar com pelo menos três grupos em busca da sucessão municipal. O município é governado atualmente pelo prefeito cuiabano, Emanuel Pinheiro do MDB, que exerce o primeiro mandato.

Em eleições anteriores para Prefeito de Cuiabá já se sabia antecipadamente quais eram os prováveis candidatos que poderiam ir para o turno em função da polarização de bons nomes, bons candidatos, mas o que aconteceu foi uma pulverização de candidatos deixando o quadro indefinido porque hoje a maioria dos partidos ainda estão analisando, discutindo os nomes que estarão na cédula da Eleição de 2020.

O Blog do Valdemir faz uma breve análise sobre o tabuleiro sucessório nas duas cidades vizinhas, Cuiabá e Várzea Grande. Como ele está sendo constituído? Quais as chances de cada um? Como o eleitor está acompanhando essa prévia? E quais os candidatos mais habilitados administrativa e judicialmente ao cargo mais importante do município?

Quem espera nomes novos, revelações ou um grupo formado por estudantes, universitários ou empresários recém ingressados no mercado pode se decepcionar. Os nomes são os mesmos de sempre, requentados e sem nenhum projeto novo de cidade. Ninguém debateu ou propôs uma cidade diferente.

Alguns desses analistas expõem, de forma isenta e com absoluta neutralidade, as diversas possibilidades de casamento entre candidaturas com vistas à Prefeitura de Cuiabá.

Bom, com ou sem crise, o ciclo se repete a cada quatro anos. Sempre findando um processo de eleições presidenciais e estaduais, o foco dos bastidores da política de volta, para a sucessão municipal.

A sucessão municipal em Cuiabá e Várzea Grande, está longe de ter sua arrumação como nos velhos moldes. Os grupos se juntam, escolhiam um nome, partidos, o prefeito se articula, a oposição se assanha e também bota seu bloco na rua.

Antigamente as oligarquias se juntavam, formavam uma frente, levavam o nome ao Governador do Estado, depois anunciavam o nome de consenso entre eles. Se o nome fosse do agrado geral, do governador e o projeto abrigasse a todos, pronto, estava formada uma chapa. Hoje, na composição política, existem 3 candidatos que esperam o apoio do governador.

E um deles faz ate “biquinho” quando não se tem uma resposta “ainda” positiva do numero 1 do Estado de Mato Grosso.

Apesar dos bastidores na Eleição 2020, estarem na maior marcha lenta, há vários nomes sendo ventilados e muitos especulados. Também está indefinido qual será o candidato do governador Mauro Mendes Ferreira (DEM).

O que o Blog do Valdemir percebe é que nas eleições municipais de 2020, a grande pergunta é: quem sai candidato a prefeito…, até quando o atual Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro continuará no “blefe”…, qual o nome da oposição…, sairão mais de dois em condições de disputar o cargo…, as interrogações são muitas. Mas por enquanto ninguém em condições de disputar o pleito se manifestou oficialmente.

Especulações são muitas e entranhados nelas estão apenas a certeza de que está acirrada a briga por partidos, é um tal de um se apossando da sigla que era de outro como jamais se viu.

Por enquanto eles ainda estão na fase do beija mão, comer churrasco, peixada e pose para a fotografia em eventos públicos, torneios, aniversários, casamentos e reuniões partidárias. O povo agora é o espectador, o bajulado. Depois, no dia da eleição, passa a ser a figura mais importante no processo.

Cuiabá e várzea Grande

Nestes dois municípios, grupos políticos e pré-candidatos se movimentam para formar alianças e trabalham para definirem seus nomes para conquistar o eleitorado local.

Após alguns levantamentos feitos pela equipe do Blog do Valdemir e de acordo com lideranças políticas o tabuleiro eleitoral já está se formatando, porém, ainda é cedo para afirmações.

Em Cuiabá, entre os nomes especulados e, com maior destaque aparece do atual prefeito Emanuel Pinheiro que deverá concorrer a reeleição, do ex-prefeito de Cuiabá Roberto França, o secretário Chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho do Partido democrata (DEM).

Em várzea Grande, destacam-se os nomes: José Hazama, Silvio Fidelis, Wallace Guimarães e do empresário Flávio Vargas. Apesar do nome do deputado federal Emanuel Pinheiro Filho, nestes últimos dias ganhar espaço na mídia, não passa de especulação, ou seja, o mesmo jogo do pai: blefe.

Mudanças na data da eleição

Em meio a muitas especulações, está sendo cogitado no Congresso Nacional um estudo sobre alterações nas datas das eleições municipais deste ano, com o primeiro turno em 15 de novembro ou 6 de dezembro. E depois, a definição da data do segundo turno. Conforme o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) as datas são sugestões, já que cabe ao Congresso discutir, primeiro sobre o adiamento. A Constituição Federal fala em primeiro e último domingo de outubro.

Nota da redação

Vale salientar que ainda, estamos enfrentando uma crise e neste momento, além da avaliação direta sobre os possíveis nomes, os partidos precisam levar em conta outros dados que são preciosos a exemplo, apresentar além de bons nomes, um bom plano de Governo que atenda as expectativas da população, para que com isso alcançar a análise eleitoral da população.

E para finalizar, podemos afirmar aos internautas do Blog do Valdemir que, diante da “Pandemia do Coronavírus”, muitas ações dos pré-candidatos estão sendo revistas, dado as medidas de contenção e combate exigem o isolamento social e que essa condição não deve mudar até julho.

Assim sendo, o momento atual pode ser positivo para muitos encorpar a candidatura chegar mais bem preparado e em melhores condições de disputar quando a eleição acontecer.

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Destaques

Doenças Cardiovasculares registram aumento de 31% nos óbitos no Brasil

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Novo módulo do Portal da Transparência do Registro Civil, desenvolvido em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apresenta números de mortes por causas cardíacas durante a “Pandemia da COVID-19“.

Os Cartórios de Registro Civil brasileiros registraram um aumento de 31% no número de mortes por Doenças Cardiovasculares no período de 16 de março a 31 de maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2019. Os dados fazem parte do novo módulo do Portal da Transparência, lançado nesta sexta (26), que reúne os óbitos por doenças cardíacas e que foi desenvolvido pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

O painel Especial Covid-19, que já contabilizava os óbitos causados pelo novo coronavírus e também os relacionados às mortes por causas respiratórias, passa agora, também, a apresentar os falecimentos por causas cardiovasculares, como morte súbita, parada cardiorrespiratória, choque cardiogênico doenças que registraram crescimento no período analisado. No total, os óbitos por estas enfermidades saltaram de 14.938 em 2019 para 19.573 em 2020, e estão contabilizados no grupo Demais Óbitos Cardiovasculares.

Entre os estados que mais contabilizaram aumento no número de mortes por Doenças Cardiovasculares no período analisado está o Amazonas, com aumento de 94%, seguido por Pernambuco, 85%, São Paulo, 70%, Ceará, com crescimento de 63%, Espírito Santo, 45%, Alagoas, 43%, Rio Grande do Norte, 35%, e Pará, 34%. O Distrito Federal, registrou aumento de 19%, enquanto Rio de Janeiro e Paraná, viram um crescimento de 15%. Ao todo, 23 Unidades Federativas registraram aumento de mortes por causas cardíacas.

Já as mortes por Síndrome Coronariana Aguda (Infarto) e Acidente Vascular Cerebral (AVC) registraram queda no período analisado, -14% e -5% respectivamente, o que pode estar diretamente relacionado ao aumento do número de mortes em domicílio e à dificuldade do diagnóstico exato, analisa o presidente da SBC, Marcelo Queiroga.

A forte correlação positiva entre o aumento de mortes cardiovasculares e domiciliares não especificadas corrobora essas explicações, pois pode sugerir que pelo menos algumas das mortes por infarto e AVC ocorreram em casa, impedindo o diagnóstico correto. Por outro lado, eventos cardiovasculares agudos podem ter diminuído em alguns locais, devido a riscos competitivos e menor exposição a gatilhos secundários de eventos cardiovasculares, como a poluição do ar”, explica Queiroga.

Segundo o médico cardiologista, “além de fatores baseados no paciente, reorganização dos sistemas de cuidados agudos, como: desativação de serviços específicos para atender às necessidades urgentes de emergência ou terapia intensiva, delimitação de hospitais específicos da “COVID-19” e implementação de vias terapêuticas alternativas; que visam mitigar os efeitos da “Pandemia“, podem impedir ainda mais a apresentação do paciente aos cuidados médicos. Assim, é necessário realizar campanhas públicas para conscientizar sobre a importância do cuidado cardiovascular, mesmo durante esse período desafiador. É de notar que os efeitos deletérios sobre eventos cardiovasculares podem durar mais que a própria “Pandemia“, pois as prevenções primárias e secundárias estão sendo adiadas nesse contexto”.

Desenvolvido mediante rigorosos critérios de pesquisas na área cardiovascular, o painel traz uma metodologia própria de contabilização das causas mortis, seguindo os critérios hierárquicos das regras da Classificação Internacional de Doenças e problemas relacionados à Saúde (CID-10), com o objetivo de identificar a ordem das causas de falecimento de modo a especificar a doença que levou o paciente a óbito.

O Portal da Transparência do Registro Civil se mostrou um importante instrumento de informações à sociedade e ao Poder Público, gerando o interesse de outras áreas em mapear o impacto da “Pandemia” em sua especialidade”, diz o vice-presidente da Arpen-Brasil, Luis Carlos Vendramin Júnior.

A parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que nos ajudou a desenvolver os critérios para o Portal, coloca à disposição dos médicos os dados para uma análise criteriosa dos impactos da “COVID-19” na sociedade”.

As estatísticas apresentadas na ferramenta se baseiam nas Declarações de Óbito, documentos preenchidos pelos médicos que constataram os falecimentos registradas nos cartórios do país. Os gráficos permitem compreender, ainda, a proporção de óbitos por gênero e idade, assim como identificação do local de falecimento.

Prazos do Registro

Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do país, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.

Isto por que a Lei Federal 6.015/73 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. A Lei 6.015/73 prevê um prazo de até cinco dias para a lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito.

A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou mais de 480 mil mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo Coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre, todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados.

Segundo dados do Ministério da Saúde 86% dos casos de COVID-19 não apresentam sintomas. Para garantir o diagnóstico, são necessários testes específicos, que estão cada vez mais escassos nos postos de atendimento.

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